O MSN não entra. Confira seu e-mail!

Fui atender o chamado ao serviço. A reclamação[bb]era de que depois que entreguei o computador, não era mais possível entrar no Windows Live Messenger.

Primeiro eu tentei auxiliar o cliente por telefone[bb]. Perguntei pela mensagem de erro. Perguntei se a senha estava correta. Perguntei se o e-mail estava correto. O cliente disse: “tá tudo certo. Já conferir tudo, e não entra. Foi só você entregar o computador[bb]que ele deixou de entrar no MSN.”

Ai, quando chego lá na casa e olho para o e-mail digitado deparo com esta coisa abaixo da imagem:

 

Tá mesmo tudo certinho. É assim que se escreve: RÓ-TI-ME-IO. Ele só esqueceu do acento gráfico na letra “ó”, e trocou a letra “a”, pela letra “E”. Fora isto estava tudo correto.

E, quando eu cobrei pelo serviço[bb], se irritou e disse que o serviço estava na garantia do serviço.

Eu e todos os técnicos de informática merecemos!

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25 GB de espaço gratuíto no SKYDRIVE da Microsoft. Corra! É limitado!

O Dropbox é o lider de mercado, e sem dúvidas um ótimo serviço de armazenamento, compartilhamento de arquivos eletrônicos. Uso o serviço do Dropbox faz algum tempo. Já tenho lá milhares de bytes. Mas, eu também uso o Skydrive, o serviço de armazenamento, backup e compartilhamento de arquivos oferecido pela Microsoft. Nem todos os usuários do Windows Live Messenger sabe que tem este serviço a disposição, amplo e gratuíto da Microsoft.

Nestes dias, próximo passados, recebi a noticia de que a Google resolveu entrar no mercado dominado pela Dropbox e pela Microsoft. Na página dos serviços assim se lê:

Google Drive. Guarde tudo. Compartilhe o que quiser.

Acesse em qualquer lugar. O Google Drive acompanha você em qualquer lugar: na web, em casa, no escritório e em outros lugares. Não importa onde você esteja, suas coisas estão sempre disponíveis. Prontas para usar e para compartilhar. Dê os primeiros passos com 5 GB de espaço gratuito.

O Google Drive está disponível para:

  • PC e Mac
  • iPhone e iPad (em breve)
  • Aparelhos Android

O serviço Skydrive não deixa por menos e avisa: Qualquer arquivo. Qualquer lugar.

Pare e pense em todos os dispositivos diferentes que você usa todo dia. Não seria ótimo se os seus arquivos acompanhassem você de um dispositivo para o outro (telefone, Mac ou computador)?

Com o SkyDrive, você sempre estará perto dos documentos, das anotações, das fotos e dos vídeos que são importantes. Armazene qualquer item no SkyDrive e ele estará disponível automaticamente para você em qualquer dispositivo, sem sincronização ou cabos.

A super novidade, em minha opinião é a oferta de 25 GB do Skydrive. Opa! Como é que é? Isto mesmo. Não sei se para todos, mas, para os mais antigos – e eu sou dos antigos lá – recebemos o convite para dar um clique num certo botão para que o espaço aumentasse de 5 GB para 7 GB. Ai, a Google aumentou para 5 GB, então, nesta semana, a surpresa: o Skydrive dá 25 GB de espaço. Não é mentira não! Veja como funciona:

1 – Abra sua conta no Hotmail (Windows Live).

2 – Clique em Skydrive.

3 – Clique no botão

Imagem 008

Pronto! Sua conta no Skydrive que era de 5 GB, foi aumentada para 7 GB e devido a chegada do Google na área, a Microsoft já fez esta estripulia com a concorrência. APROVEITE! Tá lá escrito: É POR TEMPO LIMITADO. Guaranta logo seus 25 GB no Skydrive.

A Google não ficou para trás também não! Já tem noticias correndo pela internet que ela já está construíndo um novo datacenter para poder armazenar todos os dados dos clientes, talvez, chegue perto de alguns EXABYTE.

Eu sou é branco! Não tá vendo a cor da pele não?

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O título: Eu sou é branco! Não tá vendo a cor da pele não? – foi a frase que meu filho disse anteontem quando preenchia uma documentação para o IFBA (Instituto Federal de Ciências e Tecnologia da Bahia).

