IFBA Irecê: Estamos deveras desanimados, frustrados, desesperançados, desmotivados com o curso técnico

Frustrados e Desanimados!

Estas foram as palavras usadas ontem no campus do Instituto Federal de Ciências e tecnologia, o IFBA campus Irecê.  Até que outros adjetivos cabem, mas, estes foram os mais repetidos. Não sei se, motivados pela recente informação de que o curso técnico na modalidade subsequente está com os dias contados, o que, para nós soou como: desistimos da modalidade por faltar-nos condições técnica, humanas, estruturais para avançar, ou, quem sabe, por optarem pela modalidade de ensino em que os professores, não tem obrigações de “ensinar”, e sim, e  tão somente orientar!

Um dos professores me disse que o conteúdo dado no “Curso técnico de Informática Subsequente” é conteúdo aplicado nos cursos superiores. Não é interessante a informação, pois, sairemos do curso com certificação de técnico, com conteúdo de nível superior, e sem o conteúdo e prática técnica exigida e necessária para o mercado de trabalho. As explicações para muitas das dificuldades existentes, passam sempre pela frase: “o campus é novo. Só temos dois anos em funcionamento” – Isto é verdade! Mas, a instituição IF, é mais que centenária, o que, em certos momentos e eventos, isto é freneticamente repetido.

O que temos aprendido é muitas vezes vago, distante do que pensávamos, e do que esperávamos do curso, ainda que alguns professores defenda ardentemente o conteúdo apresentado. Por exemplo, no conteúdo de Redes, nem se conseguiu fazer com que os alunos implementem uma rede do tipo LAN, com os computadores existentes nos laboratórios, mas, já estamos passando pelo conteúdo de redes 2, que é configuração de Roteadores; evidentemente: estamos usando ferramentas do tipo netSimK,  que são simuladores. O bom e útil seria ter a experiência com o simulador, e conteúdo teórico, e também acesso aos roteadores. Quem sabe, eu envie mensagem à CISCO para que eles enviem cursos técnicos práticos.

O curioso é ver e ouvir os professores falando como se eles estivessem sendo os elementos responsáveis por grandes transformações em nossas vidas, seja nos aspectos sociais, técnicos, profissionais. As insistentes e vexatórias explicações de que, o conteúdo ensinado, são exigências do mercado de  trabalho, que, faz parte das ementas dos cursos.

Tudo bem! Eu particularmente acredito. Já li as ementas dos cursos. No entanto, o que existe nas ementas podem ser ensinado de forma teórica, e, mesclados com a prática. Esta deveria ser a tônica dos cursos técnicos do IFs.

Entretanto, eles temem trabalhar com os equipamentos, temem, mais que isto, “são proibidos” de usar a infraestrutura existente; Até mesmo as matérias e os conteúdos que os professores poderiam, e deveriam ensinar na prática, eles optam por aulas expositivas com slides do tipo PowerPoint. Conteúdos que deveria ser exemplificados, são teorizados. Estamos tendo aulas de como programar computadores nos moldes das décadas passadas; com exigência de escrita de código tecla a tecla, e temos, que ir descobrindo como é que se deve usar as ferramentas, os aplicativos.

Toda esta realidade acima descritas, e outras não mencionadas, estão desanimando os remanescentes  do curso subsequente de informática. Tenho tentado encorajar os colegas a prosseguirem por mais este semestre, para terminarmos ainda que com dificuldades e com baixo aproveitamento técnico. É terrível aprender a programar, com slides que não explicam; é de igual modo estranho aprender redes sem contato com as configurações e o contato com os equipamentos, ainda que existam no campus.

Nas matérias em que deveria existir um link simplesmente não há. Recebemos muitas informações teóricas sobre gerenciamento de banco de dados, persistências, e, estamos no fim do semestre com severas dificuldades em unir os campos da aplicação com as tabelas do banco de dados. Eu, não tenho tantas dificuldades em ter que aprender e implementar o que não foi ensinado; muito  me chateia ser cobrado por conteúdo que não me ensinaram, afinal, ao responder e demonstrar o conhecimento adquirido, faz com que eles recebam os louros de uma vitória que não são deles. Esta dessincronia  existente faz com que os alunos saibam isto e aquilo, mas, o todo, saber usar IDE, Banco de Dados, para formar uma aplicação, isto fica por conta de cada um, e com os vídeos e tutoriais na internet.

