Eleição 2016 em Irecê: Luizinho Sobral será reeleito? Elmo Vaz será eleito? Dorinha Lélis surpreenderá?

Hoje um amigo me perguntou e pediu-me a participação em um tipo de “bolão” sem compromisso ou aposta. A proposta é simples: embasado em informações sobre a política da cidade de Irecê, cada um dos participantes anota o seu nome ao lado do nome do candidato a vereador e a prefeito com os respectivos números de votos, que se pensa, terá o candidato.

A minha base para os candidatos a prefeito em Irecê, é uma informação simples, faço a divisão do total de votos em 3 partes; sendo que, as duas partes iguais são divididas entre os antagonistas principais; a última parte é dividida entre outros candidatos; nulos, brancos e abstenções. Para exemplificar o que penso é só olhar como ficou formatado o resultado das eleições municipais de 2012. Veja a imagem abaixo.

Fonte: http://g1.globo.com/ba/bahia/apuracao/irece.html

A compreensão é simples.

Em Irecê, nas eleições de 2012, tinha 43.802 eleitores. Este número é o total de inscritos no tribunal regional eleitoral de Irecê. Ou seja, em 2012, Irecê tinha 43.802 pessoas aptas a votarem. Não entro em outros méritos e debates.

43.802 dividido por três dá: 14.600. Assim, o que penso, é que, do total geral de eleitores, os dois principais candidatos receberam pelo menos, cerca de 14.600 votos.

Com base nos números de 2012:

  • 14.600 votaram em Luizinho Sobral;
  • 14.600 votaram em Zé das Virgens;

Os outros 14.600 ficou assim dividido:

  • 8163 não compareceram para votar;
  • 1823 anularam o voto;
  • 653 votaram em branco;

Luizinho Sobral e Zé das Virgens disputaram então os 3961 votos restantes:

  • 2138 votaram em Luizinho Sobral + 14600 = 16.738 votos
  • 1375 votaram em Zé da Virgens + 14600 = 15.975 votos

Ou seja, o candidato que conseguiu a sua cota de votos, mais, a maior parte desta terceira parte dos eleitores, venceu! Isto é até obvio, porém, a disputa é no terceiro lote de eleitores. É aquele eleitor que diz não se envolver, diz não gostar de política; aquele que diz que os políticos são todos iguais… etc. É ele quem vai lá e decide para um lado ou para outro. Nas últimas eleições em 2012, Luizinho Sobral obteve a maioria dos indecisos e indefinidos.

Nestas eleições de 2016, acontecerá novamente? Pode não obter, como pode também, obter todos os indecisos e indefinidos. Tanto Luizinho Sobral, quanto Elmo Vaz terão esta cota de votos, pois, pelo que se percebe, são os dois principais candidatos que disputam. A candidata Dorinha Lélis, concorre, porém, é do senso comum, que é, desde o início da corrida eleitoral, a terceira colocada. Como em política, nada é o que parece, a Dorinha Lélis pode muito bem ser a que disputará o cargo com o atual prefeito que tenta a reeleição e não Elmo Vaz!

Em Irecê, podem verificar as eleições anteriores, sempre há uma grande percentagem de abstenções, em 2012, foram quase 20%. Há cerca de 6% de nulos e cerca de 2% dos votos brancos.

São desproporcionais as causas e as consequências; é irregular a relação de isso, por causa disso; se isto, então aquilo.

Quando eu era criança, a coisa gostosa era assistir filmes de Westem, do Oeste, como queira, ou, aqueles clássicos faroestes italianos. Naquele tempo, em que eu assistia, a sensação era de que, sempre dependíamos de alguém perito, ágio, rápido e com valores morais evoluídos a ponto de se colocarem, sem serem institucionalizados, como aqueles responsáveis por defender os valores justos, corretos, verdadeiros e capazes de livrar o oprimido de seu opressor.

Os filmes recentes, tem apostado no argumento de que, até os bandidos agem baseados na lei, e, que, mesmo tendo feito algo ruim, ter feito algo errado, há algum tipo de lei, em que se sustente a sua tese e a sua cruel natureza, perversa e criminosa. Quando falta argumentos críveis, se justifica com a pobreza; dizem que foi a falta de opções; que no passado ele fora injustiçado e agora a vingança é a única lei.

Re-assistir The Magnificent Seven (Sete homens e um destino), a versão da década de 70, que, para a felicidade das gerações futura, está sendo regravado. Eram épocas diferentes. Eram valores diferentes. Era uma época em que o racismo era negar a um índio morto o devido sepultamento; era época de segregação racial, social, econômico, mas, que a arte já se propunha a debater e recriminar; não este atual jeito irritante de ser o “politicamente correto”

Ao tempo em que assistir este clássico da arte cinematográfica, também assistir ao filme atual Marauders (2016) com Bruce Willis. O filme de 2016 apresenta a atual sugestão de sociedade. O mal, a vingança, o poder, a desonra impera. Quando era menino e que brigava na rua, até certos adultos em derredor permitiam que brigássemos para resolver nossas diferenças. Hoje não! É comum uma briga por causa de uma bolinha de papel acarretar a morte do tal agressor. São desproporcionais as causas e as consequências; é irregular a relação de isso, por causa disso; se isto, então aquilo.

