Brasil: Não foi este o país que sonhei! Não foi!

Estou sempre estudando algo; não há limites para eu estudar. Estou sempre lendo algo de meu interesse, estou sempre tentando aprender algo novo, e como trabalho com informática, estudo muito o tema. Faz algum tempo que frequento o Codecademy. Lá estudo programação básica. É legal! Mas, não fico apenas neste projeto. Frequento também vEduca. (Os melhores cursos universitários do Brasil e do Mundo ao alcance de todos) Este projeto tem a seguinte proposta:

Assista aos melhores cursos universitários do mundo, em português! Acreditamos que o conhecimento deve ser distribuído gratuitamente a qualquer pessoa que se disponha a aprender!

Muitos vídeos não estão legendados, mas, para programação e várias outras disciplinas, as vezes, a exibição dos códigos, as ideias expostas, os conceitos exibidos no quadro – em giz! Não sei se igual ao giz branco de cal – ajudam muito! É possível aprender vários conteúdos.

Pois bem! Ontem (29/082012), no dia em que a presidente Dilma sancionou a lei  que obriga às universidades públicas federais e os institutos técnicos federais 50% das vagas para estudantes que tenham cursado todo o ensino médio em escolas da rede pública. Estas vagas devem ser também preenchidas por pessoas que sejam negros, pardos ou indígenas.

Neste contexto é que entra estas duas imagens abaixo:

Neste momento do curso, este senhor listou alguns critérios para os estudantes. Disse que o curso tem algumas exigências, e ele citou dois outros módulos de cursos como exigências, e depois disse a frase acima. Logo depois de avisar dos requisitos, ele afirmou, que a administração  do campus estava verificando a documentação de cada aluno para saber se os mesmos cumpria com os requisitos exigidos.

Realidades distintas e distantes. Enquanto as faculdades e universidades mundo afora exige critérios, exige cumprimento de metas, exige conhecimento, exige etapas a presidente do nosso país sanciona a tal lei acima mencionada.

Eu sou estudante de um Instituto Federal, e talvez, um dos poucos estudantes que critica e exige conteúdos, que pede que os professores passem conteúdos específicos, que se concentrem no conteúdo técnicos exigidos e não apenas nas teorias e conteúdos das ementas apenas.

Não foi este o país que sonhei! Não foi!

Eu sou a favor da Lei de Drogas e não precisa mudar!

Está circulando pela internet a campanha para mudar as leis quanto a Lei de Drogas. Em minha opinião é um despropósito e um descaminho. A defesa vai da sem-vergonhice de afirmar que não deve a polícia reprimir, e que devem os médicos e o sistema de saúde cuidar daqueles que optaram por livre vontade se drogar. É aquela situação de que: usam o livre arbítrio para se viciarem, e depois, nós é quem sofremos com os resultados.

Estes movimentos pró-drogas defendem o direito das pessoas se drogarem, mas, e o meu direito a segurança, direito de ir e vir, direito a saúde, pois, afinal, quanto mais pessoas o Estado tiver que auxiliar pós vício, mais recursos não virá para a minha diabete, para os cardíacos, para os acidentados, para as próteses, para os centros odontológicos, para os partos de risco … veja quantas pessoas deixam de receber benefícios por que se querem permitir a liberdade de alguns usarem drogas.

Estas razões ai acima listada é pura enganação.

Razão 1 – Mentira. Consome drogas quem quer consumir. A saúde pública deve cuidar de pessoas doentes; os viciados são viciados por que optaram pelo vicio, então, temos que pagar por sua cura; isto é o contrário de outros doentes, que são doentes não por desejo e vontade, apenas são doentes.

Razão 2 – Não existe relação entre a criação da lei e o aumento dos traficantes; o que existe é, por falta de rigor da lei, os traficantes multiplicaram, mas, se a lei fosse aplicada com rigor e eficácia, teriam diminuído;

Razão 3 – Está advogando que na cadeia só existem pessoas inocentes, puras, imaculadas? Ou seja, nosso sistema de justiça e de segurança é mesmo formado por fracassados e pessoas ruins.

