Caixa eletrônico em C. As notas consideradas são de 100, 50, 20, 10, 5, 2 e 1.

Escrever um algoritmo que leia um valor em Reais. A seguir, calcule o menor número de notas possíveis no qual o valor pode ser decomposto. As notas consideradas são de 100, 50, 20, 10, 5, 2 e 1. A seguir mostre o valor lido e a relação de notas necessárias.

Se você já está estudando vetores abaixo um exemplo de código que fiz. Se você não está estudando vetores, tem outro exemplo no blog que usa apenas variaveis.

Evidente que você pode incrementar o código com um do{ }while(); Também você pode trocar os cout e o cin por printf() e scanf()

#include <stdio.h>
#include <stdlib.h>
#include <conio.h>
#include <conio.c>
#include <iostream>
using namespace std;

main (){

int cedulas[] = {100, 50, 20, 10, 5, 2, 1};
int quantidadeTotal = 0;
int valorReais = 0,i=0;
int qtdCedulas[7];
cout << “Valor a sacar “;
cin >> valorReais;

for(i = 0; i < 7; i++)
{
qtdCedulas[i] = (valorReais/cedulas[i]);
valorReais = valorReais % cedulas[i];
quantidadeTotal += qtdCedulas[i];
cout << qtdCedulas[i] << ” Cedulas de.: ” <<cedulas[i] <<  endl;
}
cout << “Total de Cedulas: ” << quantidadeTotal;

getch();

}

Queria mais? Então! É só isto! Pode parecer simples, mas, eu levei umas horas quebrando a cabeça de como pegar os valores, dividir, tirar inteiro, guardar no segundo vetor. E, funcionou!

Comentando o laço for() onde tudo acontece.

for(i = 0; i < 7; i++)
{
          qtdCedulas[i] = (valorReais/cedulas[i]);

Esta linha acima, o vetor qtdCedulas[i] recebe o resultado da variavel valorReais e dividido pelo valor do vetor cedulas[i], ou seja,  pega o valor que o usuário digita e divide por 100, depois, por 50, 20,10,5,2,1. Assim, cada posição do vetor qtdCedulas[i] armazena a sua quantidade de notas.

valorReais = valorReais % cedulas[i];

Esta linha acima pode ser substituída por esta outra abaixo:

            valorReais %= cedulas[i];

Aqui a variavel valorReais é modificada e passa a conter a cada laço o resto da divisão do valor digitado pelo usuário pelo conteúdo do vetor cedulas[i], ou seja, se você digitar: 254 na posição de cedulas[0] guardará 54, pois, 254/100 (100 é o valor de cédulas[0]).

Na segunda passagem do laço, valorReais receberá o conteúdo de 54/50 (50 é o valor de cédulas[1]), ou seja, resto 4.

E assim por diante.

            quantidadeTotal += qtdCedulas[i];

Esta variável vai contando a quantidade de cédulas armazenado no vetor qtdCedulas[].

cout << “Cedulas de …: ” << cedulas[i] << “\t Qtd …: ” << qtdCedulas[i] << endl;

Esta linha exibe na tela o resultado. E você pode usar o printf();

Isto é tudo! No entanto, se você quiser e necessitar você pode utilizar os códigos em C apenas. Troque os comandos do C++ pelos comandos em C.

As cores do mês de novembro!

A coisa vai ficar complicada daqui a alguns dias. A moda de pintar os meses pegou. Não sei de quem foi a ideia, mas, sei que agora temos cores para os meses em campanhas diversos.

Este mês, que em poucas horas acabará, o de novembro, é Azul para chamar a atenção para o Câncer de Próstata. O novembro é azul por que o mês de outubro foi Rosa. O mês de novembro também é azul para a campanha da informação e conscientização sobre o diabéte. Faz dois anos que a “herança diabética de mamãe” chegou! E como descobri que tinha diabetes é que é interessante. 

A imagem abaixo representa dois períodos distinto em menos de 45 dias. Na imagem à esquerda eu pesava 79 quilos. Na imagem à direita eu já havia emagrecido 6.8 quilos. Estava com 72.2 quilos.

Eu estranhei ter emagrecido tanto sem ter feito nenhum regime. E observei também mais, veja a lista comum a outros diabéticos:

Sede: eu continuo a beber mais de dois litros d’água durante o dia; Mijar muito é também característica, afinal, tanta água que se bebe, não se evapora em exposição ao sol. Os rins trabalham em demasia, e assim, temos que observar o mesmo.

Dores e formigamento nas pernas e visão embaçada. Essa foi percebida. Eu pensei que era coisa da idade, comecei a baixar a resolução do monitor, e finalmente, usava a Lupa do Windows e por fim tive que usar óculos.

Entre tantos sintomas, estes foram suficientes para eu desconfiar, e, quando pesquisei na Internet, encontrei o diagnóstico.

Quando fiz o primeiro exame apresentou 304. O segundo exame, já fazendo regime e tomando outros cuidados: 179 e o terceiro exame: 89. A médica elogiou e fez exigências tais como: cuidar dos pés e dos dentes. Passou regime e exigiu mudanças radicais. Desde então tenho vivido assim.

Não fui o primeiro diabético. Não serei o último. E não sou um coitado, mas, reconheço que tenho “necessidades especiais”. A endocrinologista para me alertar dos perigos da diabete, disse-me:

“Os homens são mais teimosos a seguir tratamentos. Mas saiba você que, a diabetes é cruel nos homens em dois pontos sensíveis  você pode ficar cego, e também, ficar impotente”. 

