Banco do Brasil e Mozilla precisam resolver a questão!

Eu sou pago por empresas e pessoas para fazer com que programas, aplicativos, hardware e outras tecnologias funcionem dentro do esperado. E, digo mais: eu gosto quando as coisa ficam funcionando, mas, ganho dinheiro quando elas param de funcionar. Dentro do esperado eu procuro encontrar os motivos pelos quais algo deixa de funcionar, e então, vou lá e faço funcionar. Evidentemente dentro do escopo técnico de um técnico de informática.

Por outro lado, reclamo insistentemente com o que não é consertado por quem deveria consertar, como é o caso do Mozilla Firefox e do Banco do Brasil. Veja a imagem abaixo:

Não é de hoje que reclamo da situação. A situação é a seguinte:

  • Se o Firefox estiver instalado, deve-se remover para instalar o programa DiagnósticoBB, pois, se não, o DiagnósticoBB apresenta várias mensagens de erro;
  • Quando você vai usar a “Ferramenta de Diagnóstico do BB Token” se o Firefox estiver instalado apresenta erro; se não está, também.

Minha conclusão é que o Mozilla e equipe do Banco do Brasil necessita sentar e procurar uma solução.

 

 

 

Ronda Rousey perdeu de novo ou Amanda Nunes continua campeã?

Quando Ronda Rousey perdeu a primeira vez, os fãs que assistiram a luta aqui em casa, ficaram “tão destruídos” quanto ela. Ronda Rousey lutou no dia 30/12/2016 contra Amanda Nunes e perdeu de novo.

Depois desta segunda derrota há quem pense que Ronda Rousey será demitida do UFC, que Ronda Rousey deveria se aposentar.

Eu penso que Ronda Rousey deva mudar a estratégia de luta. Ronda Rousey deve aprender a apanhar, levar porrada; deve aprender que, quando não se ganha nocauteando, que se ganha por pontos.

Ronda Rousey deve aprender seguir uma estratégia de luta, e principalmente, deve trabalhar o lado psicológico e considerar que levar uma porrada, sangrar o nariz, abrir o supercilio, um nariz quebrado e sangrando não deve ser motivo suficiente para uma profissional de luta como ela, desesperar e não saber mais o que deve ser feito no ringue.

Se bem que a campeã Amanda Nunes não deu chances para ela pensar e analisar o que estava acontecendo!

Série: Demolidor 1ª temporada

Digo sempre ou repito com frequência a frase: “Eu sou um bicho urbano, doméstico, capitalista e que gosta das comodidades que a vida possa me oferecer.” Assim sendo, eu assisto muitos filmes, séries, animações, e deixei de lado as novelas. De todos os canais: Globo, SBT, Record e Band.

Pois bem! Assisti a primeira temporada de Demolidor a produção da Netflix, e, sigo com meus pensamentos, opiniões e conceitos. Eu penso que os roteiristas, diretores e adaptadores para a TV, filmes e séries tem a “liberdade” de inovar, criar, modificar, porém, por outro lado, no entanto e todavia, É EXIGIDO que ao menos entreguem ao fã telespectador e ao espectador iniciante uma história coerente, e, pelo menos SEMELHANTE em grande parte com o que o fã conhece, imagina, comenta e tem a expectativa de ver reproduzida na tela.

Lamento que se tente inovar, criar, recriar, redesenhar, reformar tanto no que necessitaria, apenas, e tão somente de adaptações de um formato (das HQ) para outro formato (Série ou filme). Neste ponto, me lembro do documentário This Is It (Michael Jackson) quando no ensaio ele interrompeu um dos integrantes da equipe e o corrigiu, mais ou menos assim:

– Ô! Muito bom! Gostei desta sua inovação! Achei interessante isso que você fez! Mas, EU QUERO que você faça do jeito que foi feito originalmente e o fã gostou.

Ou seja, o show, não era mais uma criação dele, para ele, era para agradar aos fãs e se exigia que fizesse do jeito que os fãs gostariam de ver e ouvir.

É irritante como os diretores e adaptadores mudam o que nos agradam. Todos sabemos ou pelo menos temos uma lista das pessoas que sabem quem são aqueles por debaixo das máscaras. Mas, nos filmes e séries, me parece, que a tara é tirar a máscara e logo dizer: SOU EU! Não me agrada esta iniciativa de que os heróis dos quadrinhos mantenham suas identidades em secreto por muito tempo, e, nas adaptações, em meia hora, poucos capítulos está lá o mascarado se revelando para todos.

Quem lê gibi ou HQ e segue um herói, até mesmo os vilões, mantém em segredo suas identidades secretas, a dupla identidade, a vida oculta, ainda que seja como Wilson Fisk que oculta sua vida de crime por detrás de uma vida de fachada, filantropo e homem de negócio.

Na primeira temporada de Demolidor, a produção da Netflix, eu entendi e aceitei a ideia de dar aos novos fãs, aos clientes Netflix uma origem, uma construção de personagem para todos os componentes do mundo do Demolidor e suas respectivas vidas, no entanto, não me agradou a demora em construir o personagem. Muito lento, lerdo. Batman Begin, por exemplo, em minutos recriou o passado de Bruce Wayne, onde esteve e o que fez. Passamos uma temporada inteira para, no final, vê o que? Como é que foi que o Demolidor adotou o nome, e, de onde é que ele consegue um uniforme que o protege de balas, ferimentos, impactos? E, que, foi adquirido de forma obscura de um fornecedor de Wilson Fisk?

