Outro apagão: “foi uma queimada numa fazenda no interior do Piauí” Diz o ministro!

Ficamos sem energia por longas horas. Os prejuízos se acumularam nesta tarde de quarta-feira. Estava em atendimento a lista de clientes. Tive que parar e voltar para casa. Nada mais pude fazer. A energia só voltou às 18:05. Ai vem o Ministro Lobão, e mais uma vez, a culpa é de um elemento externo. Uma queimada nalguma fazenda do interior do Piauí. Ah! Tá! Tudo explicado.

As clinicas médicas que ficaram sem poder atender os pacientes diversos? Só para ter ideia do prejuízo, todas as clinicas ficaram sem poder fazer os atendimentos agendados para esta tarde. E, os pacientes de amanhã, não poderão ser penalizados e terem seus exames e consultas agendadas para outra data, o que muitas clinicas farão será o arranjo de encaixar os que não foram atendidos hoje, serem atendidos amanhã, atropelando e aumentando o fluxo de atendimento

E, as empresas que trabalham com empréstimos consignados? Centenas de contratos deixaram de ser confirmados, outros deixaram de ser envidados, outros deixaram de ser processados, organizados. Caos total nas empresas.

O comércio? O comércio também sofreu com mais este apagão. Os supermercados tiveram que atender e funcionar de forma manual. No entanto, nem tudo funciona mais de forma manual, como por exemplo, vários itens que necessitam ser pesados e que tem o preço gerado por balanças eletrônicas, e que, não usam mais balanças analógicas.

As lojas de roupas, utensílios domésticos, e varejo em geral, fizeram atendimentos e vendas de forma improvisadas, pois, já estamos acostumados ao uso dos equipamentos eletroeletrônicos. Nem todos estão preparados para voltar a trabalhar como se trabalhava em décadas passadas.

Aqui em casa também fomos atingidos. Eu por não ter como fazer os atendimentos, nem concluir os que estavam sendo realizados. Minha esposa não pôde terminar de lavar as roupas da casa. Meu filho Pedro foi dispensado da escola por falta de condições mínimas em sala de aula.

Bem! Como disse o ministro: foi uma queimada numa fazenda no interior do Piauí. Tá explicado!

IFBA campus Irecê e a “morte” dos cursos subsequentes

Esta semana, exatamente na segunda-feira, 15/07/2013 um dos professores do curso de informática nos informou que o IFBA Campus Irecê, não terá, daqui a poucos meses não oferecerá mais cursos técnicos na modalidade subsequente. Ou seja, dentro de alguns meses o IFBA Campus Irecê, não terá mais, no turno noturno cursos técnicos voltados para a categoria subsequente.

Eu perguntei para três pessoas ligadas ao campus sobre esta situação e quis saber os motivos pelos quais o campus estava “matando”, ou deixando de oferecer esta modalidade: Cursos Técnicos subsequente. E a resposta, afirmo: parece ter sido ensaiada, repetida a exaustão por todos, foi que, o campus ofertará cursos superiores no horário noturno, e, cursos técnicos, apenas na modalidade integrado, e que, esta é a tendência de outros campus.

Os cursos técnicos subsequentes são oferecidos para aqueles que já terminou o ensino médio, e que, deseja obter formação técnica no prazo de dois anos. É isto ai! Estes cursos, ou, modalidade de cursos, esta oportunidade de qualificação técnica por meio do IFBA campus Irecê, será, em curto prazo, abandonado. Será extinto o curso técnico na modalidade subsequente neste campus.

Em 2011 o Governo Federal, noutro momento de roubo intelectual[bb]de ideias e projetos, anunciou a criação do PRONATEC, que, tem como objetivo “ampliar a oferta de cursos de educação profissional e tecnológica” – PRONATEC. Assim, a minha opinião é que, o IFBA campus Irecê, está na contramão das propostas do Governo Federal.

Outra realidade é que tem se a ideia de que um país melhor se faz com cidadãos com formação em nível superior, o que eu discordo! Estas ideias veio sendo implantada[bb]no país nesta última décadas . Nem todos temos necessidade de cursar cursos superiores, pós graduações, mestrados, doutorados,  PHDs, THDs e toda a lista de especialização e especificação existente.

A razão para o IFBA Campus Irecê extinguir esta modalidade[bb]de curso, é que, está em avançado estado de implantação um, dois, ou quem sabe, vários tipos de cursos superiores. Insisto: está na contramão, em parte, das propostas do Governo Federal. E, a exemplo de outros campus, fica repetitivo esta informação, não há como coordenar de forma satisfatória os dois tipos de cursos: Técnicos Subsequentes e cursos superiores por diversos motivos: pessoal, técnico, material, etc.

