Só estando perdido pra cachorro para assistir a Tela Quente hoje!

Estava aqui ouvindo os dialogos do filme que passa na Tela Quente, que é a atração de filmes da Globo todas as segundas-feiras. No entanto, o título do filme é sugestivo: Perdido pra cachorro.

Só sendo ou estando PERDIDO pra cachorro para:

  1. – Alguém ter uma ideia como esta para um filme;
  2. – Ter uma empresa que se digne a apostar em um filme deste;
  3. – Encontrar equipes técnicas para comprar esta ideia;
  4. – Fazerem um filme desta natureza;
  5. – Conseguirem terminar o filme;
  6. – Terem divulgado e conseguido meios de passar este filme nos cinemas;
  7. – Encontrar emissoras dispostas a pagarem por esta atração;
  8. – Encontrar platéia para este filme;
  9. – Pagar energia e outras despesas por este filme;
  10. – Existir pessoas que riem e acham este filme legal, bonito, legal, agradável e ser ele o “ó do borogodó”
  11. – E o empenho da equipe de dublagem: emocionante!

O pior de tudo, é ter 140 canais para se escolher, e estarem assistindo esta atração na Tela Quente. Para você se animar, o filme é sobre esta cachorrinha abaixo.

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Ela é mimada, de uma família rica, e que se perdeu no México. Com um roteiro destes, como não ganharam prêmios? Afinal, dirigir estes animais num set de gravação deve ter sido merecedor.

O Brasi, vai se transformar em um país inviável!

Você abre o feed de noticias da Agência Brasil – A rede brasileira de noticias do governo federal – depara com uma chamada como esta abaixo:

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Quais são as possíveis interpretações? Podemos enumerar, mas, é inevitável não ter pelo menos as seguintes ideias listadas entre elas:

  1. Os trabalhadores são contrários ao Trabalho Escravo, por isto, comemoraram;
  2. Existe trabalho escravo no Brasil – evidente – por isto a necessidade de lei especifica, e os trabalhadores comemoraram;
  3. A constituição Brasileira do jeito que existe permite o Trabalho Escravo, e a aprovação desta Proposta de Emenda Constitucional, vai resolver esta brecha;

E por fim a mais importante de todas as interpretações contrárias que são:

  1. Os ruralista são contrários a PEC;
  2. Os ruralista gostam é do trabalhador escravizado;
  3. Os ruralistas vão lutar contra a PEC no senado;
  4. Os ruralistas são maus e devem ser combatidos.

E não aparece um chefe de edição para dizer: minha filha, não escreve o título assim não, pois, você estará demonizando um grupo de homens e mulheres poderosos. Muito mais, por causa deles é que este país tem alimento de qualidade e diversificado, carne de qualidade e livre de doenças, preservação do meio-ambiente, e que tem ajudado muito com a renda per capita, bem como com o PIB, e sobre tudo, ajudado noutros aspectos da economia nacional.

Este país, o Brasil, se continuar com este viés, vai se transformar em um país inviável, jurídico, político, comercial, moral, ético e em vários outros aspectos.

Para que mais servirá a PEC do Trabalho Escravo?

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A Proposta de Emenda Constitucional chamadas de PEC do Trabalho Escravo foi aprovada hoje na Câmera dos Deputados. Se os senadores da república não fizerem mudanças nesta tal PEC, daqui a alguns meses, nós estaremos assistindo, não uma melhora nas condições dos trabalhadores rurais, e outros urbanos, mas, veremos um crescimento substancial de empresas, empresários, empreendedores diversos condenados, não por falta de condições de trabalho, mas, serão condenados por Trabalho escravo, ou “análogo a escravo”.
Será mais uma via de condenação do empregador, afinal, estamos vivendo eras complicadas.