A frase foi dita antes de o Supremo Tribunal Federal ter votado unanimemente que as cotas raciais é sim CONSTITUCIONAL. Não me admira o posicionamento do STF. Estes magistrados que estão ai, em minha opinião, representam uma classe, uma ideologia, um grupo, uma maneira diferente e às vezes distorcida de ver, entender, compreender, defender, interpretar e difundir os valores de forma geral. Eles, que deveriam zelar da CONSTITUIÇÃO, são os próprios quem tem desvirtuados o texto constitucional.

Desde antes dos tais ai do STF decidirem se era ou não constitucional, aqui em casa, nós já dávamos como certa que seria criada mais esta nova classificação entre os brasileiros, em nome do que eles dizem: “reparação histórica das desigualdades entre as raças” – Aqui, nós denominamos de “diferença de cor”, pois, por mais que insistam em dizer que o brasileiro não é preconceituoso, de que vivemos em uma sociedade livre e não racista, as atitudes, as leis, os reconhecimentos, os procedimentos, as ações de políticas públicas APONTAM o contrário de tudo isto. Eu perguntei para ele porque ele não queria se declarar negro, mestiço ou pardo e a resposta foi direta e curta:

Eu não quero, depois de estudar, trabalhar e conquistar: ser discriminado ou rebaixado com pensamentos ou perguntas do tipo: Você usou o sistema de cotas?

Ele é jovem. Tem apenas 15 anos, mas, esta é a visão dele da aprovação das cotas e ele contesta a opiniões que vem com declaração que tenham o cunho ou cujo apelo é “superar distorções sociais historicamente consolidadas” como que se um negro que nasce agora neste período de “nativos digitais” sejam iguais aos negros que nasceram no período do ventre-livre. E pensa que, no futuro, muitos que agora irão aceitar e ou entrar nas universidades usando o sistema de cotas, serão, no futuro, os rebaixados por rotulagem do tipo: é advogado por que teve cota; é médico graças às cotas. E ainda pior: não quero que um cotista me atenda; credo um médico que para se formar teve que apoiar-se no sistema de cotas.

É inegável que o sistema, segundo o STF é constitucional, mas, é incontestável que é também a afirmação e garantia de que somos, como povo, como nação, baseados nesta coisa dita pelo ministro: “politicas de ações afirmativas”, afirmando e estabelecendo a discriminação da cor da pele, e a desconfiança profissional, a capacidade intelectual, a conquista pessoal, a ascensão social de qualquer negro, mestiço, índio ou assemelhando que utilizarem o sistema. É vergonhoso para muitos assumirem-se brasileiro, negro e cotista.
O ministro relator argumentou que 2% dos negros conquistam diploma universitário. Tá! E daí? É culpa de quem haver tão baixa conquista? Que motivos fazem com que apenas 2% dos negros conquistem diploma universitário? O que é que as universidades fazem que apenas 2% dos negros conseguem o diploma universitário[bb]? Sei lá!

Posso citar, por exemplo, o que aconteceu no segundo semestre no referido IFBA em que um aluno, jovem, brasileiro, baiano e também negro, recebeu de forma insistente um apelo para interessar pelo assunto, dominar certos conteúdos, ser o melhor, buscar a excelência. Em minha opinião, era, e foi tão somente uma atitude racista, depreciativa e discriminatória por parte do docente em exigir deste colega uma superioridade racial. O que ele exigia? Uma superação pessoal do aluno e a motivação[bb]: por causa da cor de sua pele. E baseado neste item exigia do mesmo ser o melhor; queria provar que os negros são melhores; que os negros são mais fortes; são mais inteligentes e merecem destaque. Mentalidade mesquinha, preconceituosa e discriminatória.

Eu entendo esta renuncia ás cotas a qual meu filho diz-se ser branco, ele pode ser considerado pardo, mas, não o quer. A rotulagem de cotista, para muitos é como um adesivo na testa de incompetente; é como admitir o contrário do que se deseja: ascendi, sou igual, sou o que sou, e não usar a cor da pele, a suposta ligação com o passado escravocrata da nação, e que tenha algum direito a mais além do que a constituição declara: somos todos iguais.

A opinião do ministro relator, esta aqui:

“O reduzido número de negros e pardos que exercem cargos ou funções de relevo em nossa sociedade[bb], seja na esfera pública, seja na privada, resulta da discriminação histórica que as sucessivas gerações de pessoas pertencentes a esses grupos têm sofrido, ainda que na maior parte das vezes de forma camuflada ou implícita. Os programas de ação afirmativa em sociedades em que isso ocorre, entre as quais a nossa, são uma forma de compensar essa discriminação, culturalmente arraigada, não raro praticada de forma inconsciente e à sombra de um Estado complacente” – Copiado da Internet.

