Criei um canal de vídeo no youtube

Adão Braga também tem um canal no Youtube. É um antigo projeto. Nada de vídeos bem e super mega produzidos. Nada de vídeos gigantescos. Nada de vinheta. São vídeos em sua maioria de 1 a 2 minutos. Exceto aqueles em que for solicitado e que exigir. Os vídeos que pretendo fazer terão durações curtas. Afinal, penso que com 1 a 2 minutos é suficiente para explicar algo simples e fácil.

No início serão vídeos explicando atividades simples do uso do editor de texto Microsoft Word 2013(r) nas atividades de criação de um trabalho acadêmico.

Seguirei os passos de configuração do web-livro que já disponibilizei para download em 2010/2011.

Vídeo do canal

: Como configurar o tamanho do papel A4 para o TCC usando o Microsoft Word 2013

 

 


Em breve, se possível, terei uma URL personalizada.

Você sofreu lavagem cerebral da maioria nas redes sociais? Será que não?

  • Quando se lê.
  • Quando se ouve.
  • Quando se diz.

Quando se sabe que “há lavagem cerebral”, por óbvio que pensamos: “Eu não! “; “Eu não sofri nenhum tipo de lavagem cerebral”. “Eu sou livre destas tramoias e sou imune às tentativas de manipulação”.

Assim, nesta tônica, a coisa é mais perigosa, densa, ampla e disseminada do que pensamos. Pois, a pessoa sofreu lavagem cerebral, mas, pensa que não!

O que, por outro lado, é o grande objetivo do projeto. Fazer, e não deixar vestígios. Afinal, qual seria a vantagem de fazer algo assim, e deixar claro e evidente que foi feito, e a pessoa que sofreu, ter a certeza de que passou pelo processo?

Discordar do pensamento vigente. Ter opinião discordante. Pensar e agir de forma diferente do que é “permitido e aceitável” é visto como falta de humildade; é “ter ódio no coração”. Conforme o comentário de Maria Luíza*. Que suponho ser um pseudônimo de alguém que “pensa ser meu amigo ou amiga”, mas, que não tem coragem suficiente de atrelar sua opinião à pessoa que é.

Isto para mim é covardia. Como é que se pensa que é minha amiga; como é que pensa viver em uma sociedade democrática; como é que pensa que é livre sendo que se oculta em pseudônimos e se nega a discordar de pessoa que diz ser amiga de forma aberta, clara, honesta, direta?

Vivo em uma sociedade imiscuída em redes sociais, em que, criticar a opinião, seja de amigos, familiares, e de conhecido; seja de conteúdo política, religiosa, de conhecimento pragmático, do senso comum, futebolística, esportiva é um desrespeito; é uma deselegância discordar, contestar, revidar, fala contra. Se assim acontecer é procurar atrito, é ser descortês, é ser e estar infeliz, é ter ódio no coração, como me comentou Maria Luíza, Susucoster, Ricardo e outros nomes, que, suponho, serem nomes fictícios.

Meus amigos têm carta branca para se aproximar, criticar, xingar, reclamar, contestar. E mais! Penso, que se um homem, na minha idade não tiver amigos para corrigir os defeitos, erros e equívocos, devo ao menos ter a sensatez de levar em consideração o que inimigos e adversários tem a dizer a meu respeito.

Na sociedade pós Facebook, não se pode discordar da opinião “dos amigos”. No máximo se pode inquirir em tom de incredulidade: “O que é fulano? “; “O que é que está acontecendo com você? “; “Eu sei que você não é assim! “. Ou no máximo em tom jocoso: “Surtou, foi? Isto passa”.

Ou seja, sempre tem havido a lavagem cerebral para que pensemos e ajamos de forma semelhante; temos que estar felizes; amar a todos e a tudo; observar o pô do sol; viver em harmonia com a natureza, ser amante do belo, sofisticado, comer de acordo com as regras da alimentação saudável; ser responsável para não ter o colesterol ruim, os triglicerídeos dos infernos; ter uma vida saudável e correr atrás da felicidade, do amor, da paixão, do que é belo …, etc!