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Estamos à semelhança da Alemanha Nazista, dominado pelos trabalhadores e os ditos trabalhadores lutam contra a classe dominante. Ah! Mas, que coisa medonha e hedionda! São os trabalhadores[bb]quem estão no poder e estão dominando e lutando contra as classes. Eles são agora a elite, a mídia, e os burgueses, mas, continuam a dizer que são outros.

Aqui nestes sertões, por estas épocas de seca e chão tórridos há uma prática entre os pequenos agricultores[bb]. Talvez, seja este blog o primeiro da região a comentar sobre esta prática. Não há nada de ilegal, mas, é um exemplo do que certas leis promovem, e que logo mais, depois da aprovação desta PEC poderá fazer muito mais. E qual é mesmo o segredo dos pequenos agricultores da região? Rodizio de caseiros e peões. Nada muito sofisticado.

É a adaptação aos rigores das leis trabalhistas e aos rigores que se impõe a quem contrata, a quem paga salário, a quem emprega pessoas analfabetas[bb], pessoas de dura servis, homens e mulheres que de outra sorte estariam abandonados pelo Estado, quem dá trabalho, renda, comida, para milhões de brasileiros[bb]sem condições de competição no mercado de trabalho[bb]. Mas, porém, contudo, todavia, no entanto, e, entretanto, correm o risco de perderem suas propriedades para pagar indenizações milionárias por alguns anos de trabalho rural.

Então para fugir deste rigor, os pequenos patrões rurais fazem assim: contratam os trabalhos de um peão, caseiro ou administrador de sítio e dá-lhe casa, comida, água, energia, e condições gerais, dele e seus familiares viverem nas terras, com todo o conforto possível. No final do mês paga-lhe o salário mínimo estabelecido em lei, e depois de no máximo oitenta dias, dispensa. Isto mesmo. Antes de completar os noventa dias, ou de ultrapassar os noventa dias, dentro da lei, dispensa o mesmo, e o encaminha para ser contratado por outro pequeno patrão rural.

É como se fosse um cartel de pequenos empregadores. Eu dispenso e você contrata. Você dispensa e eu contrato, e vamos assim rodiziando, fugindo das indenizações e de pagar altas taxas, e na pior das hipóteses, ter que vender tudo que tem para poder pagar o que a justiça do trabalho ordena pagar como indenização ao trabalhador.

Isto acima relatado é o que é feito para se evitar esta situação de multa, indenização, direitos trabalhista. Com a aprovação da PEC do trabalho Escravo, bem! Teremos que esperar como é que, e como é que, os pequenos patrões rurais irão se adaptar às novas regras. Afinal, a PEC do Trabalho Escravo fará, poucos de nós sabemos uma forte mudança nas relações empregador, condições de trabalho, e contratado. E, a semelhança de outras categorias, os empregadores, quando acusados de praticar trabalho escravo é quem deverão provar o contrário.

E no ABC do santeiro o que diz o “Cê”, o que diz cê? Coitado do povo infeliz…

Assalto, perseguição, acidente, e tiros; o prejuízo do Mó!

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Eu e Kátia fomos ao Lanche do Mó. Pedro nos pediu um X-EGG Burger e fez a exigência: tem que ser de lá. Então nós fomos. Fiz o pedido e fiquei esperando, minha esposa me puxou pela mão para sentarmos no batente da porta de uma das lojas ali da praça. Esta pracinha todas as noites da semana é para várias pessoas uma praça de alimentação. Ai tem pizzarias, bares, academias, acarajé, sex-shop, mercadinhos, lan-house, sorveterias, etc.

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Poucos minutos depois de nós estarmos sentados no batente da loja, um motoqueiro em velocidade alta para esta praça arrancou em direção ao polivalente, ou seja, ele saiu do ponto 1, dobrou à esquerda em direção ao ponto 2. Ele certamente não conhece aquelas ruas, e foi surpreendido com a depressão que há ali, para você que não conhece as ruas, olhe para seta número dois, é bem ai, que existe a depressão, e ela está ali para duas coisas: 1) serve como redutor de velocidade; 2) serve como passagem de água quando chove.