A outra realidade é que o IFBA campus Irecê sofre com várias necessidades. Nós, as turmas de cursos subsequentes que ainda estamos em cursos, temos diversas necessidades não atendidas nos vários cursos existentes. No turno noturno, não temos acompanhamento pedagógico efetivo, não temos a área do DEPEN, não temos bibliotecário, e, consequentemente acesso aos recursos da biblioteca, somente esta semana (14 a 20/07 de 2013) é que o campus obteve conexão à internet. E, não vou abordar outras necessidades urgentes e outras necessidades emergenciais do campus.

Por que extinguirá os cursos subsequentes? Segundos os servidores do campus que me respondeu esta pergunta, a resposta até me pareceu ensaiada, é que, existe uma comissão do campus analisando a situação, e investigando as possibilidades da existência no mesmo campus de cursos Técnicos Subsequente de duração de dois anos, e cursos superiores, e a realidade é que, nos campus em que ocorreram a implantação de cursos de nível superior, os cursos subsequentes minguaram, ou deixaram de existir por não existir procura e matriculas.

No entretanto, fato é que, o campus IFBA Irecê, deixará de oferecer esta modalidade de qualificação por sofrer de inanição técnica na área. Os professores são de formação acadêmica e não tem perfil técnico, não tem aptidão para o conteúdo técnico.

No campus Irecê, esta é minha opinião, mesmo com computadores e programas específicos os professores acadêmicos conseguem fazer um bom curso técnico de informática. Segundo uma colega que entrou no curso e já terminou, é esta a realidade:

Entrei aqui com o intuito de consertar computador e conhecer as técnicas de manutenção e reparos; eles disseram que o objetivo do curso era a programação de computadores. Eu estou saindo sem saber consertar computadores, e sem saber fazer programas”.

Isto aponta para várias situações, mas, sem relação com o fato novo: A extinção dos cursos técnicos subsequentes. Para mim, isto também é opinião minha, estão correndo para a oferta de cursos superiores por falta de condições técnicas diversas, inclusive falta de professores técnicos, apenas, e somente acadêmicos, e condições necessárias para a oferta de cursos técnicos profissionalizantes. Semana passada um dos professores do curso subsequente de Eletromecânica reclamou do conteúdo que estava sendo obrigado a passar aos alunos do curso:

Tenho que explicar e ensinar aos alunos do curso sobre conteúdos inespecíficos e totalmente teóricos, quando de fato, o curso deveria ser prático. O conteúdo não servirá para a vida profissional de nenhum deles Já tentei mudar! Já pedi! Já insistir com a coordenação do curso sobre isto, mas, segundo eles, tenho que seguir o conteúdo da ementa! O que é totalmente depreciativo, desestimulante, e totalmente desnecessário a vida profissional. Isto se dá, por vários fatores, um deles, é a falta de material e equipamentos para trabalhar a parte técnica das matérias do curso

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Ou seja, diante da situação em que o IFBA campus Irecê se encontra sem condições técnicas de oferecer curso  técnicos, e os cursos técnicos em que há condições, existe a falta de professores técnicos, a optam para esta solução, que é, de fato, uma fuga, em que, resolve os problemas de materiais, e  transfere para os alunos a obrigação de obter materiais, bem como, transforma os professores em tutores e mestres da formação acadêmica.

Esta realidade não deixa de representar as ideias e a maneira como este governo pensa e trata a educação. Ignoram várias fatores e outras realidades. Os cursos de nível superiores não é a solução para a necessidade de mercado de  trabalho, o acesso imediato ao mercado de trabalho, além da perspectiva de requalificação ou mesmo reinserção no mercado.

O IFBA campus Irecê, ao deixar de oferecer os cursos subsequentes, estará reconhecendo a falta de recursos humanos, a falta de recursos técnicos, e optando para o caminho que já existe aos montes por ai: cursos superiores como solução, que ao final, será o despejo de pessoas cheias de teorias de como deveria ser o mundo, e como deve ser as profissões e as empresas, do que pessoas, preparadas para o mercado de  trabalho, além, é claro, de ir contra as propostas do atual governo que se diz empenhado em transformar a sociedade e preparar a juventude para o mercado de trabalho, e qualificação profissional de quem tem a necessidade de qualificação.