Estamos deveras desanimados, frustrados, desesperançados, desmotivados com o curso técnico, que em breve será extinguido da lista de cursos. Pelo conteúdo apresentado, e pela forma que apresentam, será bom para eles, os professores, orientadores, organizadores do curso, e do campus, afinal, ter um curso técnico – com a falta da parte técnica – não é nada interessante.

666 a marca da besta tem novo alvo!

Eu já, faz algum tempo, penso que uma das informações que se espalham sobre a Bíblia que mais faz as pessoas não lerem o referido livro, é a ideia de que ler e entender a Bíblia não é para qualquer pessoa comum. Há até quem diga que a Bíblia tem muitas forma de ler e compreender. Para mim, é um livro. E todo livro, óbvio, se entende lendo e interpretando o texto. Evidente que há elementos culturais que facilita a compreensão[bb]de certos jargões e certas história, mas, longe de complicar o entendimento.

Há profecias na Bíblia. Os estudiosos, pesquisadores, especialistas, padres e pastores, alardeiam por todos os cantos que há mais de duas mil profecias ditas e realizadas, só no Antigo Testamento. Já no novo testamento existe e persiste alguns enigmas.

O número da besta no livro do apocalipse é um dos mais enigmáticos[bb]e mais especulados. Existe as mais curiosas explicações e tentativas de se elucidar seu significado. Recentemente em conversa com um amigo evangélico que crer fielmente que a marca da besta é de fato um marca física que os governos e religiosos, aprovado por todos os poderes políticos: legislativo, judiciário e aplicado pelo executivo, farão o mundo dobrar-se ante o poder do mal, mas, de forma conveniente, e permissível. O que penso ser uma impossibilidade.

Este mês então, com a noticia de que há projetos para se utilizar tatuagens eletrônicas para se gravar senhas e dados, bem como, um tipo de senha em pílulas[bb], ressurge e revigora estas especulações de que em breve o número da besta estará definitivamente imposta e adotada pelo mundo, levando assim a mais uma profecia cumprida: que quem não tiver a marca da besta, não poderá nem comprar, nem vender. E será perseguido.

 

Já li várias coisas curiosas e até absurdas sobre a marca da besta. A televisão e até mesmo o código de barras já foram alvos de comentários e especulações[bb]. Certamente que esta informação de que estão criando tatuagens eletrônicas e outros sistemas de transmissão e meios de fazer o login de usuário e senha será, sem dúvidas, tema de sermões e aulas sobre a marca da besta, o fim dos tempos.

É só acompanhar na sua igreja.

marca666

Em breve você vai imprimir o bife do seu almoço.

Recebi na Newsletter do Olhar Digital a informação de que em breve se poderá imprimir carnes em  impressoras bio orgânicas. Recebi também uma matéria com mais informações da BBC, no entanto, não encontrei a matéria na BBC-Brasil. O link para o texto em Inglês é este: Modern Meadow aims to print raw meat using bioprinter.

O texto afirma que o professor Forgacs já conseguiu um protótipo, no entanto, não é próprio para o consumo humano.

Segundo informa o texto de Katia Moskvitch, a repórter de Tecnologia da BBC News, já existem empresários fazendo grandes investimentos.

Como é que funciona?

Primeiro se obtém células-tronco ou outras células especializadas de um animal através de um procedimento de biópsia. As células-tronco, como se sabe, são células capazes de se reproduzir muitas vezes, e também pode se transformar em outras células. Uma vez que as células multiplicada , eles são colocados em um bio-cartucho.

bbc-carne

Portanto, em vez de tinta tradicional ou de um material como o plástico, o cartucho de impressão 3D contém algo chamado bioink feito de centenas de milhares de células vivas. Uma vez impressos na forma desejada, as partículas naturalmente bioink se fundem para formar o tecido vivo.

Então é isto. Em breve, as pessoas que dizem não comer carne por amor aos animais, talvez, poderão comer carne impressa. Evidente que a origem continuará ser de animais, e certamente haverá movimentos contrários a nova e modernas fazendas de animais para a extração de células troncos.

Já até imagino fazendas e mais fazendas especializadas na criação de animais fornecedores de células troncos de qualidade. Eis, abaixo as palavras de um blog dedicado ao vegetarianismo:

“Mas dor, tortura e morte são partes inerentes de um processo de exploração que vê nesses animais apenas uma fonte de renda, e não uma criatura viva. É por isso que os veganos rejeitam o ovo – lacto vegetarianismo.

