Qual é o melhor navegador?

Há uma grande legião de fãs dos mais variados navegadores de internet. Estes fãs em muitos momentos entram em atritos virtuais e longos e cansativos debates sobre o que cada um considera ser o melhor navegador. Eu tenho o meu navegador prefiro. Uso-os com maior frequência do que os demais. Sou criticado por afirmar que meus navegadores prediletos e mais usados são: Microsoft Edge e Internet Explorer. Alguns internautas são tão obtusos e arrogantes quanto à questão, que, muitos comentarão assim:

– “Parei de ler quando escreveu Internet Explorer”.

Eu por necessidade técnica uso todos os navegadores que tenham expressão e utilização. É que, tenho a necessidade de saber como é que funcionam, quais são as características, quais as funcionalidades, como se comportam ao acessar sites de bancos, institucionais, governamentais, e como se comportam ao uso do Java, o ainda Flash Player, e outros plugins e funcionalidades tais como PDF, extensões, HTML5, segurança etc. Eis a lista dos navegadores instalados e que utilizo em meu computador na imagem abaixo.


1 – Microsoft Edge;

2 – Microsoft Internet Explorer 11;

3 – Baidu Browser;

4 – Opera Neon (Lançado este mês de janeiro 2017)

5 – Mozilla Firefox;

6 – Google Chrome.

Como eleger o melhor navegador?

Ao consultar o uso da internet o Windows 10 me fornece as estatísticas de uso. Você pode ler a explicação de como verificar o uso de sua internet neste texto deste blog: Verifique a quantidade de download você fez este mês.

Entre todos os navegadores, o Microsoft Edge foi o mais utilizado.

Porém, no mês passado (dez/2016), quando fiz muitos downloads de vídeo utilizei mais o Baidu Browser que tem uma facilidade incorporada. Ao clicar no vídeo e começar a assistir, aparece um ícone em que posso clicar para realizar o download do vídeo. Seja no youtube bem como em outros sites de vídeo.

Para bancos e sites de receita federal e alguns órgãos de tributação utilizo com mais frequência o Internet Explorer. Já para sites do governo como por exemplo o IBAMA e sites do setor jurídico com os domínios com a terminação, “.jus.br” e sou obrigado a utilizar o Mozilla Firefox.

Estou utilizando desde o lançamento o Opera Neon. Nesta semana de lançamento, estou ainda me acostumando com o visual e a maneira como o navegador organiza links, abas, páginas e outros elementos gráficos. Posso garantir que é possível usar os bancos mais comuns tais como: Banco do Brasil, Bradesco, Caixa e Itaú. Já testei!

Eu, utilizo mais os navegadores da Microsoft, não escondo. Porém, se tivesse que escolher um entre todos os navegadores, agora, eu escolheria o Opera Neon pelas novidades e pelas inovações, bem como, pela facilidade de uso.

Em suma, eu digo, afirmo e recomendo usar os navegadores que desejar, e, então, ter uma opinião com bases empíricas e de uso constante para poder ter motivos para eleger o melhor navegador. E, tendo conhecimento de cada um deles, você não necessitará declarar um campeão, e sim, ter diversas opções de software a sua disposição para poder usar de acordo com a sua necessidade. Se você identificar que um é melhor para download, use-o; se um é melhor para música, use-o; se outro é melhor para redes sociais, use-o… e assim sucessivamente.

Último detalhe: eu tenho dois perfis para twitter e para outras redes sociais. Então, para um perfil utilizo um navegador, e, por exemplo, para comentar em blogs do blogspot.com é melhor utilizar o Google Chrome e também o Mozilla Firefox.

 

 


 

Como é que os softwares “emburrecem” quem os usa? #01

Em 2010 quando estava iniciando o curso técnico subsequente de informática no IFBA (Instituto Federal da Bahia, campus Irecê) em conversa com um professor, disse a ele que em vários aspectos, o uso constante dos softwares fazia com que as pessoas deixassem de adquirir conhecimentos, e, ou ficavam dependentes dos softwares para atividades, antes, fáceis, comuns e exigíveis como por exemplo, atividades simples das quatro operações: somar, diminuir, multiplicar e dividir.

No uso da gramática etc.

Os softwares têm nos feito desvalorizar os conhecimentos básicos da nossa língua portuguesa. Enquanto escrevo este texto, o Microsoft Word 2013 me informa que há algo errado na frase inicial deste parágrafo. Veja na imagem logo abaixo.


Eu sei o que é, mas, confio que o software faz para mim as atividades de correção quanto vários aspectos gramaticais tais como: análise sintática, concordância verbal, nominal, ortográfica, acentuação gráfica, etc. É um avanço tecnológico, bem como é, um meio de preguiça e favorece ao “emburrecimento”.

Observação:

Por emburrecimento, afirmo, que se trata de uma constante, insistente e facilitação à “não necessidade de memorizar, adquirir, armazenar e aplicar” conhecimentos básicos e necessários.

Os softwares editores de textos disponíveis no mercado são capazes de identificar erros diversos na confecção dos textos. Há correções diversas quando você escreve sem um acento, agudo, crase, circunflexo, bem como, corrige quando você insere um acento em uma palavra não acentuada. Corrige também falta de vírgula em frase e de até ponto final, tanto quanto sugere a correção de aspas erradas, o uso da exclamação e da interrogação.

Os editores de textos também sugerem quando deve separar por vírgula o verbo, o substantivo, o aposto, a adversativa; tanto quanto falta um ponto e vírgula, marca em azul alguns tipos de erros, em vermelho outros, e em verde o tipo incorreções. Veja a imagem abaixo a sugestão de correção.


