Não pratico a prostituição de serviços

Na sexta-feira última encontrei com um antigo cliente. Gente muito boa, porém, muito pechinchador. Sempre quer descontos acima do que se pode dar. Ele me afirmou que estava pesquisando preços para alguém formatar o notebook. Fiz as perguntas: é novo? Tem arquivos para serem copiados? Está apresentando algum defeito? Baseado no que ele me disse, e já, sabendo que iria pechinchar, informei o preço do serviço.

Ele então me disse que meu serviço estava caríssimo, pois, “outro técnico” lhe faria o serviço por R$ 50,00 (cinquenta reais) e ainda instalaria o antivírus Kaspersky novo com licença de um ano para dois computadores.

– Então dê o serviço a ele! Eu disse-lhe! Mas, ele ainda insistiu na pechincha: – É que eu pensei se você pudesse fazer mais barato; assim! Por uns R$ 40,00 (Quarenta Reais).

– Nunca! Jamais faria este serviço por tal preço. Como disse: leve logo o notebook para este técnico fazer o serviço!

A concorrência é natural e normal num mercado livre, liberal e capitalista, no entanto, certas ofertas de serviços é concorrência desleal, e até mesmo “prostituição de serviços”, coisas que não pratico!

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