Fazendo o TCC: Use o painel de navegação do Word 2013

Uma fonte de minhas fontes de renda é a utilização dos recursos do editor de texto do Microsoft Word para me dar produtividade. Utilizo o Microsoft Word desde a versão 1.0. Passei por várias versões, inclusive a versão 6.0 em que a tela de abertura mostro abaixo, em imagem copiada da Bing Imagens.

Nesta versão do Word eu trabalhei com ele em Serra dos Aimorés, Minas Gerais. Eu recebi a proposta de Sandro de não pegar trabalhos de faculdades; que, qualquer pessoa que me procurasse, que dirigisse a ele. A questão era simples e fácil de entender. Eu cobrava 0,50 por página digitada; se eu o indicasse, para os trabalhos, ele me pagaria R$ 5,00 por página digitada. Uma grande jogada. Ganharia mais, com o mesmo serviço. Hoje, recebo em torno de R$ 15,00 por página de TCC digitado e organizado.

Aperfeiçoei nesta época minha técnica de digitação. Além do que, me ajudou a conhecer mais detalhes de como usar o editor de texto para produzir mais. Hoje, com a versão do Microsoft Word 2013, por exemplo, uso um recurso ótimo para a navegação no documento. Uma mão na roda, é a funcionalidade, que é chamada de painel de Navegação do documento.

O Painel de Navegação no Word 2013

O Painel de Navegação no Word 2013 pode ser acessado de três maneiras.

  • A primeira e mais simples é segurar a tecla CTRL e apertar a letra L. No Help do Microsoft Word 2013 diz que deve apertar a letra F, mas, não funcionou no software instalado no meu PC.
  • A segunda opção é clicar em Localizar que fica na faixa: Iniciar. Olhe a imagem abaixo. A imagem foi recortada. De fato, o Localizar, fica na extrema direita da tela.

 

  • A terceira maneira, é marcar na faixa Exibição o item: Painel de Navegação. Olhe a imagem abaixo.

 

 

Pronto! Se você usar qualquer um dos itens acima citados para usar o painel de navegação, você poderá ir para qualquer título, subtítulo de seu documento. Veja a imagem abaixo para entender esta coisa de Título, Subtítulo, que é coisa dos Estilos. Na imagem abaixo exibo o Painel de Navegação de um trabalho de TCC que estou trabalhando hoje. Veja na imagem abaixo as marcações 1, 2 e 3, e logo abaixo as explicações.

No item 1 da imagem acima, indica que você poderá navegar entre os títulos, subtítulos. Isto é, se você sabe criar e utilizar este recurso. Se, não sabe, e ficou curioso, tem texto no blog, em que, eu explico: Como criar sumário, usar o recurso de Estilos. Ou você pode fazer o download do meu E-book: Faça seu TCC utilizando o Word 2007.

No item 2 da imagem acima, indica que você poderá navegar entre a páginas do seu documento. Muito útil, se o seu documento não utiliza estilos de Títulos e Subtítulos. Porém, eu recomento: aprenda a usar o recurso de Estilos, títulos, subtítulos. São recursos indispensáveis.

No item 3 da imagem acima, você pode navegar nos resultados de sua pesquisa no seu documento. Por exemplo, você faz a pesquisa por palavra ou frase no documento, e nesta parte do painel de navegação, você terá acesso aos resultados. Ou por outra, se você fizer uma pesquisa no documento em edição, o painel de navegação vai aparecer para você, o que justifica, a referência ao CRTL+F.

No painel de navegação, que mostro na imagem acima, basta eu clicar em algum dos títulos, ou, em algum dos subtítulos e sou levado ao conteúdo.

Não sou usuário de Facebook, Instagram e não tenho WhatsApp

Algumas pessoas me questionam por que motivos não sou usuário de Facebook, Instagram, e, mais, por que não tenho WhatsApp? São questionamentos insistentes, persistentes, e, pior, em tom de cobranças, como que, se eu estivesse perdendo o bonde da história.

Não! Não estou perdendo não! Eu sou, como canta Raul: “Ah! Mas que sujeito chato sou eu. Que não acha nada engraçado. Macaco praia, carro, jornal, tobogã. Eu acho tudo isso um saco” – Ouro de tolo.

Eu não tenho estas coisas, ou, não uso estas novidades da comunicação, exatamente, por que, para mim, elas levam as pessoas a estarem em um nível de comunicação superficial, urgente, de necessidade. São ferramentas de comunicação rápida, curta, e extremamente invasiva, além do que, já fui inconveniente com uma pessoa, e foi o suficiente para não adotar tais tecnologias de comunicação.

Recebi severa reprimenda de uma amada pessoa: Nunca mais, me envia SMS na madrugada! Nunca mais, está entendido?

E o que vejo aqui em casa é que as mensagens não têm hora, momento, lugar, ocasião apropriada para chegar. Hoje, por exemplo, desde a virada de 26/11 para 27/11 que ouço os fiu-fius de mensagem de aniversário para Kaio Borges. Já fui daqueles de lembrar uma lista enorme de aniversário de pessoas que, nem mesmo, se importavam com sua data natalícia.