Para mim, não deixa de ser lamentável a atual situação. Tinha a esperança de que, com o  tempo, e com o avanço dos anos, o IFBA campus Irecê, se transformaria numa referência de preparação profissional e qualificação técnica na região. Fica para o futuro, quando existir condições para tal. Ou seja, quando existir professores para os cursos técnicos, e professores para os cursos superiores. E quem sabe, em breve, se faça o que é necessário: cursos técnicos rápidos e objetivos.

O que o ministo quis dizer mesmo?

ministro

Link da matéria: Ministro Amorim admiti vulnerabilidade.

Nesta frase há algumas informações a serem interpretadas, conjecturada. Eis algumas na enquete abaixo:

 

Deixe sua opinião nos comentários, ou na opção Other da Enquete.

Se você pensa que este senhor não entende do assunto de politica, de tecnologia, de espionagem, e de nada disso que ele afirmou, é só opinar nos comentários.

O que penso é que ele, a semelhança das outras autoridades eleitas, não sabem muito do que a população que os elegeram, restando a nós outros, a minoria, criticar, apontar estas infelizes opiniões, que de fato, representa a mentalidades desta gente no poder.

O que a Microsoft fará? Emitirá uma nota pública explicando ao ministro, que a espionagem feita, e denunciada pelo ex-agente da cia, não é necessariamente culpa da Microsoft, e dos produtos que a mesmo disponibiliza no mercado.

Por fim, a frase: “e já deve ligar direto na Microsoft” é explicita em revelar a ignorância, ou, pior, a desconfiança, a mente anti-americana, o preconceito com a gigante do software. Outro detalhe é apontar mais uma vez que o governo que exige Linux nos concursos públicos, e que tem o software livre como bandeira, nos momentos de comentar sobre o assuntos relacionados a informática, a referência é o Windows e outros produtos da família Microsoft. Ou seja, no discurso é isto, na prática é aquilo outro.

 

Será que a “nova classe média” vai reagir igual aos baixa renda que recebem bolsa família?

Nos últimos anos tenho visto, lido e ouvido alguns políticos falarem sobre como achegarem à classe média, e ou ao grupo de pessoas que tem um certo grau de renda, conhecimento, educação, acesso a bens, serviços, internet, e etc.

Este grupo de pessoas, famílias, ajuntamento, grupo … já tem um nome: NOVA CLASSE MÉDIA. Quem é que faz parte desta nova nomenclatura? Quem são e o que querem os novos emergentes desta NOVA CLASSE MÉDIA? Há muitas respostas e muitos caminhos a serem apontados. O governo Dilma até estabelece uma margem em valores em reais. Dizem ai que a partir de trezentos e poucos reais já se pode considerar ser de alguma classe média.

Há quem aponte e acredite no que diz o povo do governo e nas grandes transformações sociais, milhões de famílias que saíram de um patamar social e migraram para outra, aliás, é uma repetição constante: “O governo Lula e Dilma tiraram mais de xis milhões de família da miséria”, “este governo é responsável por mais de 40 milhões de pessoas que acessaram a classe média … ” e por ai.

Fato é, que, o que meu pai fez, o que minha mãe fez, o que eu fiz ao longo destas décadas de estudos, trabalho, esforço, aperfeiçoamento, atualização, ser favorecido com as privatizações, com bens e serviços  … tudo isto, é computado como sendo ação exclusiva do governo e à intervenção política. É verdade que a estabilização da moeda, salário mínimo, baixa inflação, acesso a educação, cartão de crédito, acesso a medicamentos e médicos, acesso a muito mais que a economia de mercado, o direito a propriedade, a democracia e o capitalismo fez por si. Tudo isto é contabilizado pelo governo como sendo ação direta e efetiva dele.

Hoje está mais fácil comprar motos, carros, financiar casas, comprar viagens, fazer turismo. Isto é por causa do governo ou por que o capitalismo e economia de mercado assim é? Voltando à politica e a aproximação idealizada pelos políticos eis que hoje, neste link: Vale Cultura… pode pagar TV por assinatura, leio que o governo toma a iniciativa de adular a nova classe média, ou querer fazer com quem ganha alguns salários mínimos receberá alguns trocados e poderá, até pagar a fatura da TV por assinatura.

governoDilma

Em minha opinião, o governo está agindo como faz com o Bolsa Família. Está o governo apostando que todas as classe são iguais. Está agindo como que a educação, o acesso a informação, e toda a diferença que supõe existir entre as classes não exista.