Ele pode ser ministro, mas, não concordo com ele. Ele pode ter anos de direito. Dezenas de anos de defesa. Mas, estas palavras são apenas desculpas. Vamos à argumentação por parte. Na primeira parte da argumentação o ministro relator – das cotas raciais são constitucionais – afirma o que já sabemos: fazemos discriminação social, somos preconceituosos, e, é assim que o povo brasileiro trata negros, índios, mestiços, mulatos, pardos etc. Ou seja, o povo brasileiro é miscigenados, e ele mesmo se condena, se discriminar por isto. O ministro poderia ter fundamentado a informação com mais números, com informações do IBGE de que isto é resultado “da discriminação histórica.” Muitos argumentos neste país são assim “pré-desculpados” com a tal palavra: histórica.

Incompetência administrativa[bb]: Ah! Isto é histórico.
Corrupção política: Ah! Isto é histórico.
Ineficiência: Ah! Isto é histórico.
Baixos valores morais, éticos: Ah! Isto é histórico.
Vícios e desvios: Ah! Isto é histórico.
Baixa auta-estima: Ah! Isto é histórico

Pô, eu, que já sou um pouco mais velho do que muitos, já não me sinto atingido pelo que foi o Brasil[bb]colônia. Já não me atinge o que aconteceu quando eu era criança, imagina – e exijo provas – que hoje, sou afetado pelo que aconteceu no Brasil 499 anos atrás. Tenha santa paciência! Muitos que usam estes argumentos querem discordar da doutrina do Pecado Original. Ai não é aceitável! Se vale um, vale também o outro.

Surpreendeu-me a posição de meu filho em ser contra e agir contra, e demonstrar que não quer ser beneficiado pelo sistema de cotas. Pelo que percebi de suas ideias e posicionamento, ele quer mesmo é separar a situação, para não haver confusão quanto a “não ter acesso”, e “não ter condições”; como, por exemplo: não ter condições financeiras de arcar com as despesas da educação superior, não ter as condições necessárias e as opções de fazer isto ou seguir aquele caminho, que é diferente de não ter a capacidade para isto e aquilo.

Pelo que entendi, a preocupação dele é não confundir os valores: ter capacidade de, e, ter condições de.

Afinal, eu posso concordar com, e se as cotas fossem assim estabelecidas para todos. Se tem capacidade de, se ofereça as condições para. Mas, não é o que se deduz com o debate da constitucionalidade das cotas, e como diz o ministro relator e eu grifo aqui, as cotas é “uma forma de compensar essa discriminação, culturalmente arraigada”… entenderam?

Todos, de acordo com a CF88, somos iguais, porém, os negros e os índios por causa da “discriminação, culturalmente arraigada, não raro praticada de forma inconsciente e à sombra de um Estado complacente” ELES, apesar de iguais, tem direitos diferentes. Mas, tá parecendo que é assim: eles são iguais, mas, reconhecemos que os uns são melhores do que outros. – Ah! e isto é verdade. Somos todos iguais – em certos aspectos – e todos, somos diferentes nos demais aspectos.

Quem é que está mentindo: Os professores ou o governo da Bahia?

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Já tá virando hábito. Todas as vezes que há greves na Bahia, o governo lança notas públicas na TV. Nas últimas notas do governo da Bahia sobre as greves ele posa de vítima dos movimentos grevistas. A greve dos professores[bb]que começou recentemente, reinvindica o cumprimenro do acordo assinado pelo governador no ano de 2011. Eis como está escrito no site da APLB.

… No acordo assinado pelo governo Wagner e pela Entidade Sindical, a APLB Sindicato, ficou definido que o reajuste do PISO seria dado a todos os professores da Rede Estadual (professores do ensino básico e professores com formação de nível superior), respeitando os padrões e graus da tabela do Plano de Carreira, porém até o momento o mesmo não foi cumprido. Diante desta situação, os trabalhadores da educação da Rede Estadual paralisaram suas atividades funcionais no dia 11/04/201, por tempo indeterminado. E agora Governador Wagner? Como ficará sua palavra diante do ACORDO assinado? …

Este texto acima é do site da APLB: Por que a educação está em greve?. Isto explica ou melhor apresenta a motivação da categoria[bb]. Na TV todos os baianos ficam sabendo de outra versão da situação :

O Governo da Bahia vem honrando o acordo feito com a representação dos professores em 11 de novembro de 2011. O acordo foi referendado e suplantado pela Lei 12.364/2011, aprovada, por unanimidade, pela Assembleia Legislativa, no dia 25 de novembro de 2011. Esta Lei, que assegura o cumprimento do Piso Salarial[bb] e ainda reajustes reais de salário aos professores, foi sancionada pelo governador e celebrada pela APLB Sindicato como uma conquista[bb] histórica da categoria.