Hoje, o Facebook, e até o twitter adotou a notificação: Hoje é o aniversário de fulano de tal; dê os parabéns para ele. Se é assim, tão mecanizado, automatizado, penso eu, que as tecnologias estão investindo em um campo: nenhum de nós precisamos usar a memória; nenhum de nós precisamos lembrar; nenhum de nós precisamos saber, apenas, seguir o que eles têm registrado. E isto, não me agrada.

Eu não uso por várias razões. Em algum momento, talvez, eu a use, mas, por enquanto, não!

Adão Braga e o perfil que tem lá no Facebook, e que adiciona pessoas, amigos, conhecidos? É um perfil que um amigo pediu para eu manter, para a divulgação dos textos do blog. O que uso lá, é, as vezes o Messenger, que, nem uso a plataforma do Facebook, uso, mais o Skype como intercambio.

Eles são cínicos e pensam que somos burros!

Recebi uma proposta por e-mail. Depois recebi um aviso no celular de que havia uma divulgação para quem precisava de grana rápida. Que a burocracia era menor, que, qualquer cidadão poderia pegar os valores disponibilizados, sendo o total máximo de R$ 2.500,00 (Dois mil e quinhentos reais). Muitas vezes, clico em determinado tipo de anúncio para saber se, se trata de um tipo novo de golpe, se é algum tipo de site malicioso.

Não era o caso. As propostas de negócios e a premissas são as seguintes:

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Para algumas pessoas, se trata de uma proposta decente, necessária.

Mas, a segunda parte da tela, é desanimador. As informações das condições para pagar! Meu Pai Celestial! Que coisa!

 

Que juros do cabrunco é este? Corri e fui no Microsoft Excel calcular juros, diferenças, montantes, e, eis abaixo a imagem da planilha resultado. Assombroso.

Ao pegar R$ 2.500,00 reais com este sistema, se pode dividir em 3 parcelas, 6, 9 e 12 parcelas. Observe a imagem da planilha acima, e veja o total a pagar, a diferença total a mais que se vai pagar de juros, a porcentagem total de juros, e por fim, os juros mensais. Eles querem demonstrar, que, quanto mais parcelas, menor é total de juros cobrado. É uma armadilha. Se, eu tenho condições de pagar 12 parcelas de R$ 504,03 reais, por lógica, eu pago a quem eu estiver devendo. Se, é uma emergência de saúde, acidente, ainda assim, é muito dinheiro para se pagar é melhor negociar com outros meios.

Serviços desta natureza revelam como estar o país, na questão econômica, financeira, contábil, tributária. Resultado de mais de uma década de irresponsabilidade fiscal, monetária desta gente que está no poder, e, está reclamando, de que, não é reconhecido os “grandes avanços” que, supostamente, eles fizeram ao povo brasileiro.

Eles são cínicos e pensam que somos burros! Só pode! Não existem tais evidências dos tais “grandes avanços”, só tem restado, as evidências dos crimes, dos conchavos, das maracutaias, da corrupção e da tomada do poder, do aparelhamento estatal, institucional e de todas as esferas. Mas, há esperança. Os Hermanos argentinos, já começaram a limpeza lá; Já chutaram os companheiros do poder. Agora começa a dura e complicada guinada. Tomara que eles tenham paciência e saibam esperar o país deles entrarem nos eixos novamente, e que, não se arrependam, que não pensem que erraram em terem removido os tais do poder.

Antes de melhorar, a Argentina vai passar por grande crise. No Brasil, não será diferente. O preço pós PT será alto, amargo, de caminho longo, de vias estreitas e desanimadoras.

Me provoca sentimentos negativos quanto tenho que ir ao PSF de meu bairro

Me provoca sentimentos negativos quanto tenho que ir ao PSF de meu bairro buscar insulina. Tomo insulina, a cerca, de dezoito meses. Desde que iniciei o processo de injetar insulina em mim, consumir umas seis ampolas de NPH100.

Figura 1: PSF Dr. Antônio Carneiro – Mudanças constantes

Quando fui ao PSF pela primeira vez, me foi proposto o seguinte: Traga cópia da receita; cópia do RG, Cartão da Família, Cartão do SUS para você ser cadastrado no livro dos pacientes que recebem insulina aqui no posto, assim, quando sua insulina acabar, e, enquanto a médica não mudar sua medicação, você traz a RG e leva a insulina.

Só que, não funcionou como foi proposto.

Hoje, pela terceira vez, quando lá chego, exigem RG, cartão da Família, cartão do SUS e receita para eu pegar a insulina. Então, para que raios me pediram as cópias dos documentos, e qual foi a utilidade de inserirem meus dados no cadastro, se, toda vez, tenho que refazer todo o processo?

O cenário se torna caótico porque nestas três vezes que lá estive, sempre fui atendido por uma pessoa diferente da anterior. Hoje, um jovem rapaz, me disse: Desculpe eu não saber disso, é que, eu estou aqui faz apenas três meses, nunca vi o senhor aqui.

