Temos dado como vencido estes dias ruins

Parece que os dias estão voltando ao que desejamos sempre viver: sem doenças, tendo “o necessário, o extraordinário é demais! ” Eu havia reclamado do mês de julho, que foi, ao longo de minha existência o pior mês de julho. E, a semana passada deste mês de agosto (22 a 29 de 2016) foram dias não agradáveis.

Mas, tudo passa!

Minha esposa, na terça-feira à tarde, teve uma estranha manifestação de cefaleia, olhos vermelhos, mãos, pés e rosto inchados. Levei-a para a UPA 24hs. Era tão grave, que, saiu da triagem diretamente para a consulta médica e sem demoras foi medicada. Tivemos que ficar no pátio da UPA por algumas horas em observação.

A reação depois da medicação me deixou espantado. Os olhos dela estufaram, ficaram num vermelho vivo. Ela reclamava mais ainda mais do formigamento nas mãos e nos pés. Gritava de dor; passou a vomitar. Foi levada para o interior da UPA para ser acompanhada. Estava junto dela o tempo todo.

A médica, uma menina, jovem, muito atenciosa veio várias vezes fazer o acompanhamento. Fez algumas perguntas, interagiu com ela e comigo. Disse-nos que, não havia outro tipo de medicação mais forte e poderosa que pudesse ser aplicado. O mais forte havia sido aplicado. Receitou ebuprofeno para ser tomado em casa.

Na quarta-feira, tudo novamente. Mesma coisa. Passamos os demais dias nesta agonia de não saber o que é que provocou tal situação. Foram estes dias de acompanhamento à minha esposa, bem como, a moto que parou de funcionar – de novo. Tem que ir passar por uma revisão geral; o celular, graças a pessoas do bem, foi encontrado e me foi devolvido ontem.

Mas, por agora, hoje 30 de agosto. Temos dado como vencido estes dias ruins.

A análise de uma mente comum, é que, todos nós estamos sujeitos a dificuldades. Algumas outras mentalidades julgam que, pessoas como eu e minha esposa, na verdade sofremos “de uma forma de justiçamento de Deus”. Até houve quem me disse: “A mão de Deus pesará mais e mais sobre vocês”. Para nós, esta visão, nada mais é do que uma visão distorcida do caráter de Deus, que Jesus, nos ensinou a chamar de “Pai nosso que estás nos céus” é assim que cremos”.

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