Sobre o jogo da memória: “O legado do PT”

Não sei se a estratégia terá resultado. Não sei se é boa coisa fazer do que é sério, em algo lúdico como é a política, a crítica política, a oposição a um sistema, plano de poder e de governo. Dá-se a impressão de que é coisa pequena, de pouca importância e não é.

Estou a comentar o fato de o PSDB ter lançado na internet um jogo de memória sobre o legado do PT. O link é este: http://psdb.org.br/legado-do-pt/. A imagem final, quando eu terminei foi esta:

Pois bem!

Ainda que seja tudo verdadeiro, dá a impressão de que, se está fazendo chacota, chutando cachorro morto e não se deve menosprezar, subestimar esta gente, nem esta corrente de pensamento, afinal, quem foram eles no passado hein? Foram perseguidos, quase exterminados, e, no entanto, deixaram umas poucas pessoas, uns refugiados e depois anistiados e olha o que fizeram com o Brasil.

É bom não levar na brincadeira não!

 

O que você mais procura na web?

O planeta terra é heterogêneo e nós humanos, por padrão somos diferentes e ecléticos. Não é o padrão, mas, é o que somos! Dizem, que o padrão da natureza é que todos sejamos diferentes.

Pois bem, tendo feito esta breve introdução, me espanta a quantidade de pessoas que gostam do que eu não gosto; que apreciam o que acho ruim; que se deslumbram com o que penso ser insignificante.

Para tanto, observe os muitos links existentes nos portais. Qualquer um: uol, ig, yahoo, MSN, terra, … etc e veja em quantos links você de fato se interessa e que te move a clicar.

Outra coisa. Há muitos “especialistas” explicando como ganhar dinheiro, ser rico, bem sucedido utilizando a internet. Muitas vezes eu clico em um link, faço o cadastro (com um e-mail para estas ações) e recebo a proposta. A maioria é pura isca. Isto mesmo! Eles divulgam algo dizendo que é grátis, que você vai receber uma SUPER informação, a revelação de um segredo, uma orientação … e, no fundo é só, e somente, mais uma tática, uma técnica para apresentar um produto e vende-lo.

Eu não faço isto, e sofro por não ter a competência em fazê-lo. Basta ver as planilhas que disponibilizo para downloads. Todas são grátis para se fazer o download. Mas, as pessoas não clicam no link do O DOWNLOAD É GRÁTIS. Elas clicam em fazer o comentário e me pediam por e-mail. Comecei pedindo dez reais; aumentei para 20; agora são 30 reais.

Muitos, os mesmos que criticam a corrupção na política, são também os mesmos que recebem, e não depositam. Alguns justificam com as mais estranhas desculpas. Não à toa, os grandes portais estão cheios de promoções e links para fofocas, entretenimento e inutilidades. Criei um Canal no Youtube de vídeos para explicar coisas básicas e simples do dia-a-dia da informática… desanimei. Não tem audiência, mesmo, investindo em divulgação em alguns meses poucos inscritos no canal.

Uma blogueira e twiteira disse-me: Não é bem procurado os temas que não sejam entretenimento, baboseira, piadas, fofocas e temas educacionais!

Banco do Brasil e Mozilla precisam resolver a questão!

Eu sou pago por empresas e pessoas para fazer com que programas, aplicativos, hardware e outras tecnologias funcionem dentro do esperado. E, digo mais: eu gosto quando as coisa ficam funcionando, mas, ganho dinheiro quando elas param de funcionar. Dentro do esperado eu procuro encontrar os motivos pelos quais algo deixa de funcionar, e então, vou lá e faço funcionar. Evidentemente dentro do escopo técnico de um técnico de informática.

Por outro lado, reclamo insistentemente com o que não é consertado por quem deveria consertar, como é o caso do Mozilla Firefox e do Banco do Brasil. Veja a imagem abaixo:

Não é de hoje que reclamo da situação. A situação é a seguinte:

  • Se o Firefox estiver instalado, deve-se remover para instalar o programa DiagnósticoBB, pois, se não, o DiagnósticoBB apresenta várias mensagens de erro;
  • Quando você vai usar a “Ferramenta de Diagnóstico do BB Token” se o Firefox estiver instalado apresenta erro; se não está, também.

Minha conclusão é que o Mozilla e equipe do Banco do Brasil necessita sentar e procurar uma solução.

 

 

 

Ronda Rousey perdeu de novo ou Amanda Nunes continua campeã?

Quando Ronda Rousey perdeu a primeira vez, os fãs que assistiram a luta aqui em casa, ficaram “tão destruídos” quanto ela. Ronda Rousey lutou no dia 30/12/2016 contra Amanda Nunes e perdeu de novo.

Depois desta segunda derrota há quem pense que Ronda Rousey será demitida do UFC, que Ronda Rousey deveria se aposentar.

Eu penso que Ronda Rousey deva mudar a estratégia de luta. Ronda Rousey deve aprender a apanhar, levar porrada; deve aprender que, quando não se ganha nocauteando, que se ganha por pontos.

Ronda Rousey deve aprender seguir uma estratégia de luta, e principalmente, deve trabalhar o lado psicológico e considerar que levar uma porrada, sangrar o nariz, abrir o supercilio, um nariz quebrado e sangrando não deve ser motivo suficiente para uma profissional de luta como ela, desesperar e não saber mais o que deve ser feito no ringue.