Razão 4 – Merece mesmo tratamento e solidariedade, e cadeia também, pois, até o momento, certas quantidades de drogas é crime, e deve-se responder na justiça, e pagar nos presidios. Não quer ir para lá, seja um cidadão correto e seguidor das leis.

Razão 5 – Quem usa drogas compra de traficantes, rouba para pagar os traficantes, alimenta o sistema do traficante, está envolvido com os traficantes, assalta para pagar o traficante. Alimenta o sistema do tráfico. É só uma falácia.

O interessante deste povo no poder é que querem se intrometer em minha vida saudável, ao ponto de controlar o tanto de sal que como, mas, também querem, e desejam, liberar as drogas para outra parte da sociedade. Que contraditório!

O inimigo agora é o sal!

Algumas semanas atrás fui ao açougue e fiquei surpreso com a informação do açougueiro de que eles devem colocar uma certa quantidade de sal nas carnes, e não mais um grama além da medida estabelecida. Ele me informou da regra porque recusei a carne que ele havia cortado para mim dizendo: minha esposa não quer carne fresca, ela pediu carne com sal.

Pois bem! Eis que soube naquele dia, que, através do açougue, alguém está estipulando e determinando a quantidade de sal devo eu comer; se não sigo a regra, que tentam persuadir, ou tentam induzir-me por meio das propagandas e anúncios sobre os malefícios dos exageros deste ingrediente, eles simplesmente, vão lá no açougue e impõe: “você só pode colocar este tanto de sal.” E qual é o risco para aqueles que não aderem ao pedido? Ah! não irei teorizar sobre pressões que se faz sobre grupos, gêneros, religiões etc.

Mas, sei que não vai demorar a surgir as propagandas semelhantes aos produtos light, diet, caloria zero, com ômega 3, prevenção ao câncer, sem colesterol, sem gordura trans, com bom colesterol… etc. Vai contando ai os dias!

Soube hoje por um dos feeds de noticias que as “indústrias aderiram voluntariamente” as medidas do Ministério da Saúde, que, está em busca da meta da OMS que é diminuir para 5g ou menos de sódio por dia a nós brasileiros. Humm! Interessante hein!

Temos o tal livre arbítrio!  Somos livres. Temos direitos de ir e vir. Temos liberdade de expressão. Vivemos neste país democrático e de direitos, e no entanto, temos que ser guiados, orientados a tomar decisões corretas, escolher produtos bons, saber e querer comer bem e saudável…  MAS, porém, contudo e todavia, se nos recusarmos a assim proceder, o ESTADO, os MINISTÉRIOS, as ASSOCIAÇÕES tal e tal qual, em reunião sabe-se lá onde, ou quando, podem e devem decidir por nós, quanto disso e daquilo podemos.

Eu não gosto da intromissão do Estado em certos redutos. E o Brasil está se transformando neste país estranho, esquisito, cheio de decisões antitéticas pois veja minha lista de coisas:

  • Decidem a quantidade de sódio podemos comer por dia; pois, a quantidade de sal é um problema de saúde pública; Por outro lado, querem liberar o uso de drogas e descriminalizar os pequenos  traficantes e usuários com certas quantidades, pois, estes podem escolher usar drogas, e eu não posso escolher o tanto de sal a consumir.
  • Decidiram distribuir preservativos para os jovens fazerem sexo seguro – aumenta o sexo, aumenta as probabilidades, oras! – Regra de três; por outro lado, querem também liberar o aborto de forma geral e irrestrita, dizendo ser este um direito da mulher sobre seu corpo;
  • Proibiram fumar em lugares fechados; depois, em público; e logo  irão proibir fumar. Não sou fumante! Não é estranho que se queiram proibir o fumo e liberar outras drogas?
  • Tem-se o direito de ir e vir, é verdade, mas, se um policial pegar sem cinto de segurança, é proibido, inaceitável e punível. Você pode ir e vir, mas, do jeito que se manda ir e vir;

E por ai vai! Alguns podem argumentar que é para o bem da pessoa, que é para uma melhor qualidade de vida… etc. Eu sei! Eu entendo! Eu citei acima que se regulou ser proibido fumar em lugares fechados, e também, nalguns Estados, proibiu-se fumar em lugares públicos. Eu não sou fumante, mas, não acho correto o Estado regular a vida de quem fuma. Eu decidir não ser fumante apesar de ter pai fumante e mãe que fumou muitos anos.