Com a velocidade e a constante aceleração a moto fez a descida, e ele acelerou ainda mais; ele desequilibrou, e foi arremessado para o alto e a moto saiu capotando até parar na entrada da igreja que ali existe. Quando vimos o acidente o instinto foi de levantar e ir ajudar o motoqueiro, uma senhora saiu da igreja para tentar ajudar, mas, logo, em segundos a história mudou. Era um bandido evadindo do local do crime. Ele havia assaltado umas mulheres por ali, e quando passava de volta, foi reconhecido, e estava sendo perseguido. E surgiu da esquina algumas pessoas gritando enfurecida. E um sujeito, que não sei quem é, veio logo dando voz de prisão ao individuo que havia caido com e da moto.

– Você está preso!

O sujeito levantou-se, correu para a moto, levantou-a, e o sujeito gritando: Você está preso! Você está preso! – Ele meteu a mão na blusa, sacou um revolver, e disse: venha me prender! Venha! O sujeito foi pra cima do sujeito. O primeiro tiro não funcionou. E fez com que o sujeito que acha que ser servidor público da justiça dá-lhe couraça impenetrável ou dá a ele a mesma resistência que o Incrível Hulk tem, avançou, e avançou, até que o sujeito atirou e o tiro fez com que a praça em segundos se esvaziasse. Não ficou ninguém nas mesas do Lanche do Mó. E, cara lá, gritando: Atira otário! Atira! Depois de atirar e fazer todos ali correrem amedrontados o cara pegou a moto e foi embora, enquanto o outro ficou lá contando vantagem de que deu voz de prisão, que mandou o cara atirar, e depois, saiu dizendo que o cara tinha atirado nele, etc e tal.

O Lanche do Mó ficou no prejuízo. As pessoas que estavam nas mesas correram. Quase ninguém deixou o lanche na mesa, nem deixou o dinheiro[bb]dos lanches. O funcionário[bb]do Mó saiu correndo atrás para ver se conseguia receber, mas, nada ou quase nada conseguiu. Ou seja, o Lanche do Mó ficou no prejuízo[bb]. Quando nós já estávamos saindo do local chegou a viatura da PM. Passou lentamente pelo local com o sujeito que havia gritado: “está preso”, “atira otário”, falando as mesmas coisas como se o que ele fez naquela situação fosse o comportamento correto de alguém ligado a justiça[bb]ou que fosse um policial a paisana.

Na volta comentávamos que você sai de casa para comprar um lanche e corre o risco de voltar no carro da funerária.

Entre o Exército e a Comissão da Verdade!

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A presidente Dilma nomeou os membros da tal Comissão da Verdade[bb]. Sobre isto, eu só digo isto: A credibilidade do exército, quanto a seu caráter democrático, a sua função institucional, o respeito às leis, o seu agir de acordo com o texto e as regras constitucionais. Entre os comunistas que tentaram estabelecer[bb]aqui suas ditaduras e o que o Exército teve que fazer para nos proteger[bb]deles, eu afirmo:

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Está dito!

Foi um super show o I Sarau do Ensino Fundamental II no colégio EDI Master.

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Hoje fui acompanhar o meu caçula no evento realizado no colégio EDI Master onde ele estuda. O evento foi o “I Sarau do Ensino Fundamental II”. O evento foi idealizado, organizado[bb], programado, ensaiado pela professora Sandra. É esta simpatia de pessoa ai abaixo na imagem com PH.

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Foi encantador o evento. O tema do sarau foi Jorge Amado e sua riquíssima história[bb]e sua vasta obra literária[bb]. O colégio EDI MASTER estava ornamentado do portão de entrada até o local do evento com painéis diversos. Na entrada uma imagem do pelourinho pintada magistralmente por alunos. No corredor do pátio havia pelo menos três ilustrações como esta em que PH está posando.