CASO CONTRÁRIO, temos, ou, talvez, tenho eu, algum tipo de problema com o resto de todos que assim pensa ser o normal, e o comportamento aceitável. Isto é lavagem cerebral, ou, no mínimo desrespeito. Quiçá, desconhecimento dos princípios básicos do como viver em sociedades democráticas.

Quanto a mim, bem! Discordar é um bem que a democracia me concede! Você não concorda com minhas ideias? Isto é uma conquista da democracia oxente! E que, infelizmente muitas mentes, até com certos conhecimentos, no entanto, não educadas para esta realidade, não conseguem compreender, entender e respeitar! O que não deixa de ser trágico, mas, como democrático, respeito e aceito, bem como contesto tais comportamento.

* algumas ideias do texto, tem como base, comentários no texto anterior: Em conflito com os amigos do Facebook. De novo!

Em conflito com os “amigos” do Facebook: De novo!

O conceito, e, também a convenção social prega que todos somos livres. Mas, o somos, desde que pensemos iguais a todos; falemos e tenhamos as mesmas ideias; propaguemos os mesmos conceitos, pertençamos aos mesmos grupos, estejam em acordo; divulgamos os mesmos slogans; repliquemos os mesmos valores; façamos o que querem.

E, se é isto, fico incomodado, e, logo, sem muita reflexão, largo de mão, abandono, saio de perto. Prefiro não ser incomodado, pois, se me incomodo, passo a incomodar. Esta é minha natureza. Este sou eu. Não tenho como mudar, não quero mudar, não tenho necessidade de mudar.

Quando me desgosto e tomo minhas decisões, ainda que, logo em seguida, bata o arrependimento, me venha a lembrança de motivos pelos quais havia decidido voltar… só de pirraça, só para manter a pose, só para ver e querer minha vontade suprema realizada, mantenho a decisão e atitude concretizada.

Eu juro que tentei. Juro que insistir. Eu quis ser gentil, amável, tolerante, amigável, hipócrita, cortês, coerente. Tentei entender; quis compreender; fiz o que pude para me sentir integrado e estar socialmente incluso; quis ficar no meio. Mas, não deu!

Não consigo fugir de minha maneira de ser, que gosto tanto; amo tanto ser assim; acho tão prático, legal, afável, gostoso, satisfatório, completo, amplo, irrestrito, ser, viver, agir, poder ser assim como eu sou, que, penso não ser necessário mudanças ou fazer um esforço hercúleo para pertencer a um grupo que não me entende, e, pior, deseja fazer de mim o que eles são: tolos, vazios, insuficientes, replicadores, enganados, …

Hastag: #adeus, mundo cruel!

De onde vem a má fama que pespega os bons profissionais?

Diz o ditado que o bom nome na praça vale mais do que dinheiro. Bem como há famas que, não há como se saber como é que se agrega a um grupo. Sim, há má fama que pespega em grupos, em uma categoria, uma classe, não apenas, em um indivíduo. Assim, se sofre com a má fama, tão somente, por fazer parte de um determinado grupo.

Por exemplo: parte da população brasileira deseja que a Polícia Militar seja extinguida, apenas, e tão somente, por que se creem em má fama. Parte da população pensa que a polícia é violenta de forma generalizada; outros dizem que são bandidos de uniformes e com direito concedido pelo Estado.

Outro exemplo: A igreja católica sofre com a má fama, de que, se é padre, logo, é pedófilo, enganador, explorador da fé. Tanto quanto há má fama semelhantemente nos pastores.

O último exemplo: Noutras profissões também há má fama espalhada. Mecânicos! É raro não haver quem duvide de que as peças foram substituídas, de que, as peças estavam de fato danificadas. Os técnicos em eletrônica também sofre de mal semelhante aos dos mecânicos.

