Depois de provocar o acidente o elemento se evadiu do local

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“O elemento se evadiu do local”

Nesta segunda-feira, 04/07/2016, ao entrar na rua Professora Hilda Vasconcelos, um motoqueiro que vinha na direção contrária, também estava olhando “não sei o que” em suas mãos – (não sei se era o celular, uma ficha de papel ou era um bilhete) – sei que ele não estava olhando para frente, e sim, com a cabeça baixa olhando algo na mão.

Consegui a tempo parar a moto, buzinar, gritar. Minha esposa na garupa gritou, pessoas na calçada gritaram; mas, a colisão foi inevitável. Eu consegui evitar o pior quando parei e tentei ao máximo ir para a direita, mas, havia um caminhão baú parado. Não consegui ir mais para a direita. A moto dele nos mirava e vinha em nossa direção. Sem mais nada poder fazer, naqueles 4 ou 5 segundos, tirei a mão esquerda do guidão, e suspendi a perna. Quando o indivíduo levantou as vistas e viu a direção em que estava, ele quis, e tentou, mas, não conseguiu evitar o choque.

Minha esposa foi a que pior ficou. Ela não conseguiu tirar a perna esquerda e levou um grande impacto, na canela e no pé. O artista Jailson, que tem o ateliê na esquina, foi quem levou Kátia para UPA.

Depois de atendida, eu a levei à SEMIR para tirar o raio X. Ela fraturou o dedão do pé esquerdo, e, está com a canela bem inchada. E o indivíduo “se evadiu do local e não prestou socorro à vítima” logo após dizer-nos: “vai indo aí na frente que eu vou seguindo vocês”.

Fui bom, altruísta, benevolente e optei em acreditar na essência dos bons, de que nós humanos somos capazes de sermos melhores do que se espera que sejamos! E o que ganhei? Do ponto de vista financeiro prejuízos; do ponto de vista emocional e psicológica a constatação negativa; do ponto de vista social, confirmação de que a raça humana é o que é, resumindo: LEVEI UM CALOTE!

Abaixo informações da moto em que o dito motoqueiro estava, que não sei quem é.


Além destas informações, bem, o sujeito estava vestido com uma camisa do tipo blusa de malha, com adesivo da Embasa, uma bolsa do tipo tiracolo de couro, e, que ele trabalha com cobranças. Repetiu algumas vezes: “eu nem estou bebendo! Eu estou trabalhando e acontece uma coisa dessa”.

 

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