Não faz sentido de um ponto de vista ético abster-se de carne e continuar consumindo laticínios e ovos. O leite sempre vem de uma mãe com dor e em estado de luto pelo filho roubado de seu cuidado e morto como vitela. E no final de sua ‘vida útil’, ela também vai parar no matadouro, enfraquecida pelos anos nos quais foi tratada como uma máquina de leite.” Planeta Vegetariano.

O que se promete para o futuro é você chegar no Açougue ou no supermercado e pedir para imprimir um quilo de carne do tipo que desejar, bem como, do animal disponibilizado no bionik. Nas fazendas do futuro, os animais não darão sua carne, mas sim, suas células troncos.

Windows 8 chegará em 12 de outubro

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‎Hoje, ‎2‎ de ‎agosto‎ de ‎2012,  faz ‏‎45 minutos, o senhor Steven Sinofsky, através do Blog: Criando o Windows 8 noticiou o seguinte:

Hoje é um dia importante para o projeto do Windows 8. A equipe do Windows 8 tem o orgulho de anunciar que, há poucos instantes, começamos a liberar o Windows 8 para o OEM e parceiros fabricantes de PC. Isso significa que nossa próxima etapa será a disponibilização de novos e emocionantes modelos de PC com o Windows 8 e a disponibilização online do Windows 8 em 26 de outubro de 2012.

Então é isto! Leia mais aqui:

Lançamento do Windows 8 – 1º de agosto de 2012

Eu participei de todas as etapas em que foi disponibilizado uma cópia de avaliação. Usei todas as versões até agora. Falta-me saber muito mais sobre o novo sistema, no entanto, a versão Windows 8 para desktop muito me agradou. Usei todas as versões de testes: Developer, Consumer e Release!

Mais uma vez os anti-Microsoft deram com o burros n´água. Afinal, a cada nova versão se pregão, se vê aos prognósticos e os agouros de insucesso, “agora é o fim”, “acabou!”, “é agora a vez!” E, até agora tem todos fracassados.

Eu que sobrevivo de serviços não tenho que torcer contra a Microsoft, nem contra seus produtos; nem também da Apple, nem do Google, nem da Motorola, nem da Samsung, nem da Nokia, … nem de nenhuma empresa de software, hardware, nem de hardware/software, é o contrário. Eu torço para o sucesso de todas elas, pois, o sucesso delas, também, me geram rendas e serviços.

A constatação atual é que ganho mais dinheiro[bb]com a plataforma Windows[bb]e Apple[bb]do que Linux[bb], mas, nem por isto, abomino o Linux. Estudo-o, e semana que vem, terei que ministrar[bb]aulas de instalação dele, e também, darei um mini-curso de usabilidade, recursos e manutenção[bb]básica.

Como disse meu amigo Eddie: Quando chegar no mercado, quem usou antes, já sabe como usar vários recursos!

É por ai!

 

Cuidado ao comprar tablet “Xing Ling”

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Já não é novidade de mercado os tablets. Já roda noticias por ai que dizem que o projeto já existia desde os inicios dos anos 2003/2004. E tornou-se padrão e alcançou o ápice no comércio depois que Apple botou a mão e transformou o que era projeto em realidade de consumo e campeão de vendas.

No entanto, o mundo se encheu também de outras variantes e variáveis formas de ver os tablets: os de baixo valor, mas, com nome de status “TABLETS”. E o populacho brasileiro, que mal sabe entender as tecnologias, em sua grande massa, resolvem comprar os ditos sem ao menos se informar sobre os tais.

A praxe de muitos é chegar na loja e comprar um tablet, e que seja o mais barato, pois, o importante é ter um tablet. Depois vem o arrependimento. Eis algumas situações em que não se encontra solução completa e satisfatória em todo o território nacional.

1  – Internet 3G. O primeiro cliente que me pediu serviço em tablet xing ling queria que eu fizesse o tal pegar internet 3G da operadora que ele havia feito plano e comprado modem.  Na época a região estava sofrendo com a 2G e em implantação da 3G. Ainda hoje, muitos tablets xing ling funciona com os modens 3G e não funciona com todos os modens. Mas, existe soluções.