Se bem que a campeã Amanda Nunes não deu chances para ela pensar e analisar o que estava acontecendo!

Série: Demolidor 1ª temporada

Digo sempre ou repito com frequência a frase: “Eu sou um bicho urbano, doméstico, capitalista e que gosta das comodidades que a vida possa me oferecer.” Assim sendo, eu assisto muitos filmes, séries, animações, e deixei de lado as novelas. De todos os canais: Globo, SBT, Record e Band.

Pois bem! Assisti a primeira temporada de Demolidor a produção da Netflix, e, sigo com meus pensamentos, opiniões e conceitos. Eu penso que os roteiristas, diretores e adaptadores para a TV, filmes e séries tem a “liberdade” de inovar, criar, modificar, porém, por outro lado, no entanto e todavia, É EXIGIDO que ao menos entreguem ao fã telespectador e ao espectador iniciante uma história coerente, e, pelo menos SEMELHANTE em grande parte com o que o fã conhece, imagina, comenta e tem a expectativa de ver reproduzida na tela.

Lamento que se tente inovar, criar, recriar, redesenhar, reformar tanto no que necessitaria, apenas, e tão somente de adaptações de um formato (das HQ) para outro formato (Série ou filme). Neste ponto, me lembro do documentário This Is It (Michael Jackson) quando no ensaio ele interrompeu um dos integrantes da equipe e o corrigiu, mais ou menos assim:

– Ô! Muito bom! Gostei desta sua inovação! Achei interessante isso que você fez! Mas, EU QUERO que você faça do jeito que foi feito originalmente e o fã gostou.

Ou seja, o show, não era mais uma criação dele, para ele, era para agradar aos fãs e se exigia que fizesse do jeito que os fãs gostariam de ver e ouvir.

É irritante como os diretores e adaptadores mudam o que nos agradam. Todos sabemos ou pelo menos temos uma lista das pessoas que sabem quem são aqueles por debaixo das máscaras. Mas, nos filmes e séries, me parece, que a tara é tirar a máscara e logo dizer: SOU EU! Não me agrada esta iniciativa de que os heróis dos quadrinhos mantenham suas identidades em secreto por muito tempo, e, nas adaptações, em meia hora, poucos capítulos está lá o mascarado se revelando para todos.

Quem lê gibi ou HQ e segue um herói, até mesmo os vilões, mantém em segredo suas identidades secretas, a dupla identidade, a vida oculta, ainda que seja como Wilson Fisk que oculta sua vida de crime por detrás de uma vida de fachada, filantropo e homem de negócio.

Na primeira temporada de Demolidor, a produção da Netflix, eu entendi e aceitei a ideia de dar aos novos fãs, aos clientes Netflix uma origem, uma construção de personagem para todos os componentes do mundo do Demolidor e suas respectivas vidas, no entanto, não me agradou a demora em construir o personagem. Muito lento, lerdo. Batman Begin, por exemplo, em minutos recriou o passado de Bruce Wayne, onde esteve e o que fez. Passamos uma temporada inteira para, no final, vê o que? Como é que foi que o Demolidor adotou o nome, e, de onde é que ele consegue um uniforme que o protege de balas, ferimentos, impactos? E, que, foi adquirido de forma obscura de um fornecedor de Wilson Fisk?

São detalhes que fazem com os fãs, como eu, ainda que vamos continuar a assistir a série por gostar do personagem, nos fazem criticar a produção da série, nos fazem críticos das mudanças, das inovações. Quem acompanha o personagem em todos os detalhes, desenho, argumento, equipe deseja que ao menos parte do que foi construído seja reproduzido. Que o fã pudesse de alguma forma identificar um cenário, uma história, algo familiar além dos nomes dos principais personagens, nome da cidade, época, vilão e parcos detalhes.

Não foi perca de tempo assistir a primeira temporada de Demolidor. Porém, penso que se poderia fazer mais, melhor e de outra forma. Afinal, depois de assistir Distrito 9 e vários vídeos Freerunning e Parkour se percebe que era possível fazer mais pelo personagem quanto às acrobacias.

Em 2016 não senti empatia por nenhum servidor público

Eu leio e também vi na TV como anda a situação de muitos servidores públicos país a fora. É triste a situação em que os entes federativos estão. As vezes somos chamados a sentirmos empatia por eles. Devemos como brasileiros, irmãos, amigos, conhecidos, familiares se condoer da situação deles.

Porém, por outro lado, no entanto, quando os servidores públicos, juntamente com seus respectivos sindicatos, em suas assembleias, decisões coletivas decidem fazer greves, paralisações em reinvindicações diversas, de qualquer pauta, vontades deles, QUANTAS VEZES eles se condoeram da população?

Quando enfermeiros, professores, bombeiros, policiais, bancários, técnicos de campus… todos decidem manter greve, continuar as paralisações, eles pensam em nós, o povo, a população, os que pagam impostos, o cidadão comum! Não! Quiçá, pensam em nós como aliados dos poderosos e até sentem-se em uma luta contra a opressão, de todos contra eles.

Então, digo, em 2016 não senti empatia por nenhum servidor público que ficou com suas contas atrasadas por falta de condições dos entes federativos em quitar-lhe seus honorários. Pior, sabemos que, não vai demorar para a justiça obrigar-nos a todos a pagar e a indenizar estas pobres pessoas sofredoras. Ou seja, eles não terão pena de nós outra vez. Não abrirão mão de toda e qualquer vantagem.