O contra-ataque do governo à categoria passa na TV e texto está aqui neste link: Governo cumpre acordo referendado na Lei 12.364/2011.

Se vocês ainda não perceberam, prestem atenção na tática dos partido do trabalhadores, enquanto poder, em lidam com os movimentos grevistas:

1) – Não abrem negociação, exigem a volta ao trabalho para depois negociarem;

2) – Esperam os grevistas extrapolarem o prazo legal dos dias parados;

3) – Sempre há um juiz, sabe-se lá de onde, para DECLARAR a greve ILEGAL.

Na greve da PM, e agora na greve dos professores, o governo tem veiculado a informação de que tanto a PM da Bahia, quanto os professores ganham mais do que em outros Estados. Eu desconfio de que a ideia é fazer com que a população se posicione contra as categorias. Entre os professores e os políticos, bem, eu acredito muito menos nos políticos, em especial quando os políticos são de certos partidos políticos, que são especialistas em ludibriação, profissionais da corrupção, especialistas em manipulação e roubo de obras e histórias.

Como os alunos podem exigir qualidade, conteúdo e condições de aprendizagem?

Mestre Yoda

As aulas voltaram. Retornaram ontem 16 de abril. A turma, aquela que era a primeira turma de Informática, em minha opinião, ACABOU! Restaram apenas grupos isolados, amordaçados e sem forças para reivindicações; talvez fosse isto que muitos queriam. Desde o primeiro semestre que ouvíamos frase do tipo: ao longo do curso vai ocorrendo o peneiramento, as vezes em uma turma formam apenas um ou dois. Não faz muitos dias, que outra pessoa ligada a educação de lá afirmou que desde o processo seletivo é que começa a seleção, e no final, só chegam os melhores, os mais tenazes, o mais aptos. – Nem tanto! Conheço muitos bajuladores bem de vida!

Ontem fomos todos para o campus saber como é que ficaríamos em relação ao curso. Ao longo do semestre, de acordo com o conteúdo das ementas, que os professores insistiam em repetir, apesar das nossas constantes reclamações e pedidos de mudanças na maneira de ensino, nas metodologias, nas distribuições de conteúdos, NÃO FOMOS atendidos nos pedidos.

Para mim, professor são guias, e, mestre, alguns dizem estar um pouco acima, pois são aqueles que trabalham sem indicações técnicas de outrem. Lá, temos professores que trazem em suas descrições Mestre em tal atividade e etc e tal. E não estou aqui questionando nenhuma graduação. Mas, questiono qualquer profissional que ignora – em especial aqueles que ganham para ensinar – os pedidos de mudanças de metodologias por aqueles que eles deveriam demonstrar como é que tal atividade deveria ser feita, por que ele é o mestre. Ele, é aquele que conhece as técnicas daquela atividade.

Pois bem! Aconteceu que a turma de Informática, em sua maioria, não estava sendo contemplada com as metodologias e as descargas de conteúdos teóricos, sem os devidos ensinos TÉCNICOS que deveriam vir acompanhados dos SLIDES – e nada mais! – das aulas apresentadas. As principais matérias do semestre estavam sendo ministrada de forma distante do que se espera de um curso técnico. Os mestres estavam, por assim dizer, distante dos discípulos. E os conteúdos teóricos distante da técnica do traquejo.

Em pelo menos duas ocasiões os apelos por mudanças não foram aceitas. Diante da situação o que fizeram a maioria dos alunos da turma de informática? Analisaram a situação. E tinham as seguintes opções:

1. AVANÇAR DE QUALQUER JEITO: Poderiam avançar no curso com média simples, terminariam o curso, receberiam o certificado, porém, sairiam do curso sem obter os conteúdos que o mercado de trabalho exige de técnicos graduados.

2. REPETIR PARA ESPERAR: Diante das circunstâncias, abdicar o esforço e não alcançar à média simples, REPETIR as matérias pendentes, para que, com a repetição, obter o conhecimento, que é o objetivo de todos aqueles que fazem cursos técnicos. Obter certificação. Obter conhecimento.

3. ESPERAR PARA BENEFICIAR: Beneficiariam com a chegada dos novos professores que estavam participando do concurso público. Afinal, com o quadro de professores ampliados, a chance de estudarem com professores de áreas especifica, no mínimo ganhariam em qualidade e conteúdo.