2 – Teclado. Alguns tablets permitem a conexão de um teclado USB, porém, nem sempre se encontra configuração e recursos que sigam as normas ABNT. Existe um, eu só encontrei um, que permitia configurar e usar uns atalhos para se ter ç, ã, ó, á, é – ou seja palavras acentuadas.

3 – Utilidade. É desconsertante, mas, algumas pessoas me trazem estes aparelhos e querem que eu instalem o Windows 7, Office 2010 e até já me perguntaram: tem como instalar o Autocad neste aparelho?  Tablets! Os de marca! São produtos voltados para as mídias: videos, som, imagem, texto, internet, conectividade… coisas destas naturezas. Não compre um tablet pensando que vai substituir o servidor de sua empresa.

4 – Android. O sistema operacional Android veio e está expandindo rapidamente. Mas, em minha opinião, é um sistema ruim. Não me agrada! Não vejo facilidade no mesmo. Não encontro futuro entre eu e o Android. E digo isto porque, os problemas que me chegam às mãos, estão sempre relacionados a limitação da versão do Android[bb], não haver como fazer a configuração, fazer as mudanças que o cliente solicita, como por exemplo: “eu quero conectar um cabo de rede porque não tenho sem fio.” Deve existir por ai, algum tipo de conector USB/Eterneth, porém nunca na cidade.

5 – Restrições. Alguns tablets protegem o sistema e só permite fazer alterações por atualização. E, quando você faz mudanças no sistema, vem um RESET automático[bb]e desfaz tudo. Retornando a configuração de fábrica.

6 – Língua. Grande parte dos tables utiliza outra língua: inglês é o que mais vi, mas, já tive um em Alemão. Pelo menos dois clientes pediram para que colocasse o aparelho em Português[bb]. Mas, eu não quis mexer não! Encaminhei-os para a assistência dos mesmos, e a resposta foi: não tem como. Se comprou em Inglês, só se instalar Android em português, mas, a atualização, remove e coloca em Inglês de novo!

E para que serve mesmo estes tablets[bb]xing ling? Se você quiser, pode comprar para seu filho usar como video game online, navegar nas redes sociais, e-mail, filmes, fotos, músicas, Pdf, e outras atividades.

Eu não compraria para mim nenhum xing ling. Se tiver que comprar, ganhar de presente, que seja um dos bons produzidos pela Apple ou Samsung e quem sabe, um da Microsoft ou Nokia.

Outros não! E se você vai comprar um tablet xing ling verifique antes se vai atender sua necessidade. Pergunte a quem já comprou se atenderá e servirá para as atividades de sua empresa e para você, para não acontecer com este que aqui estou:

– Adão Braga é para você instalar o programa da loja neste aparelho que é para os vendedores sair na região.

Como dizia aquela comediante: Ô Coitado!

Detectando a versaõ do navegador e errado!

Quando eu fiz uma breve aventura em programação Web eu estudei um pouco de várias linguagens tais como: PHP, java applet, e ASP. No entanto, foi só um breve tempo. E, me lembro que uma das coisas que eu gostei de fazer foi desenvolver pequenas páginas para ver como é que se fazia certas coisas em programação. Por exemplo: como detectar o navegador que o usuário está usando?

Naquela época, era tão dificil encontrar códigos de exemplos, explicações, tutoriais e apostilas. Hoje não mais! Ainda bem.

E por que estas lembranças? É que agora a pouco, depois de terminar de instalar o MSN no PC de um cliente, e abrir o referido programa, eis a tela de reclamação do MSN Hoje, e compara com a imagem do navegador instalado no computador.

Certamente que existe algo de errado. Ou o valor da variável retornou um determinado[bb]valor; ou ficou investido[bb]algum valor de consulta. Fato é que não é verdade que o navegador era o Internet Explorer 7.

Deve ser um código assim que deu erro:

<html>
<body>
<script type=”text/javascript”>
var browser=navigator.appName;
var b_version=navigator.appVersion;
var version=parseFloat(b_version);
document.write(“Browser name: “+ browser);
document.write(“<br />”);
document.write(“Browser version: “+ version);
</script>
</body>
</html>

E por que digo que o código apresenta erro? Simples! Em todos os navegadores que testei este código[bb], a versão do Navegador[bb]é a número 5.

Vida de programador é dificil. Não é Leandro? Não é Eduardo Junior? Mas, tem gente que acha que eles estão é ricos!