Adão Braga Borges nasceu em Nanuque, Minas Gerais. Morou na Vila Esperança na Av. W1, que hoje é denominada de Av. Anhanguera. Meus pais ainda lá moram. Atualmente mora em Irecê. Casado. E segundo diz a esposa, acompanhada de testemunhas, sou pai dos dois filhos dela. Sou grato por ter isto. Trabalho com informática. Manutenção. Instalação. Configurações. Estudo informática no IFBA.

Adão Braga Borges nasceu em Nanuque, Minas Gerais. Morou na Vila Esperança na Av. W1, que hoje é denominada de Av. Anhanguera. Meus pais ainda lá moram. Atualmente mora em Irecê. Casado. E segundo diz a esposa, acompanhada de testemunhas, sou pai dos dois filhos dela. Sou grato por ter isto. Trabalho com informática. Manutenção. Instalação. Configurações. Estudo informática no IFBA.

Como é que os softwares “emburrecem” quem os usa? #01

Em 2010 quando estava iniciando o curso técnico subsequente de informática no IFBA (Instituto Federal da Bahia, campus Irecê) em conversa com um professor, disse a ele que em vários aspectos, o uso constante dos softwares fazia com que as pessoas deixassem de adquirir conhecimentos, e, ou ficavam dependentes dos softwares para atividades, antes, fáceis, comuns e exigíveis como por exemplo, atividades simples das quatro operações: somar, diminuir, multiplicar e dividir.

No uso da gramática etc.

Os softwares têm nos feito desvalorizar os conhecimentos básicos da nossa língua portuguesa. Enquanto escrevo este texto, o Microsoft Word 2013 me informa que há algo errado na frase inicial deste parágrafo. Veja na imagem logo abaixo.


Eu sei o que é, mas, confio que o software faz para mim as atividades de correção quanto vários aspectos gramaticais tais como: análise sintática, concordância verbal, nominal, ortográfica, acentuação gráfica, etc. É um avanço tecnológico, bem como é, um meio de preguiça e favorece ao “emburrecimento”.

Observação:

Por emburrecimento, afirmo, que se trata de uma constante, insistente e facilitação à “não necessidade de memorizar, adquirir, armazenar e aplicar” conhecimentos básicos e necessários.

Os softwares editores de textos disponíveis no mercado são capazes de identificar erros diversos na confecção dos textos. Há correções diversas quando você escreve sem um acento, agudo, crase, circunflexo, bem como, corrige quando você insere um acento em uma palavra não acentuada. Corrige também falta de vírgula em frase e de até ponto final, tanto quanto sugere a correção de aspas erradas, o uso da exclamação e da interrogação.

Os editores de textos também sugerem quando deve separar por vírgula o verbo, o substantivo, o aposto, a adversativa; tanto quanto falta um ponto e vírgula, marca em azul alguns tipos de erros, em vermelho outros, e em verde o tipo incorreções. Veja a imagem abaixo a sugestão de correção.


Isto é apenas um breve comentário do quanto, e de como, os editores de textos favorecem ao emburrecimento de quem os usam. Não há a necessidade de aprender gramática do mais simples conceito aos mais complexos conhecimentos sobre linguística, morfologia, sintaxe, classes gramaticais. Além das muitas outras opções de configuração para que o editor de texto possa traduzir, escolher dicionário, autocorreção, substituição de palavras duplicadas, monitoramento de palavras em maiúsculas, identificação de gênero, e a escolha do artigo correspondente, etc.

De umas décadas para cá muitos são formados em universidades, em curso de graduação, pós-graduação, doutorado e mestrado onde os conhecimentos adquiridos não representam, não mais do que uma baixa percentagens do ensino médio. Por outro lado, para criar um software com tal capacidade, é exigido que equipes diversas estejam sendo bem organizadas, equipadas, assessoradas. Afinal, não se exige que os programadores sejam experts em gramática, linguagens, morfologia.

Ou seja, os mesmos softwares que “nos emburrecem”, exige que, quem o produz, seja bem instruído ou esteja bem orientado.