Parece que não se percebe a gravidade, de por exemplo, um órgão do governo proibir certas pessoas de comprar remédios para emagrecer,   decide impedir o uso de remédios, a compra disso e daquilo… ou seja, o Estado está impondo a nós todos uma visão do que é bom, do que é ruim, do que é certo, do que é errado… e eu não sei quem é que está tomando estas decisões por mim, para mim, eu sei que o argumento é quase o mesmo: “para diminuir os gastos do governo com a saúde pública.”

E digo isto por que se proibiu o uso de certos remédios por tais e tais argumentos, e entre eles estavam: remédios não regulamentados; risco à saúde da pessoa, e despesa posterior aos cofres públicos.  Agora com esta proposta de diminuir a quantidade de sódio nos alimentos, querem e estão controlando também a quantidade, e o sabor do que quero comer. É isto! Querem controlar o sabor do que gosto de comer. Em nome de controlar e dar-me qualidade de vida e saúde. Será que vale a permissão? O que irão decidir depois por mim? O que querem além do meu bem estar, de melhor saúde e mais qualidade de vida? Eita homem desconfiado que sou!

Em minha opinião, mais uma decisão voltada para o autoritarismo e o controle de minha pobre existência, que já é pobre, e não querem nem deixar eu comer do jeito que gosto, afinal, já estou limitado pela diabete, e isto basta!

No fim, toda estas filosofias e ensinamentos de que somos livres, temos livre arbítrio, temos direitos, estamos assegurados nas leis, protegidos disto e daquilo é tudo balela. Tenho sim livre arbítrio, mas, tão somente para fazer o que decidiram para eu escolher. Ou seja, tanto faz comer isto ou aquilo, já escolheram e já decidiram por mim, o quanto que é bom, saudável, puro, tolerável.

Para concluir, só uma vaga lembrança de que estudei na infância que o sal de cozinha (sódio-iodado) foi usado para combater o bócio endêmico. Estes tempos acabaram! O Sal de cozinha agora é o vilão da vez, ou, devo pensar que estão alvejando o que como, o quanto como, e onde como?

Pelo menos terão a certeza: estamos no controle do que ele come, e a quantidade. O jeito será estocar sal, antes que exijam receita médica e autorização do Ministério da Saúde da ANVISA para se comprar as gramas necessárias por cabeça mensalmente. Não vai demorar, começar o contrabando de sal e consequentemente o aumento do valor do produto.

 

Qual a quantidade de dados cabem no meu pendrive?

Nas aulas, algumas pessoas fazem perguntas curiosas e simples, mas, que nem sempre se tem a condição de responder com precisão. Uma das questões simples que me fazem é esta:

– Qual é a quantidade de dados cabem num pendrive?

A pergunta é quase sempre neste sentido, mas, quer saber mesmo outro tipo de informação. Até hoje, a maioria quis mesmo perguntar era sobre a quantidade especifica de certas informações, do tipo assim: quantas músicas eu posso gravar? Quantas fotos? Quantos arquivos de  texto?

É que os pendrives sempre vem com a designação da sua capacidade de memoria, assim: 1 Gigabyte; 2 Gigabyte;  4 GB e assim por diante.  Para muitas pessoas isto não tem muito significado de quantidade. Pois bem! Eis a respostas abaixo:

 (*) 1 gigabyte (GB) = 1 bilhão de bytes. Parte da capacidade não está disponível para armazenamento de dados.

**Aproximações: Resultados podem variar com base no tamanho do arquivo, resolução, compressão, taxa de bits, conteúdo, dispositivo de acolhimento, pré-carregados arquivos e outros fatores. Visite www.sandisk.com.br.

Tá muito bem detalhado!

Vão mudar, de novo, a maneira de medir a educação; Não é este o problema da educação!

Eu sou da geração que temos história. E não é pouca não. Somos um conjunto de vários eventos históricos. Nasci em 1968. Ano emblemático tanto na política, nas mudanças da música, dos esportes, dos direitos femininos, das mudanças sociais no Brasil e no mundo.

