Divulgação do livro: Morte na rua João Dourado – Adão Braga

Esta imagem abaixo é a capa do livro que eu, Adão Braga escrevi, editei e publiquei no site da Amazon.com.


O livro está participando do concurso literário Brasil em Prosa. Os 20 finalistas serão anunciados na página do concurso, www.brasilemprosa.com.br, dia 22 de agosto. O evento de premiação do concurso será no dia 6 de setembro, às 11h, no auditório Lapa da Bienal do Rio de Janeiro. Visite também o estande da Amazon na Bienal, de 3 a 13 de setembro!

Este sistema da Amazon permite a quem gosta de escrever, publicar suas histórias, suas ideias, seus argumentos. É o uso da tecnologia permitindo a todos realizarem seus sonhos.

Look Inside!

CAPÍTULO 1: ATAQUE E MORTE

A pequena e estreita rua João Dourado no centro da cidade foi isolada da atividade urbana de trânsito e transformada pela administração municipal em estacionamento de motocicletas, mesmo assim, a rua continuou sendo o que sempre foi, um espaço, em que as pessoas, pouco respeito tem àqueles que tem o mesmo direito de ir e vir.

Certa manhã de outubro um homem caucasiano de idade mediana adentrou a rua; dirigiu-se à uma motocicleta de cor branca. Olhava para a direita e para a esquerda como que procurando algo ou apenas observando. Depois, olhou para uma motocicleta à sua direita. Andou uns poucos metros e olhou para outra motocicleta da mesma cor, modelo e marca, como que estivesse comparando-as. Olho-a de ponta-a-ponta, de lado-a-lado. Experimentou-a. E subiu no coxim. Antes da ignição ocorrer outro homem, moreno, cabelos crespos, grande, veio rapidamente em sua direção. Puxou-o pelo colarinho, tirou-o de cima da moto, segurando pela camisa jogou-o no solo e começou a desferir chutes nas pernas, no tórax e abdômen enquanto gritava: – Perdeu otário! Perdeu! Você perdeu!

As pessoas em derredor e as que estavam no restaurante de mesmo nome JD, em referência ao nome da rua, e à um do ilustríssimo personagem da cidade, começaram a gritar em incentivo a agressão. Ouviu-se entre eles alguém dizendo: bate neste vagabundo, bate mesmo! E, virando para alguém disse: é mais um “vagabundo” que merece apanhar! Outro sujeito completou: – O cara estava tentando roubar a moto! – Entrecortando a fala com sorrisos sarcásticos – Ele estava só na espreita! Eu vi quando ele percebeu o movimento do marginal e quando ele pegou a moto, ele agiu!

Sua contribuição:

Você pode adquirir, ler, emprestar por 15 dias e todas as facilidades que um Amazon Kindle te oferecer. O link para apreciação, e compra é este: Morte na rua João Dourado.