Um amigo diabético me alentou dizendo: “calma, quando embaça a visão, é raro vir a impotência!”

Não posso ficar muito tempo sem comer. Não posso comer tudo que existe. Não posso beber tudo que existe, e nem tenho vontade de beber e comer tudo isto.  Este é o novembro azul que me pertence. O novembro azul referente à próstata começa ano que vem.

O ponto negativo é o Novembro Negro que é a Campanha anti-racista do Governo da Bahia. Só merece estas linhas e em NEGRITO, que certamente, alguém, algum dia irá dizer que usar CTRL+N para negritar, é expressão da industria racista de software.

Minha amiga Sarah Rubia (eu, meu filho e a diabetes)  enviou uma linda blusa para minha esposa Kátia. Linda a cor e com a frase: Eu visto Azul por alguém que s2. Kátia irá usar no sábado na comemoração do 17º aniversário de Kaio nosso filho primogênito. 

Brasil Tecnologia da Informação Ltda: o golpe do boleto facultativo

Na sexta-feira passada 23/11/2012 recebi um boleto. É este abaixo na imagem.

É só mais um golpe. É o golpe do tipo: se colar, colou! Certamente que o referido boleto é enviado a milhares de pessoas, e como existem milhares que pagam sem inquirir se deve o valor, eles ficam no lucro oras!

Acontece que eu não tenho o domínio www.adaobraga.com e tem mais, no boleto está escrito isto:

  • Pagamento antecipado desconto de 10%;
  • Pagamento preferencialmente na Caixa Econômica Federal;
  • Não cobrar juros de mora;
  • Boleto não protestável;
  • Oferta única e anual;
  • Pagamento optativo e facultativo.

É só mais um golpe!

Pagseguro.uol é usado novamente em golpe.

Recebi neste noite mais um e-mail em que o pagseguro.uol.com.br é utilizado como isca. Veja abaixo:

O golpe explora a popularidade do serviço pagseguro.uol para, veja que coisa! roubar as informações. Afinal, milhares de pessoas clicarão no botão Estornar Pagamento.

Para quem clicar vai encontrar um site muito parecido com o site verdadeiro do pagseguro.uol, porém, as dicas de sempre:

  • confira o cadeado; confira o endereço do site;
  • desconfie de pedidos diferentes, como por exemplo, neste ai citado, é pedido para se digitar a senha do e-mail.
  • não digite dados de seu cartão.

Por fim, fiz uma denúncia aos serviços de proteção, como por exemplo, ao SmartScreen da Microsoft.

A morte e a dor: é noticia

Já fizeram uma série de filmes em que a morte é, de fato, a principal personagem. Premonição de 1 a 5 é um exemplo. E, realmente a morte, ou, a aproximação da morte de qualquer pessoa ou família é uma notícia.

Lembro-me que algumas pessoas vieram em minha casa visitar-nos tão somente por que nosso filho estava passando por um momento complicado. Chegavam aqui para visitar o menino que estava com câncer, como se estivesse vendo um espetáculo circense ou uma peça, um ato teatral.

Pois bem! Não me agrada ver, ler e ouvir as noticias sobre as personalidades que estão passando por sérios poblemas de saúde. Penso eu, que isto, prejudica a família e não ajuda ao doente.

Não me agrada ler notas e informações sobre a situação do Niemeyer. E também sobre a situação de saúde do Ney Latorraca. Nem da de Betty Lago.  Nem de nenhuma outra pessoa famosa. E por que não gosto? Porque penso que os familiares tem direito como diz a lei: “a casa” é o asilo inviolável do individuo” – CF artigo 5º., inciso XI. Além da analogia, posso dizer que a família e o individuo tem direito a privacidade.

As noticias referentes a estas pessoas, penso que está ferindo o direito garantido no artigo 5º de nossa lei maior que diz:

X – são invioláveis a intimidade, a vida privada, a honra e a imagem das pessoas, assegurado o direito a indenização pelo dano material ou moral decorrente de sua violação;

Não leio. Não clico em links. Não acompanho, a não ser, poucas chamadas referentes aos eventos. Não me é agrada saber da dor alheia de forma tão invasiva. Conheço pessoas que ficam ansiosas sobre tais casos, a ponto de expressar opinião negativa: “Ah! esse não morre não! Tá mais perto fulano morrer do que acharem o santinho nas nádegas de cicrano.

O que para mim, não deixa de ser um desrespeito à vida, a intimidade, a vida privada, a honra da pessoa e das famílias.

Nem a R$ 1,99 eu compro. Não é o estilo musical que me agrada!

Veja a imagem promocional acima. O que mais me chamou a atenção não foi a dupla: Zezé di Camargo e Luciano e sim o preço. A impressão que dá na divulgação é que o “novo álbum” custa a R$ 1,99. Porém é um engodo promocional. Não é que o álbum tenha o valor mínimo apresentado. Este é o valor de cada uma das faixas.

Veja agora na imagem abaixo a que se refere o  valor R$ 1,99.

Viu ai? Cada uma das faixas custa R$ 1,99. Assim vezes 13 vai ao total de R$ 25,87, ou seja, o preço de sempre. A vantagem desta modalidade de venda é que você compra a música que você mais gosta, e não, compra todo o material por causa de uma só que te agrada.

Roberto Carlos também volta a fazer o que a indústrida da música havia abandonado. Poucas músicas, menor preço. Tem que inovar para continuar vendendo, mas, a chamada acima, não me agradou. E por fim, nem a 1,99 eu compraria uma só música da dupla. Não que sejam ruins, é que o estilo musical deles não me agrada, com raras exceções.