Sou da geração que viveu o regime militar, participou das diretas Já!, das promessas militares, da anistia ampla, geral e irrestrita, da morte de Tancredo, do governo de Sarney. Vimos surgir Fernando Collor e o vimos sair “impichado”. Vimos também o Itamar Franco ficar no poder; Vimos o surgimento do Real; o enfraquecimento da inflação; as mudanças sociais por meio das mudanças econômicas da moeda forte; vimos Lula surgir, crescer, perder eleições, ser eleito, e implantar a divisão de recursos sociais, os mesmos que ele dizia ser esmola;… etc.

Mas, na educação, eu digo, vi um decrescimento! Vi a piora na estrutura, nos métodos, e vi também a queda na qualidade dos professores, bem como, vi a queda dos valores educacionais, ainda que reconheça um grande e maciço derramamento de dinheiro no setor. No título há duas perguntas: O que fizeram com o ensino público? O que pretendem fazer mais?

Pois bem! O governo do PT, do Lula e da Dilma, em 2007 anunciou o IDEB (Índice de Desenvolvimento do Ensino Básico) e no site assim está escrito sobre o IDEB:

“para que o Ideb de uma escola ou rede cresça é preciso que o aluno aprenda, não repita o ano e frequente a sala de aula.”

Apenas três coisas: o aluno aprenda; não repita o ano; frequente a sala de aula. E parece coisa simples e fácil, mas, eu discordo das muitas mudanças que se fizeram ao longo dos anos, desde 1985 quando passamos a ser governados por civis. E me parece lógico pensar que, “depois disso, aconteceu isto!”

Não quero apenas dizer que o ensino e a educação no período militar era melhor, que era mais bem cuidada, mais exigida. Quero dizer também que depois da década de noventa para cá, a qualidade da educação tem caído e vem caindo pelas constantes e muitas mudanças implantadas e não continuadas que vieram acontecendo.

Desde há muitos anos que critico esta cultura educacional progressista da irresponsabilidade; esta cultura de não querer traumatizar o aluno com matérias difíceis; estas ideias de que deve-se facilitar a vida do aluno; não lhe exigir comprometimento, deixar que cada um aprenda no seu ritmo, que cada qual tem um “taime” para captar o conteúdo; esta novidade de conteúdo voltado para o cotidiano; e … estas infinidades de nova teorias educacionais que na pratica não tem dado certo.

Abaixo fragmento de meus histórico escolar:

Não é para exibir minhas notas, pois, as mesmas, eram, e continuam apenas medianas. Nada mais. É para mostrar alguns detalhes, como por exemplo, as matérias classificadas como BASE NACIONAL COMUM. É isto mesmo! Havia uma base; era NACIONAL, e era COMUM.  As escolas poderiam ser de qualquer natureza e categoria, esta era a base, nacional e comum.

Depois do anuncio da estagnação na educação nacional, eis que, anunciam mudanças. E que tipo de mudanças? Ah! vamos mudar o curriculum escolar. Vamos mudar os critérios de avaliação; Vamos aplicar 10% do PIB; vamos criar um grupo de trabalho para analisar o que está errado; vamos distribuir cotas aos negros, pardos e índios; vamos facilitar a entrada dos pobres nas universidades; vamos criar  campos universitários em todo quanto é grotão; vamos aumentar o salário dos professores… Em minha opinião, não vão mudar mais do que, para piorar.

Eu não creio que irão conseguir mudar este cenário porque tivemos ai, algumas levas de educadores mau formados; educadores mau orientados; educadores mau preparados; educadores com bases equivocadas; educadores mais partidários políticos do que partidários da educação; homens e mulheres que pensam que os jovens irão aprender mais e melhor se tiverem tecnologias; temos muitos mais educadores com nível superior, doutorado, mestrados com deficiências básicas de formação.

E irão continuar a mudar as metodologias de aferições; podem mudar o esquema de acompanhamento; podem facilitar e distribuir bolsas escolares, pagarem para irem às escolas, nada irá mudar, se não mudarem o que está errado; devem tratar os alunos como alunos; devem deixar este estigma de querer facilitar as competências por pensarem nos grilhões sociais históricos, e que nós somos uma sociedade de para o alunos pobres, pretos, e de baixa renda; somos sim uma sociedade miscigenada, mas temos condições de aprender, crescer e desenvolver.