O mundo já foi melhor! Porém, como apocalíptico que sou, ainda pode piorar, e ficar ainda péssimo, horrível, e até de fato, insuportável. No tempo do filme antigo, se esperava que se agisse com justiça, defesa dos oprimidos; em favor dos desguarnecidos. No entanto, hoje, este é grupo que mais sofre, pois, quem tem acesso a armas, mutilam, matam, assaltam estes, pois, os ricos e poderosos estão inacessíveis, longe desta realidade.

E mais, até há movimento de parlamentares que defendo os bandidos; os agressores, o que faz, com desejemos ser protegidos por xerifes, pistoleiros e outros, que tenham coragem de formar grupos de resistências, porém, se isolando do outro lado, que são os milicianos, que também, são tão ruins quanto os bandidos de fato.

A comparação entre as épocas de ambos os filmes é: antes se reagiam às maldades e promoviam a justiça; hoje, se querem perpetuar as maldades como sendo justiças sociais.

Uma total inversão dos valores sociais, econômicos, morais e das virtudes. O que é muito lamentável.

Adão Braga: Como fazer o sumário do TCC depois do texto pronto?

Já são mais de 15 vídeos publicados no canal de vídeos no Youtube. Adão Braga em poucos dias, devido à prisão domiciliar forçada pelas circunstâncias da existência, da vida, do que acontece com quem está vivo. Bem, devemos tirar coisas boas dos eventos funestos que nos ocorrem.

Os últimos dois vídeos foram, seguindo a proposta, de, deixar dicas para facilitar a produção e melhorar a produtividade do uso do Editor de Texto da Microsoft, o Word 2013.

1 – Como fazer o sumário do TCC depois que o texto já está pronto

 

2 – Faça o sumário primeiro e navegue melhor e mais rápido no trabalho de TCC;

Microsoft Edge e outros softwares exigem segurança maior.

Muitos usuários não perceberam, mas, as exigências de segurança do Windows, na versão 10 mudou para os padrões mais exigentes. Uma das exigências é que, para certos programas, softwares e aplicativos, que, podem ser mais utilizados para ataques, se exige a configuração mais alta.

Um exemplo é a navegação na internet com o Microsoft Edge, o navegador padrão do Windows 10. Se o Controle de Usuário estiver desativado, o software não permite a sua auto execução.

Colocaram um controle de execução no navegador que consiste em consultar a execução do UAC. Veja a imagem abaixo. Se o Controle de Usuário não estiver sendo executado, o navegador reclama, exige a mudança da configuração e o desligamento do computador.


Tudo por uma melhor e mais aprimorada segurança do sistema operacional e proteção das informação dos computadores.

Um mundo em que o urgente toma lugar do que é importante!

Por estes dias estive em situação complicada. Além dos problemas emocionais; para além dos problemas hormonais; muito além do climatério se aproximando; além do que tem nos acontecidos após o fatídico ano de 2013, ter ficado sem o celular; sem a moto; ter ficado dias de insegurança, quando recebi o celular, me chegam mensagens.

Entendo as pessoas que vivem neste mundo urgente. Como dizia um amigo de minha juventude, o Fabrizio: “Vivemos em um mundo, em que o urgente, sempre tem tomado o lugar do que é importante” – Não ipsis litteris. Porém é com este sentido.

Quantas vezes encontramos pessoas nas ruas, nas igrejas, nas praças, e que, estão sob forte pressão psicológica, emocional, social e financeira?

Quantas pessoas estão em conflitos diversos sem demonstrar?

Quantos estão a sorrir protocolar e socialmente por que assim exige a etiqueta, assim, exige o mundo atual e moderno?

É este mundo urgente, em que, “se pago”,  logo tenho direitos assegurados, que muitas vezes, ignora e minimiza as emoções e as escolhas emocionais! Seja como for. Vivo neste mundo, e nele é que tenho que desdobrar e viver de acordo com a situação.

Os problemas financeiros, nós resolvemos quando a economia e os serviços melhorarem! No entanto, é muito comum, ver, ouvir e acompanhar pessoas lamuriando por terem perdido a oportunidade de ter ficado ao lado da pessoa amada; lamentar uma palavra dura em momentos agudos; viver repetindo ad aeternum:

  • – Ah! Se eu soubesse que seria assim, eu teria feito diferente;
  • – Eu não sabia que iria acontecer isto!
  • – Eu perdi uma grande oportunidade!
  • – Eu não dei oportunidade a ela para reconciliar;
  • – Eu não pedi perdão; eu não perdoei! …

Eu prefiro não arriscar. Prefiro viver as emoções. Prefiro passar fome com ela, que amo, do que, ter dinheiro sobrando na conta bancária e tê-la ausente de minha vida, ou, ficar com ela em todo e qualquer instante na incerteza dos eventos.

Por isto ai, não me arrependerei jamais!