Como é que que uma má fama se espalha a ponto de esta visão negativa se tornar generalizada sobre grupos de profissionais? Sem dúvidas, que, o comportamento de pessoas é quem permite que tal coisa aconteça. Quando um profissional, basta que apenas um mal profissional, tenha um comportamento, uma atitude estranha, imoral, ilegal, ilícita, que cause prejuízos, que levante suspeitas, e, não demora muito a comunidade começa a perceber e descobrir a má atitude dele.

Ao perceber o defeito de caráter daquela pessoa, se transfere, se espalha a pecha, a má fama pega então em todos que praticam a profissão. É um defeito da pessoa. É um comportamento daquela pessoa, não do grupo, porém, todos pagamos por este mau elemento. Se engana o mau elemento que age, nos dias de hoje de forma a querer enganar o cliente.

Semana passada ocorreu um caso desta natureza. Uma gerente me ligou e fez perguntas sobre o servidor da empresa. Perguntas do tipo:

  • Que servidor é o nosso?
  • Que tipo de programa funciona nele?
  • Este servidor compartilha arquivos na rede?
  • Este servidor tem um domínio instalado nele?
  • Este servidor tem necessidade de um antivírus?
  • O Avast Grátis pode ser instalado neste computador servidor?

Foram perguntas fora do escopo de suas atribuições dentro da empresa. A gerente estava avaliando o serviço de outro técnico. Ela detectou uma fraude na cobrança de serviços inexistente.

O Avast, a versão Grátis, não funciona em um ambiente de sistema operacional Windows Server. É o que está na documentação online do Avast. “O Avast 2016 não é suportado
(não é compatível, não pode ser instalado e não será executado) em DOS, Microsoft Windows em edições anteriores a XP, sistemas operacionais Microsoft Windows Server, ou quaisquer outros que não os especificados como suportados”

O técnico (ela não me disse quem era) cobrou por serviços de limpeza de vírus, e, disse que o Avast, a versão Grátis havia feito o serviço. MENTIRA! E, assim, também, a comunidade vai extirpando tais profissionais da sua agenda, ao passo, que vai selecionando os de sua confiança. Pois, afinal, com a ampla e constante acessibilidade, se consegue informações rapidamente, e, é possível detectar enganos desta natureza em minutos.

De onde vem a má fama que pespega os bons profissionais? Dos maus elementos, óbvio! Mas, por eles agirem mau, não faz com que a profissão seja má, tão pouco, todos os que trabalham em tal profissão é mau elemento.

Como apagar todos os e-mails rapidamente no Outlook?

Semanas atrás uma empresa arrendou o ponto de sua filial com todos os equipamentos e com todos os recursos eletrônicos até então utilizados. Porém, segundo o arrendador, as caixas de e-mails no Hotmail e no Outlook deveriam estar zeradas.

Neste ponto é que entrou meus serviços.

Eles queriam apagar todos os e-mails, anexos, pastas, e demais conteúdo existentes nos referidos e-mails, exceto, os contatos. Segundo me disse a gerente a dificuldade deles eram ter que apagar os mais de vinte mil e-mails recebidos e guardados nos últimos anos.

No e-mail Outlook e Hotmail esta atividade é muito simples e fácil de acessar e usar.

Veja na imagem abaixo o exemplo.


É simples assim. Clica-se na pasta com o botão direito do mouse e clica em Esvaziar Pasta.

Confirma seu desejo é pronto. Nada mais.

Faça com todas as pastas em que existir e-mails a serem excluídos.

 

 

O que as pessoas querem quando usam redes sociais?

O relacionamento humano é complicado, complexo, chato, turvo, beligerante; como disse o androide em Terminator 2: eles têm a natureza autodestrutiva.

Depois de ter afastado e permanecido 5 anos sem usar a rede social Facebook, este ano voltei a publicar e participar do ambiente. E, desde ontem, já desejei, e, desde ontem, não quero mais ir no ambiente. Os motivos são, de praxe, sentimentos meus, atitudes minhas, vontades minhas, desejos, contrariedades.