Eis abaixo uma propaganda do governo sobre o IDEB. Este ai, é para lembrar que o governo noticiou que havia mudado, e que agora, havia um novo indicador de medição. Lembro que eu critiquei a mudança. E questionei: porque mudaram o indicador? Porque adotaram este novo modelo? Porque o outro modelo não serve mais?

IDEB – Novo indicador.

 

Este vídeo abaixo é para lembrar que o governo avisou aos diretores o seguinte: “Recuperar o aluno com dificuldades de aprendizagem é um direito e está na lei.”

A educação está indo mal. Mas, não é só a educação não! E, eu tenho criticado a postura da sociedade, em que se apoia, ou que se aceita, não reclamam, não se posicionam contrariamente aos servidores públicos que fazem greves para exigir mudanças de salários, para exigir bonificação, etc, sem dar em troca melhores serviços, melhor qualidade, e mais produtividade.  E também não adianta substituir a Prova Brasil pelo ENEM! Já adotaram o IDEB em 2007. Agora vão mudar novamente, e já soube que irão diminuir ou mudar as matérias, os conteúdos… Tá piorando hein?

Em 2011 entrei no IFBA. De lá para cá tenho criticado como é que funciona o ensino técnico de lá. E, tenho criticado vários aspectos; desde a implantação capenga, caótica, desorganizada, e aos poucos. Dos 40 alunos da turma de informática Subsequente apenas 5 estão terminando o terceiro semestre, e estão fazendo porque quiseram, pois, estão avançando sem as condições técnicas, de conteúdo, docente, e tecnológica adequada.

Um Instituto que se gaba – centenária – fazer a inauguração de campus e mais campus, sem as devidas condições de ensino e de avanços necessários, é contribuir para a baixa qualidade na educação. Um instituto que não tem um planejamento de implantação e não tem um cronograma para a execução de tarefas básicas para se atender os recursos exigidos da educação técnica é contribuir para a baixa qualidade da educação do país; um instituto que inaugura e matricula alunos sem biblioteca, sem equipamentos, sem docentes, sem condições de fornecer aos mesmos meios de transmitir conhecimentos, saberes contribui também para a má formação profissional…

Para finalizar: “Nemo plus iuris ad alium transferre potest quam ipse habet”

  • O que esperar de alunos em que as escolas tem sido avaliadas abaixo de 5.0?
  • O que pensar de educadores que dizem aos alunos: “para mim pouco importa, no final do mês, meu salário tá na conta”?
  • O que esperar das escolas, em que os professores tem baixo valores morais? E não distinguem o que é certo do que é errado, do que é moral do imoral, do bem e do mal, do licito e do ilícito?

Converter e abrir PDF no Word 2013.

Finalmente a Microsoft resolveu a questão das edições e salvamento de arquivos no formato PDF. A nova versão do Office 2013 não só permite abrir os arquivos no formato PDF, permite também a edição, e os seus arquivos criados no Word também podem ser gravados no formato.

Na imagem acima – Salvar documento – observe as opções marcadas: PDF e também ODT. É um avanço! No Help da versão do Word 2013 tem a seguinte informação:

Com o Word 2013, você pode converter um documento PDF em um documento do Word e editar o conteúdo. Para converter um PDF, abra-o como faria com qualquer outro documento.

1. Clique File> Open.
2. Escolha a localização do PDF e clique em Procurar.
3. Encontre o PDF e clique em Abrir.

Word abre o conteúdo em um novo arquivo. O documento convertido pode não ser exatamente a mesma página a página, como o arquivo original em PDF. Por exemplo, as páginas podem quebrar em lugares diferentes. Faça as alterações desejadas e, em seguida, salvar o documento como um arquivo PDF novamente.

Dica: A conversão funciona melhor com documentos que são principalmente texto.

Esta funcionalidade é da versão nova do Microsoft Office 2013. No entanto, exite na versão 2007 um aplicativo que pode ser baixado e instalado em seu computador para que o Word 2007 salve em PDF. Na versão nova do Microsoft Office 2013 abrir, converter, salvar e editar PDF é nativa. Finalmente a padronização de arquivos foi incorporada aos produto Microsoft.