Isto é apenas um breve comentário do quanto, e de como, os editores de textos favorecem ao emburrecimento de quem os usam. Não há a necessidade de aprender gramática do mais simples conceito aos mais complexos conhecimentos sobre linguística, morfologia, sintaxe, classes gramaticais. Além das muitas outras opções de configuração para que o editor de texto possa traduzir, escolher dicionário, autocorreção, substituição de palavras duplicadas, monitoramento de palavras em maiúsculas, identificação de gênero, e a escolha do artigo correspondente, etc.

De umas décadas para cá muitos são formados em universidades, em curso de graduação, pós-graduação, doutorado e mestrado onde os conhecimentos adquiridos não representam, não mais do que uma baixa percentagens do ensino médio. Por outro lado, para criar um software com tal capacidade, é exigido que equipes diversas estejam sendo bem organizadas, equipadas, assessoradas. Afinal, não se exige que os programadores sejam experts em gramática, linguagens, morfologia.

Ou seja, os mesmos softwares que “nos emburrecem”, exige que, quem o produz, seja bem instruído ou esteja bem orientado.

Em pleno século vinte e um…

É comum ouvirmos a frase: “Em pleno século XXI ainda acontece isto, aquilo, assim e assado! “. Normalmente, e, mais amplamente, a frase tem flexão e referência a comportamento, atitudes, valores morais, ético e muitas vezes tem relação com a discriminação, com o preconceito, o machismo (o feminismo não). Também muito se utiliza quando se comenta sobre eventos, atos e ações políticas ou falta de políticas públicas, tanto quanto, na justiça, e se comenta a falta de justiça e a demora nos processos dos poderosos, influentes e ricos.

Pois bem! Eu também vou utilizar a frase, mas, no contexto da tecnologia. É inadmissível que em pleno século XXI, com tanta tecnologia disponibilizada, amplificada, democratizada milhões de brasileiros não saibam coisas simples como:

– Instalar uma impressora;

– Utilizar corretamente os softwares do tipo editor de texto, planilhas eletrônicas e navegador de internet.

– Não saiba identificar e conectar corretamente um cabo do tipo RCA, em que, basta conectar o amarelo no amarelo, vermelho no vermelho, branco no branco.

– Não saiba identificar diferenças entre aparelhos celulares, notebooks, tablets.

Em pleno século vinte e um continuaremos a viver sem saber milhões de coisas, ao passo, que saberemos outras que não farão diferença alguma em que século se viva!

No mercado há oferta de trabalho, mas, não de emprego?

Agora a pouco ouvi em uma emissora de rádio de Irecê o pedido de uma esposa. Era o anúncio de que o esposo estava desempregado, e, listou pelo menos duas qualificações do esposo, a saber:

1 – Tem CNH do tipo A e B;

2 – Tem formação estudantil de nível médio.

Eu costumo dizer que “procurar emprego” é mais difícil do que procurar trabalho. Isto porque, penso que trabalho, renda, ocupação, quem quer, encontra, inventa, cria, inova, se especializa.

Para este ano de 2017 pretendo reorganizar minha vida profissional. Uma das minhas grandes necessidades é organização e persistência na gestão de finanças. Iniciei o processo de formalização, expansão e parceria. Divisão de tarefas, trabalhos e atividades. Uma jovem que estava desempregado me procurou em busca de uma atividade. Um cliente com uma necessidade me apontou uma opção. Aproveitei!

No mercado, trabalho e serviços sempre há! O que as empresas não têm encontrado são pessoas com as qualificações e condições necessárias para a realização de determinados serviços. Hoje, por exemplo, estou ocupado com o inventário de uma empresa. E o trabalho é fruto de uma necessidade contábil, fiscal e tributária que surgiu em uma empresa que presto serviços.

Tenho que refazer o inventário para atender às exigências contábeis, fiscais e legislativa, pois, o software de “automação” gera um relatório de inventário que deve ser “refeito” para estar dentro das exigências fiscal e contábeis exigidos pelo escritório de contabilidade. Poderia ser mais fácil, se, a empresa que fornece o software de automação, oferecesse tais recursos no software, ou, se permitisse a criação de inventário personalizado, se, oferecesse recursos, até medianos de “exploração de dados” no banco de dados.

Para mim, está de bom tamanho. Faço o trabalho, recebo pela prestação de serviço e listo mais um item no meu currículo profissional e ao portfólio.

Minha dica para os jovens, que estão à procura de emprego, é que, saiba fazer serviços. Saiba e tenha conhecimento de alguma área de atuação. O mercado tem condições de absorver muitos bons profissionais. E, ainda há muitas vantagens na pejotização, na terceirização que os sindicatos e muitos líderes comunitários viram a cara e eu vejo como uma solução!


 

Notebook a venda: Intel i5, 4GB RAM, HD 500 – R$ 1.350,00

Tenho o seguinte notebook para vender. Pouquíssimo uso! Com estas configurações se encontra a venda no mercado acima dos R$ 1.600,00. O preço está abaixo do mercado! R$ 1.350,00

As principais configurações são as seguintes.

Marca: DATEN.

Processador:

  • Intel ® Core(TM) i5-2430M CPU @ 2.40GHz.
  • Speed 2.4 GHz
  • Number of Cores 2
  • CPU ID BFEBFBFF000206A7
  • Family 06
  • Model 2ª
  • Stepping 7

Memória

  • RAM 4.0 GB

Placa de Vídeo

  • Video Card Intel(R) HD Graphics 3000
  • Chipset Intel(R) HD Graphics 3000
  • Dedicated Memory 16 MB
  • Total Memory 1.6 GB
  • Pixel Shader Version 4.1
  • Vertex Shader Version 4.1

Drives

  • DVD PIONEER DVD-RW DVRTD11RS
  • HD: 500.3 GB


 

 

 

 

 

 

 

 

Imagem ilustrativa. Copiada da internet

Ou faça uma proposta!