O pensamento mais simples, que me ocorre agora ao escrever este texto, é que, a maioria dos frequentadores do ambiente buscam bajulação; são narcisistas; são intolerantes com a opinião adversa; se ressentem com a crítica, ou por outra, preferem serem bajulados, elogiados falsamente, do que, receber uma advertência, uma exortação, uma reclamação verdadeira.

O pior, em minha opinião, várias vezes, interpretam erroneamente o que é publicado. Cito três eventos que me ocorreu nestes últimos dias.

1 – A seleção brasileira verdadeira;

Uma parente de minha esposa publicou algo assim: a seleção feminina é a verdadeira seleção brasileira. – Não sei se o texto está exatamente assim publicado, pois, me recuso a ir ao ambiente verificar.

Pois bem! Eu contestei dizendo que está incorreto. Que há dois selecionados nacionais. Um é feminino e o outro masculino. Ambas são verdadeiras, não há uma V e a outra F. E, concordei com a autora dizendo: por outro lado…

Ela, pelo que respondeu, não aceitou minhas observações. No texto de resposta, demonstrou contrariedade; não acho ruim ficar contrariada; mas, me incomoda esta indisposição com a opinião alheia, pois, revela, um desrespeito a princípios democráticos.

2 – Havia um coração apaixonado;

Uma de minhas irmãs publicou uma imagem. Sei que é uma variação, versão ou outra ideia baseada nesta imagem que circulava muito no Orkut.


Eu comentei assim – Há dois recados na imagem: 1) CABÔ; 2) foi você quem fez acabar.

Me limitei a dizer algo sobre a minha interpretação da imagem. Há outras observações que podem ser feitas. Por exemplo, o personagem do quadro 1, segura um coração; tem aparência de alegria e satisfação. Se o coração é dele, está feliz por estar apaixonado, feliz, contente. Também, se o coração não é dele, ele está também sentindo o mesmo, por ter um coração para cuidar e tê-lo nas suas mãos.

No entanto, a imagem do segundo quadro, mostra o mesmo personagem e o coração fatiado. Um olhar sinistro e uma faca na mão. Se o coração é dele, ele quem matou o que havia dentro dele; se o coração é do outro, ele matou o sentimento do outro que havia no coração alheio.

Seja como for interpretada a imagem, é uma mensagem do tipo recado: olha acabou! Está morto! Fim!

Mas, a resposta dela foi uma defesa: isto é só uma publicação e não um recado para ninguém. Como que, se eu a tivesse julgado por ter publicado a imagem. Como que se eu havia dito que ela estava mandando recado.

Respondi a ela: comentei a mensagem da imagem; não comentei e tão pouco julguei suas ações e atitudes.

3 – Eu vivo em outra realidade;

Tenho um amigo que o conheci em 26 de abril de 1998. Sei a data pois foi a data do ataque do vírus Chernobyl Ele está “morando junto” com alguém. Ela publicou um texto sobre o morar junto. Eu li o texto. E, num determinado trecho, li, e ainda que tenha entendido a metáfora, quis conferir com ela, se era daquele jeito que estava no original.

Mas, quê? As coisas mais simples que existem, sempre há um elemento complicador para mim. Eu copiei o texto. Coloquei, como determina a regra o SIC entre parênteses, e, indaguei: É isto mesmo? –

O (SIC) entre parênteses DEVE ser suficiente para quem vai ler entender o seguinte: “este texto está assim no original. Você pode achar estranho, mal escrito, informal, desconexo, porém, é assim que está no original”. E, eu fiz referência ao texto. Perguntei sobre o texto; mas, ela respondeu, como se eu estivesse criticando ela e o modo deles viverem juntos.

É o que eu digo: Gente, quem tratou corretamente e certo foi Deus. Ele disse: Noé! Faz um barco e salva os bichos!

Há tantas outras coisas nas redes sociais que me faz querer ficar longe delas, especialmente o Facebook. Já tentei duas vezes. Mas, o ambiente se transformou em algo desprezível para mim. É um ambiente, que no geral, são feitas de pessoas, que “nos achamos” estudados, inteligentes, coerentes, legais, respeitadores, civilizados, e capazes de viver bem nestes ambientes. Mas, é só a face visível, como a nossa lua.