Será que a classe social dos que ganham até 5 salário mínimos agirão da mesma maneira como os brasileiros pobres e em sua maioria nordestino, semialfabetizados, analfabetos ou analfabetos funcionais?

Será que é mesmo esta a intenção do governo em dar R$ 50,00 dizendo ser este para a cultura, e induzindo-os a aplicar em uma assinatura de TV?

Que tipo de acordo, ação, contribuição as TVs e empresas do ramo deu aos políticos para receberem esta retribuição?

Você que vai ser contemplado qual é sua opinião. Agirá como alguns nordestino que conheço que votaram em Lula, e elegeram Dilma por causa do Bolsa Família? Está o governo ampliando os limites de seu curral, e sabe que, distribuir dinheiro é de fato uma grande estratégia para se ganhar votos?

Eu vejo com desconfiança esta aproximação em que já estabelecem um valor e sua destinação: R$ 50, para a cultura, e se você quiser uma sugestão, pague a fatura da TV por assinatura.

Por outro lado, se você quiser se sentir confortado, é só lembra o que Lula disse: “Não tem coisa mais fácil do que cuidar de pobre, no Brasil. Com dez reais, o  pobre se contenta; rico não, por mais que você libere, quer sempre mais, nunca  se conforma”Mais fácil governar para pobres.

  • Não sei se aconteceu uma valorização do governo Dilma para cá;
  • Se esta classe média se contentará com R$ 50,00 para se gasto com a cultura;
  • Se, com a inflação atual, com a crise vigente, é de fato este o valor para satisfazer a nós pobres.

Seja como for, parece-me que este governo aposta sempre na distribuição de bolsas e recursos para se ampliar o curral eleitoral.

E você, vai reeleger a mulher por causa da bolsa cultura, que poderá até pagar a TV a cabo?

Dilma! Institua a lei: não negociamos com grevistas!

As noticias das agências dão conta de que a presidente Dilma não quer negociar com as categorias em greve. E eu tenho gostado muito desta posição da presidente. Para mim, deve ser adotado no Brasil a política americana, Rússia e de outros países em relação aos terrorista: Não negociamos com terrorista! Aqui deveria ser: não negociamos com grevistas.

Eu tenho me posicionado contra os movimentos grevistas por diversos motivos. Um destes motivos é que sou dos que pensa que salário, rendimentos, gratificações, remuneração, bonificação de acordo com sua função,  de acordo com seu trabalho, de acordo com sua graduação, de acordo com os degraus que se avança em sua carreira, ou seja: mérito, qualidade e carreira! O governo não deveria ser um patrão diferente do que são as demais empresas deste país, que é por sinal, uma economia capitalistas, de mercado, e de consumo.

Greve por, e para se obter aumento salarial eu sou contra! Greve para exigir cumprimento de teto salarial eu também discordo. Deve-se exigir na justiça o cumprimento da lei.

[…]  o pedido de correção das distorções salariais. Na prática, isso significa a equiparação de salários de servidores públicos de nível superior com o que é pago a cinco carreiras que tiveram um reajuste diferenciado com a Lei 12.277, de 2010. Com ela, engenheiros, arquitetos, geólogos, economistas e estatísticos passaram a ter um piso salarial de R$ 5.460,02 e um teto de R$ 10.209,50. Esse número atingiria 20 mil servidores ativos do Executivo Federal e representaria 78% de aumento, segundo a Condesef. O pedido de reajuste para os servidores de outros níveis é de 30%. – Grevistas não serão atendidos.

Quando eu era jovem, lá pelos anos de 1977/78, a primeira greve que se fizeram na cidade, os pais reuniram na porta das escolas para se posicionar contra os professores grevistas. A greve durou um dia. Hoje não! Hoje greve é um direito do trabalhador assegurada na constituição de 1988. Eu apoio um PEC para acabar com este direito.

O governo deve estabelecer a faixa salarial inicial, e a ascensão salarial mediante ascensão social, função, cargos, cursos, estudos, etc. Semana passada soube que alguns professores no IFBA na mesma atividade escolar tem salários diferentes. Uns ganham liquido dois mil e tantos reais, outros, ganham três mil e tantos reais. E a explicação: quem ganha mais de três mil, tem doutorado.

Dilma, eu não votei em vossa excelência para esta função, mas, nesta função vossa excelência está fazendo com os grevistas o que eu espero que faça, institua a lei: não negociamos com grevistas!