Em pleno século vinte e um…

É comum ouvirmos a frase: “Em pleno século XXI ainda acontece isto, aquilo, assim e assado! “. Normalmente, e, mais amplamente, a frase tem flexão e referência a comportamento, atitudes, valores morais, ético e muitas vezes tem relação com a discriminação, com o preconceito, o machismo (o feminismo não). Também muito se utiliza quando se comenta sobre eventos, atos e ações políticas ou falta de políticas públicas, tanto quanto, na justiça, e se comenta a falta de justiça e a demora nos processos dos poderosos, influentes e ricos.

Pois bem! Eu também vou utilizar a frase, mas, no contexto da tecnologia. É inadmissível que em pleno século XXI, com tanta tecnologia disponibilizada, amplificada, democratizada milhões de brasileiros não saibam coisas simples como:

– Instalar uma impressora;

– Utilizar corretamente os softwares do tipo editor de texto, planilhas eletrônicas e navegador de internet.

– Não saiba identificar e conectar corretamente um cabo do tipo RCA, em que, basta conectar o amarelo no amarelo, vermelho no vermelho, branco no branco.

– Não saiba identificar diferenças entre aparelhos celulares, notebooks, tablets.

Em pleno século vinte e um continuaremos a viver sem saber milhões de coisas, ao passo, que saberemos outras que não farão diferença alguma em que século se viva!

No mercado há oferta de trabalho, mas, não de emprego?

Agora a pouco ouvi em uma emissora de rádio de Irecê o pedido de uma esposa. Era o anúncio de que o esposo estava desempregado, e, listou pelo menos duas qualificações do esposo, a saber:

1 – Tem CNH do tipo A e B;

2 – Tem formação estudantil de nível médio.

Eu costumo dizer que “procurar emprego” é mais difícil do que procurar trabalho. Isto porque, penso que trabalho, renda, ocupação, quem quer, encontra, inventa, cria, inova, se especializa.

Para este ano de 2017 pretendo reorganizar minha vida profissional. Uma das minhas grandes necessidades é organização e persistência na gestão de finanças. Iniciei o processo de formalização, expansão e parceria. Divisão de tarefas, trabalhos e atividades. Uma jovem que estava desempregado me procurou em busca de uma atividade. Um cliente com uma necessidade me apontou uma opção. Aproveitei!

No mercado, trabalho e serviços sempre há! O que as empresas não têm encontrado são pessoas com as qualificações e condições necessárias para a realização de determinados serviços. Hoje, por exemplo, estou ocupado com o inventário de uma empresa. E o trabalho é fruto de uma necessidade contábil, fiscal e tributária que surgiu em uma empresa que presto serviços.

Tenho que refazer o inventário para atender às exigências contábeis, fiscais e legislativa, pois, o software de “automação” gera um relatório de inventário que deve ser “refeito” para estar dentro das exigências fiscal e contábeis exigidos pelo escritório de contabilidade. Poderia ser mais fácil, se, a empresa que fornece o software de automação, oferecesse tais recursos no software, ou, se permitisse a criação de inventário personalizado, se, oferecesse recursos, até medianos de “exploração de dados” no banco de dados.

Para mim, está de bom tamanho. Faço o trabalho, recebo pela prestação de serviço e listo mais um item no meu currículo profissional e ao portfólio.

Minha dica para os jovens, que estão à procura de emprego, é que, saiba fazer serviços. Saiba e tenha conhecimento de alguma área de atuação. O mercado tem condições de absorver muitos bons profissionais. E, ainda há muitas vantagens na pejotização, na terceirização que os sindicatos e muitos líderes comunitários viram a cara e eu vejo como uma solução!


 

Notebook a venda: Intel i5, 4GB RAM, HD 500 – R$ 1.350,00

Tenho o seguinte notebook para vender. Pouquíssimo uso! Com estas configurações se encontra a venda no mercado acima dos R$ 1.600,00. O preço está abaixo do mercado! R$ 1.350,00

As principais configurações são as seguintes.

Marca: DATEN.

Processador:

  • Intel ® Core(TM) i5-2430M CPU @ 2.40GHz.
  • Speed 2.4 GHz
  • Number of Cores 2
  • CPU ID BFEBFBFF000206A7
  • Family 06
  • Model 2ª
  • Stepping 7

Memória

  • RAM 4.0 GB

Placa de Vídeo

  • Video Card Intel(R) HD Graphics 3000
  • Chipset Intel(R) HD Graphics 3000
  • Dedicated Memory 16 MB
  • Total Memory 1.6 GB
  • Pixel Shader Version 4.1
  • Vertex Shader Version 4.1

Drives

  • DVD PIONEER DVD-RW DVRTD11RS
  • HD: 500.3 GB


 

 

 

 

 

 

 

 

Imagem ilustrativa. Copiada da internet

Ou faça uma proposta!