São detalhes que fazem com os fãs, como eu, ainda que vamos continuar a assistir a série por gostar do personagem, nos fazem criticar a produção da série, nos fazem críticos das mudanças, das inovações. Quem acompanha o personagem em todos os detalhes, desenho, argumento, equipe deseja que ao menos parte do que foi construído seja reproduzido. Que o fã pudesse de alguma forma identificar um cenário, uma história, algo familiar além dos nomes dos principais personagens, nome da cidade, época, vilão e parcos detalhes.

Não foi perca de tempo assistir a primeira temporada de Demolidor. Porém, penso que se poderia fazer mais, melhor e de outra forma. Afinal, depois de assistir Distrito 9 e vários vídeos Freerunning e Parkour se percebe que era possível fazer mais pelo personagem quanto às acrobacias.

Em 2016 não senti empatia por nenhum servidor público

Eu leio e também vi na TV como anda a situação de muitos servidores públicos país a fora. É triste a situação em que os entes federativos estão. As vezes somos chamados a sentirmos empatia por eles. Devemos como brasileiros, irmãos, amigos, conhecidos, familiares se condoer da situação deles.

Porém, por outro lado, no entanto, quando os servidores públicos, juntamente com seus respectivos sindicatos, em suas assembleias, decisões coletivas decidem fazer greves, paralisações em reinvindicações diversas, de qualquer pauta, vontades deles, QUANTAS VEZES eles se condoeram da população?

Quando enfermeiros, professores, bombeiros, policiais, bancários, técnicos de campus… todos decidem manter greve, continuar as paralisações, eles pensam em nós, o povo, a população, os que pagam impostos, o cidadão comum! Não! Quiçá, pensam em nós como aliados dos poderosos e até sentem-se em uma luta contra a opressão, de todos contra eles.

Então, digo, em 2016 não senti empatia por nenhum servidor público que ficou com suas contas atrasadas por falta de condições dos entes federativos em quitar-lhe seus honorários. Pior, sabemos que, não vai demorar para a justiça obrigar-nos a todos a pagar e a indenizar estas pobres pessoas sofredoras. Ou seja, eles não terão pena de nós outra vez. Não abrirão mão de toda e qualquer vantagem.

Feliz 2017 a todos.

Em algumas horas, a partir de agora, 30 de dezembro de 2016, às 17:00 iniciará o ano de 2017. Confesso que não sou das pessoas que tenho expectativas para o “ano que se aproxima”. Não penso que serei mais feliz, mais didático, mais eficiente, mais qualquer outra coisa no ano que inicia. Também não sou de fazer promessas do tipo: neste ano vou fazer diferente, vou agir diferente, vou deixar de fazer; vou começar a fazer. Não farei dieta, a não ser, exigência médica; não farei viagens, a não ser as inevitáveis ou uma que apareça e haja condições; não tenho metas para o próximo ano. Não tenho carro para comprar, nem casa para mobiliar, nem sonho a alcançar.

O que acontecer, tá bom! Para mim, esta falta de “amanhã” é, sem dúvidas algo ruim, tanto quanto me é bom, afinal, não fico decepcionado, angustiado, estressado por algo que não ocorra, tanto quanto, não há expectativas futuras para os próximos 365 dias do período.

No entanto, não quer dizer que eu não aproveite a chance de desejar a todos os amigos e familiares que todos tenham um ano proveitoso, de conquistas, realizações, sonhos alcançados, casamentos concretizados, os velhos casados que se comemore suas bodas.

Feliz 2017 a todos.

Banco do Brasil tem aumento de 68,61% nas tarifas!

A imagem acima mostra as tarifas que o Banco do Brasil me cobra para manter uma conta, bem como, um serviço de SMS para me avisar de movimentação. Percebo que ocorreu aumento nos Pacote de Serviços.

Penso que em uma sociedade de mercado, liberal, capitalista todas as coisas, bens, serviços, insumos, informações… tudo tem seu valor, tem seu preço, pode ser ofertado e comprado por um preço justo. O que, às vezes, e, é este o caso, reclamo do quanto é que foi aumentado. A culpa é da ingerência que ocupou os principais cargos e setores públicos no Brasil nos últimos anos.

Observo, e calculando por alto, o pacote de serviço que custava 6,85 aumentou para 11,55. É um GRANDE aumento. Chega a mais de 60%, diria mais: quase 70%. No Microsoft Excel encontro o valor exato: 68,61314% de aumento. No aumento sobre a Tarifa de SMS o aumento foi de 34,4086%

Um promotor certa vez tentou me convencer que se perde o direito de reclamar, quando, por muito tempo se foi beneficiado por taxas baixas.

Ou seja, na cabeça do indivíduo, só por que o Banco do Brasil foi orientado a manter taxas baixas por longos anos, devemos agora aceitar qualquer e todo tipo de aumento por que, quando, as taxas eram baixas, eu não reclamei de o BB não realizar aumentos.

Essas pessoas têm o que no lugar do cérebro?