É um abuso das categorias dos servidores públicos fazerem greves quando estão descontentes com os salários. É um abuso dos servidores públicos exigirem aumento e equiparação salarial quando se tem propostas de carreira; é um abuso exigir por meio de greves e paralisações que se aumente-lhe os rendimentos sem as exigências de qualidade e quantidade de serviços equivalentes.

Eu não concordo com os grevistas por que em sua maioria os grevistas prejudicam a mim, minha família, e as empresas que dão emprego e sustentação de empregos na minha cidade, e quando por exemplo, a Policia entre em greve, estas empresas ficam sem segurança a ponto de não abrir suas portas, e sem poder abrir, sem vendas, sem atendimentos, sem dinheiro, logo, uma greve da Policia desestrutura a economia municipal, regional e federal. E numa sociedade de capitalista de consumo e de mercado, é um desastre.

Eu apoio a decisão do governo Dilma em não negociar com os grevistas!

Para que mais servirá a PEC do Trabalho Escravo?

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A Proposta de Emenda Constitucional chamadas de PEC do Trabalho Escravo foi aprovada hoje na Câmera dos Deputados. Se os senadores da república não fizerem mudanças nesta tal PEC, daqui a alguns meses, nós estaremos assistindo, não uma melhora nas condições dos trabalhadores rurais, e outros urbanos, mas, veremos um crescimento substancial de empresas, empresários, empreendedores diversos condenados, não por falta de condições de trabalho, mas, serão condenados por Trabalho escravo, ou “análogo a escravo”.
Será mais uma via de condenação do empregador, afinal, estamos vivendo eras complicadas.

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Estamos à semelhança da Alemanha Nazista, dominado pelos trabalhadores e os ditos trabalhadores lutam contra a classe dominante. Ah! Mas, que coisa medonha e hedionda! São os trabalhadores[bb]quem estão no poder e estão dominando e lutando contra as classes. Eles são agora a elite, a mídia, e os burgueses, mas, continuam a dizer que são outros.

Aqui nestes sertões, por estas épocas de seca e chão tórridos há uma prática entre os pequenos agricultores[bb]. Talvez, seja este blog o primeiro da região a comentar sobre esta prática. Não há nada de ilegal, mas, é um exemplo do que certas leis promovem, e que logo mais, depois da aprovação desta PEC poderá fazer muito mais. E qual é mesmo o segredo dos pequenos agricultores da região? Rodizio de caseiros e peões. Nada muito sofisticado.

É a adaptação aos rigores das leis trabalhistas e aos rigores que se impõe a quem contrata, a quem paga salário, a quem emprega pessoas analfabetas[bb], pessoas de dura servis, homens e mulheres que de outra sorte estariam abandonados pelo Estado, quem dá trabalho, renda, comida, para milhões de brasileiros[bb]sem condições de competição no mercado de trabalho[bb]. Mas, porém, contudo, todavia, no entanto, e, entretanto, correm o risco de perderem suas propriedades para pagar indenizações milionárias por alguns anos de trabalho rural.

Então para fugir deste rigor, os pequenos patrões rurais fazem assim: contratam os trabalhos de um peão, caseiro ou administrador de sítio e dá-lhe casa, comida, água, energia, e condições gerais, dele e seus familiares viverem nas terras, com todo o conforto possível. No final do mês paga-lhe o salário mínimo estabelecido em lei, e depois de no máximo oitenta dias, dispensa. Isto mesmo. Antes de completar os noventa dias, ou de ultrapassar os noventa dias, dentro da lei, dispensa o mesmo, e o encaminha para ser contratado por outro pequeno patrão rural.

É como se fosse um cartel de pequenos empregadores. Eu dispenso e você contrata. Você dispensa e eu contrato, e vamos assim rodiziando, fugindo das indenizações e de pagar altas taxas, e na pior das hipóteses, ter que vender tudo que tem para poder pagar o que a justiça do trabalho ordena pagar como indenização ao trabalhador.

Isto acima relatado é o que é feito para se evitar esta situação de multa, indenização, direitos trabalhista. Com a aprovação da PEC do trabalho Escravo, bem! Teremos que esperar como é que, e como é que, os pequenos patrões rurais irão se adaptar às novas regras. Afinal, a PEC do Trabalho Escravo fará, poucos de nós sabemos uma forte mudança nas relações empregador, condições de trabalho, e contratado. E, a semelhança de outras categorias, os empregadores, quando acusados de praticar trabalho escravo é quem deverão provar o contrário.

E no ABC do santeiro o que diz o “Cê”, o que diz cê? Coitado do povo infeliz…