“Fui chamado” de escravagista por defender o livre mercado!

Nesta tarde, mais uma vez, tive uma conversa com um doutor. Porém, cada dia que passa, mais fico convencido de que em Irecê e na região a mente das pessoas, pelo menos metade dos habitantes de Irecê, tem conceitos contrário ao que penso.

São pessoas que creem e esperam que o “Estado” seja o tutor, o patrão, o benfeitor, a maior empresa, o dono de tudo, o paizão, a mãezona de todos. Eu não!

A conversa se transcorreu sobre o fim das greves dos bancários.

Em minha opinião, disse a ele:

– Todos que estão insatisfeitos com o que ganha deveria ter a hombridade de ir lá, pedir para sair, receber o que tem a receber e ir fazer o que lhe satisfaz e agrada.

O doutor discordou! Na opinião dele, se as pessoas estão ganhando menos, se os salários não estão sendo reajustados, se as condições de trabalho não estão boas, devem os funcionários fazer greve. Parar os serviços da empresa.

Mas, não soube me explicar, como é que fica a lengalenga de se “fazer o que quer para ser feliz! “; que não se deve ter medo de ir atrás de seus sonhos; que se deva desvencilhar de todos os grilhões que te aprisionam. Disse que o mundo não é igual ao que eu penso; que o que penso só funciona para mim e ou para uma só pessoa. Ou seja, o doutor, que vive de prestar serviços especializados em causas trabalhistas é a favor de mais Estado; mais imposto sobre as empresas; é a favor de que os bancos e a empresas tenha que dividir TODOS os lucros.

Por fim, é uma mentalidade contrário ao livre mercado; contrário ao liberalismo. Se bem que, o carrão dele, a casa, o celular, os aparelhos que usa, somente onde há capitalismo, onde a mercado, a livre iniciativa existe!

Para mim, o direito à greve deveria acabar e quem tem serviços a oferecer, que venda seu tempo, que venda suas capacidades técnicas e seus serviços pelo preço que lhe seja justo; que consiga negociar o melhor preço para que se trabalhe menos, ganhe mais e que esteja fazendo o que gosta, o que ama e o que sabe fazer!

Para o doutor, esta minha visão é escravagista. Para ele, no entanto, o Estado tem que ser o maior patrão de um país; que os direitos trabalhistas, são em regra, desrespeitado pelos patrões e pelas empresas.

Por outro lado, não vê com bons olhos a minha ideia: que todo e qualquer servidor público tenha a coragem, de, por estar recebendo pouco, estar insatisfeito pedir demissão e vir para o mercado de trabalho, que venha empreender; que venha ser patrão; que seja dono de seu próprio negócio… ah! Isto é uma visão escravagista!

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