Secretaria de Educação da Bahia opta por sorteio: “alea iacta est”

A notícia diz o seguinte:

– “A Secretaria da Educação do Estado da Bahia abre, na próxima segunda-feira (09), a inscrição do Sorteio Eletrônico para 11.748 mil vagas dos cursos técnicos de nível médio, na forma de articulação Subsequente da rede estadual de Educação Profissional. ”

E, ao continuar a informação, informa o primeiro critério para a exclusão de alguns candidatos ao informar o seguinte:

– “As vagas são para estudantes que já concluíram o Ensino Médio e que querem voltar a estudar. São 33 cursos técnicos de nível médio de 11 Eixos Tecnológicos oferecidos nos Centros Estaduais e Territoriais de Educação Profissional e seus anexos, em 57 municípios baianos, nos 27 Territórios de Identidade. As inscrições podem ser feitas até 17 deste mês, exclusivamente, no Portal da Educação“.

Um dos critérios para a exclusão é a seguinte exigência:

– “As inscrições podem ser feitas até 17 deste mês, exclusivamente, no Portal da Educação”.

Ou seja, ao escolher um canal EXCLUSIVO já se estabelece os critérios de exclusões, ao passo, afinal, quem não tem acesso, nem teve acesso à informação do canal exclusivo para inscrição, já está EXCLUÍDO! Ademais, o sorteio estabelece outro critério do tipo: “não queremos ser injustos então, vamos ver quem é que tem sorte! “

Algum tempo atrás, havia um critério baseado no mérito para a seleção de aluno, que exige, que aqueles que conseguissem atingir pontos de uma determinada provas de conhecimentos eram os escolhidos.

É lamentável que a “sorte” seja hoje um critério de seleção. Ou seja, estamos à mercê da sorte ou da incompetência do Estado em exigir o melhor entre os mais capazes.

É inaceitável! Afinal a qualidade do curso será comprometida, ou na pior das hipóteses, estamos a mercê de um sorteio.

Os instrutores terão que lidar com alunos que estão ali não por que provaram ter conhecimentos suficientes para acompanhar os conteúdos, mas, porque, um sistema sorteou-os. Escolheu 50% por um certo critério, e, outros 50% por mero acaso, mero sorteio aleatório entre os inscritos.

E para que isto? Para que um governo inapto, incompetente e ineficiente diga que favoreceu sem dizer que favoreceu. Inaceitável tal critério. Ao ler o edital, se percebe que há outros critérios que excluem os mais fracos. No entanto, ao que me parece o critério é o seguinte:

– Sabemos que a educação pública é um fracasso, e, entre todos os alunos que tem uma condição ruim de educação, queremos ver quem é que tem sorte a ser escolhido, por que, nós achamos injusto escolher uns e não outros! Achamos ruim ter que escolher uns que sabem em detrimento a outros que não sabem, assim, alea iacta est!

Finalizo com a seguinte definição informal de sorte:

– SORTE é “quando uma ideia ou meta dá certo, sem planejamento nenhum, nem previsão de possibilidades e riscos” (Dicionário Informal)

Sobre o jogo da memória: “O legado do PT”

Não sei se a estratégia terá resultado. Não sei se é boa coisa fazer do que é sério, em algo lúdico como é a política, a crítica política, a oposição a um sistema, plano de poder e de governo. Dá-se a impressão de que é coisa pequena, de pouca importância e não é.

Estou a comentar o fato de o PSDB ter lançado na internet um jogo de memória sobre o legado do PT. O link é este: http://psdb.org.br/legado-do-pt/. A imagem final, quando eu terminei foi esta:

Pois bem!

Ainda que seja tudo verdadeiro, dá a impressão de que, se está fazendo chacota, chutando cachorro morto e não se deve menosprezar, subestimar esta gente, nem esta corrente de pensamento, afinal, quem foram eles no passado hein? Foram perseguidos, quase exterminados, e, no entanto, deixaram umas poucas pessoas, uns refugiados e depois anistiados e olha o que fizeram com o Brasil.

É bom não levar na brincadeira não!