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Cada um destes cartazes é a capa de um dos livros de Jorge Amado. O evento teve muitos e variados eventos. Encenação teatral, música, humor, show, oratória, dinamismo, ação, empenho, dedicação, emoção e muitos outros.

Eu quando nesta idade, raramente participei de eventos tais. Nem no desfile de sete de setembro eu participava. Sempre fui tímido para tais apresentações. E, os meus medos eram todos fundamentados. Neste sarau no colégio EDI MASTER eu me vi em dois lados diferentes. Quando certa vez tomei coragem e fui participar de um evento no colégio; e, mesmo depois de ter ensaiado por mais de dez dias os movimentos da coreografia, no momento da apresentação, algumas vezes, quando era para girar para a direita, eu fui para a esquerda. Outras vezes quando era para dar um passo para trás, eu dei um passo para frente. Ou seja, eu sei como é estar ali na situação dos alunos. É de tremer nas bases.

No segundo momento, eu me vi no lugar dos apresentadores dos eventos. Como é difícil também organizar, orquestrar e fazer acontecer tais eventos. Pensar em todos os detalhes, e ainda, ter que improvisar quando você vê que algo não está dentro do que foi combinado. Ter que improvisar alguém no lugar de outro alguém que sem nenhum aviso chega para fazer sua parte; a sensação de que passaram muitos minutos quando algo não está saindo dentro do planejado, como por exemplo, uma música que não executa no momento certo, ou que está muito baixa, uma luz que não acende, um pano que caiu, o microfone que ficou mudo, um fio que ficou curto… ah! São tantas coisas que nos faz pensar que estamos errando tudo, e que tudo está se perdendo.

Os conteúdos apresentados foram deliciosos. Deu vontade de lê mais e mais Jorge Amado. Vê filmes e novelas inspirados ou baseados em suas obras. O sarau apresentou tão bem o autor e tão bem sua obra que até quem nunca leu nenhum dos livros de Jorge Amado saiu de lá com um bom conteúdo.

Alguns Mestres de Cerimônias também chamaram a atenção. Pelo menos dois jovens segurou o microfone com uma intimidade que me deu inveja quando eu tinha aquela idade e nunca tive aquela coragem. Eu só falei para a minha turma quando já estava com mais de 16 anos. Só quando cursava já o ensino técnico em contabilidade, encorajado pela professora Sônia Santos foi que tive coragem de falar na frente da turma. E aqueles meninos e aquelas meninas falaram com desenvoltura, técnica e gosto por mais de quinze minutos. UFA! Que gostoso vê-los e ouvi-los.

Não penso que todos estavam tranquilos. De jeito algum. Vi alguns tremerem. Mas, é também normal. Umas moças estavam muito nervosas antes de se apresentarem. Uma que ficou bem próximo a mim, estava tão nervosa que tremia. No final, quando as chamaram para reapresentarem a coreografia eu a ouvi dizer: “ah! Agora tem poucas pessoas. Se errar a vergonha é menor.” – Como se a vergonha aumentasse com mais ou menos pessoa.

A direção da escola está de parabéns. A prof. Sandra está de parabéns. Fiquei impressionado com a tranquilidade dela. Ficou ali de pé, olhando, contemplando a execução. E até quando os alunos vieram reclamar de uma colega a professora manteve-se no domínio das emoções. Disse que olhou tudo, analisou e que tomará as devidas medidas. Transmitiu-me uma segurança, uma autoridade notável.

Parabéns às pessoas envolvidas na organização. Parabéns aos alunos e alunas que fizeram toda a movimentação, e olha que eles eram tudo. Atores e atrizes. Organizadores e contrarregra, pois, assim que uma cena terminava tiravam e o cenário e já montavam o outro.

Foi um super show o I Sarau do Ensino Fundamental II no colégio EDI Master.