Somente uma pessoa.

Uma pessoa, apenas uma pessoa, após ler o que respondi, em seguida, mandou-me uma mensagem privada pedindo explicações. Dialogamos via mensagens privadas por cerca de uma hora e meia. Não sobre o assunto, pois, ficou resolvido em quatro mensagens. Dialogamos sobre saudades, famílias, sucessos, dores, frustrações, desejos e outras coisas de nossas vidas.

No Facebook vivo assim: se eu comento algo, deduzo que alguém, a outra parte deste meio de comunicação, detém um certo conhecimento. Eu não preciso dar muitas explicações para me fazer entendido; não é o que diz: para um bom entendedor, meia palavra basta? Tenho reconhecido que é um erro, de interpretação de minha parte. Milhares não sabem! Milhões não entendem palavras e frases inteiras, e, se fosse meias palavras? Um pingo?

Eu sou! Mas, você não tem que ser

Deduzo sempre, que, quem usa redes sociais, seja capaz de interpretar, saber identificar figuras de linguagem, diferenciar um texto sério, de outro texto não sério do tipo: humorístico, caustico, humor negro. Então, para mim, é extremamente desagradável ter que explicar coisas como: “isto foi uma ironia”; “estou sendo sarcástico”. Por outro lado, os administradores da rede já perceberam esta realidade e já disponibilizaram figuras, ícones e linguagem gráfica para exprimir tais sentimentos.

E, basta você usar uma das várias imagens para exprimir tristeza, depressão, solidão, rancor, raiva, ira … ou outro sentimento qualquer, que não seja o esperado de você estar alegre, satisfeito, sorridente, feliz, amável… enchem de comentários positivos, autoajuda, aquele papo de: “sinta assim não, você é lindo(a)”; “ah! Fica assim não”, “Levante-se! Dê a volta por cima”… É, como se, somente ser feliz, estar feliz, estar contente e satisfeito, não reclamar das desgraças, infortúnios e desventuras é que é o padrão aceitável, tolerável e permitido. E o pior disso, é que, depois vem com imagens sugestionando: se não te aceitam como você é, não merece sua amizade, amor ou companhia.

Ou, eu sou isto, sou assim e assado, mas, você não pode, não precisa, nem tem por que ser assim: cheio de contradições e defeitos.

Ser bajulador e puxa-saco é o padrão?

No Facebook, se você não bajular; se você não elogiar; se você não repetir kkkkk; se você não for “mono adjetivador”; se você se expressar verdadeiro sobre o que vê, lê, ouve e sente… você é visto como pessoa a ser evitada. E, tem mais! Se você demonstrar conhecimento, inteligência, saber, muitas vezes, vem o aviso: seja humilde. E por fim o rótulo: você é arrogante. Sua sabedoria e inteligência sem humildade, é desprezível, é detestável. Onde já se viu um mestre assim, deste jeito?

Parecem que nunca leram o evangelho e as tiradas de Jesus, tais como: “você é mestre em Israel e não sabe destas coisas?”; “Até vocês não entenderam o que eu expliquei?” Ou numa versão, que, penso que o evangelista usou uma boa figura de linguagem: o que você come, entra pela boca e vai para o intestino, e de lá, “sai por lugar escuso” – Marcos 7:19.

Para quem sabe ler, sabe o que Jesus disse por onde é que sai a coisa que você come.

Comentei a publicação e vídeo de um amigo de minha juventude; ele, devolveu: “Da próxima vez, submeto o texto a seu crivo gramatical”. Nem lhe fiz crítica sobre erro algum, quanto mais de gramática. Disse-lhe claramente, que, eu usaria outros termos. Enfatizei que, se eu tivesse escrito o texto e feito o vídeo, uma coisa – apenas uma coisa – eu faria diferente do que ele fez.

Em minha curta visão, é assim o ambiente do Facebook e de outras redes sociais.

Por isto, deixa-me voltar a viver do jeito que gosto: distante, mas, não isolado; só, mas não na solidão.