Pior ainda, é que, nas outras duas vezes, minha esposa foi lá, e eles entregam a insulina a ela, o que, me causa mais sentimentos negativos. Quem tem que ter acesso à insulina sou eu, quem precisa ser atendido sou eu. Hoje à noite tomarei a penúltima dose. Amanhã, será a última dose.

Esta não é a primeira vez, não foi o primeiro evento. Em 2010 precisava da cópia do cartão Família para um cadastro no TFD. Precisávamos viajar para Salvador na quarta-feira, e o cartão da família tinha ficado na capital, a “chefa” deste referido PSF negou uma cópia para mim, mas, entregou uma cópia à minha esposa justificando com estas palavras:

– Desculpa Kátia! Eu não sabia que era seu marido, ele também não disse que era.

O que indica que há diferenciação no atendimento de A para B.

 

A tragédia humana é a regra, não a exceção!

Algumas notícias nos incomodam. Algumas nos deixam perplexo com a natureza da informação, seja a informação positiva ou negativa. Quando positiva, nós ficamos admirados com algumas pessoas, com ações, atitudes, ideias. Às vezes, eu digo para mim mesmo: porque eu não tenho ideias assim?

Coisas, como por exemplo: por que não foi eu a ter a ideia de criar as redes sociais? Por que não foi eu quem teve a ideia de criar tal aplicativo? Por que não pensei nisto? Outra situação é: eu até que pensei nisto, mas, não pensei que seria isto tudo!

Mas, no entanto, penso, não é muito pior, você conseguir realizar coisas que outras pessoas não conseguiram, e depois de algum tempo, você é mostrado como alguém fracassado, incompetente, problemático, incapaz de gerenciar a oportunidade que a vida lhe concedeu. Tem sido muito comum reportagem de pessoas que fizeram sucesso, fama e riqueza, e que, hoje, se encontram em estado de miséria e comiseração.

 

A imagem acima está espalhada pela web. A notícia é veiculada com as informações necessárias, como que, ao tempo que alerta, também acusa: olha este exemplo! Uma pessoa que a vida deu grandes oportunidades, hoje vive como necessitada, fracassada, não mereceu a oportunidade, não aproveitou o que a vida lhe deu.

Sei que é trágico, mas, o que na história humana não o é?

Fracassar, não conquistar, não conseguir, não realizar, é mais comum, normal, real do que se possa admitir. São poucos os que conseguem fama, sucesso, riqueza, poder, e manter-se nestas condições. A história desta mulher, por mais trágico que seja, é comum, normal e o que mais acontece na linha do tempo de todos nós. Evidentemente que alguns, como ela, e muitos outros, que ao ganhar prêmios, demonstrar talento, e, após tantas glórias, vir a ser destaque pela tragédia, é muito mais pior.

Eu sempre digo que, ser pobre, ficar rico, famoso e influente, e, voltar a ser pobre, anônimo, é menos ruim do que ser rico, famoso, influente, e tornar-se pobre, anônimo e insignificante. Por que no segundo caso, se torna algo, que não se era antes. No caso, desta atleta, média e medalhista, a vida de aparente fracasso dela, após, o sucesso, fama, e, conquista, pode transparecer como inaptidão, incapacidade e incompetência dela, mas, será que é?

Muitos ex-famosos, influentes, atletas, vivem uma vida digna, moral, ética, feliz, anônima, e que conta, como viveu o ápice, o apogeu, e o ocaso de suas vidas, como uma saga, como uma grande aventura. E, isto é muito mais legal, crível, amável do que ficar lamentando uma suposta vida melhor.

A vida é sempre isto. Nem todos conseguimos e vivemos no sucesso, na fama, e no estrelato. A maioria, de nós somos assim. Para mim, a tragédia humana, é a regra, não a exceção.

Decepções em querer aprender programação

Sobre programação JAVA, PHP, C# etc e tal. Os alunos, os estudantes, os autodidatas de plantão, já repararam como existe um intenso desejo das equipes das IDE´s do tipo Eclipse, Netbeans, e os que são fornecidos pela Mozilla no MDN, onde tem tutoriais, textos, aulas (learn) em que insistem em exibir tudo muito fácil de ser feito, realizado, entendido, compreendido?

É totalmente contrário aos cursos, a muitos professores, youtubers… estou procurando um jeito mais simples, fácil, lógico, gostoso de aprender programação. Se não existir, vou ter que inventar.

Não é possível que para aprender a programar, se tenha que aprender e dedicar-se a tantas tranqueiras que os cursos tentam fazer-nos aprender.

Estou estudando JPA. O que há de distante entre o que se explicam, e o que por exemplo, os tutoriais do Netbeans e Eclipse exibem é desconfortante. O problema é que, os professores, disse um para mim, “aprender a programar é uma coisa… [silêncio] … aprender a manusear IDE, é outra coisa”…

E, ao aprender a utilizar uma IDE, o estudante não aprende a programar?

Só “empericando” para saber! Não é?