Entre outras razões e opções, muitos decidiram, já que não estavam sendo contemplados com qualidade, conteúdo e aprendizagem, repetir estas matérias, que são especiais dentro do curso, além de ter a certeza, que os novos professores, poderão contribuir mais e melhor com o curso, pois, o curso de Informática, no segundo semestre teve professores repetindo matérias, aplicando conteúdos que não lhe é área de trabalho nem de conhecimentos técnicos. É proibido que um professor formado em programação soubesse bem sobre redes de computadores ou outra atividade ligadas à tecnologia[bb]? A resposta é não. Porém, não é o caso aqui. Pois, ele pode conhecer o conteúdo, mas, um especialista sabe muito mais.

Algumas reclamações quanto ao conteúdo despejado sobre os alunos não agradou a alguns. É compreensível. Nem todos sabemos lidar com a crítica e com as exigências dos direitos[bb], nem com a divergência de opiniões. Algumas reclamações foram ao longo do semestre ecoando entre os colegas. E, o fala-aqui-fala-ali entre nós, revelou[bb]  uma realidade: a maioria não estava aprendendo, nem entendendo os conteúdos.

  • Nas aulas em que deveríamos aprender a lidar com os recursos do principal programa existente nos equipamentos[bb] de informática, tivemos acesso apenas e tão somente aos slides de conteúdo teórico;
  • Não havia livros, apostilas, nem material didático mínimo para os alunos.
  • O uso dos computadores era mínimo, ainda que a maioria das matérias tivesse relação aos referidos equipamentos;
  • Os softwares estavam lá. Os mestres em sala de aula. Os alunos presentes. Os equipamentos funcionando. Mas, se priorizavam as teorias às técnicas; diziam façam, ao invés de, é assim que se faz.
  • A seguinte frase foi declarada: Vou sair daqui sem saber lidar com computadores, e sem saber fazer programas. – que são as duas atividades que o curso de informática deveria promover.
  • A relação de MESTRE/ALUNO estava mesmo, com raras exceções, nesta ordem MESTRE acima, ALUNO abaixo.
  • A linguagem utilizada, sim, esta era de muita tecnicidade, o que fazia com que, a maioria não entendesse os conteúdos;

Alvo de critica severa é a conduta adotada pela coordenadoria do curso, pois, o que querem, é impossível de ser feito! Podem comparar o conteúdo do curso técnico de dois anos, com o conteúdo de curso de nível superior de quatro anos. É esta a relação. Algumas matérias, como por exemplo, estudos de linguagem C, linguagem estruturada, ao final de apenas um semestre foi exigido dos alunos a confecção – ainda que simples – a confecção de um sistema completo de vendas e estoque, controle bancário, controle de biblioteca, controle de veículos. Quem fez, e recebeu a nota, hoje, vamos dizer 40 dias depois do término do semestre eles sabem fazer o programa sozinho? Está apto a desenvolver um software? Domina a contento o conteúdo da ementa que o curso exige? Ou apenas, avançou no curso com a obtenção das notas? Ele pode estar satisfeito, e o professor contente.

Parte-se tão cegamente ao alvo de cumprir todos os tópicos das ementas que não estão preocupados com a qualidade, nem com a assimilação, nem tão pouco com a formação profissional dos alunos. Estão preocupado em passar o conteúdo, fazer avaliações daqueles conteúdos, obteve a média, vai para o próximo semestre, que a turma que passou no processo seletivo já tá chegando.

Foi por não estar acompanhando, e por não estar sendo contemplado com o ensino técnico, nem obtendo os conhecimentos necessários do curso que muitos alunos do Curso de Informática decidiram repetir pelo menos 50% das matérias do semestre, na esperança de terem acesso ao conteúdo de forma clara, didática, e por outro professor, que tenha a ciência da pedagogia.

A situação.
Até o momento, não tivemos contato com o coordenador do curso para os esclarecimentos. O que temos de informação é que o Campus só tem condições de atender os cinco alunos que quiseram passar o semestre da forma descrita acima, e a nova turma, ou seja, os novos alunos no primeiro semestre, e os cinco alunos que estão no terceiro semestre.

Nós outros, não temos informações de como será. A informação é que teremos que esperar este semestre em casa, até que a segunda turma termine a sua peneiração, para ajuntarem-se a nós e ou nós ajuntarmos a eles. Fato é que somos cerca de 11 ou 13 alunos que não teremos aulas neste semestre. Mas, certamente, ao voltarmos, temos a esperança, de teremos mais professores contratados, mais equipamentos disponibilizados, mais profissionais em áreas especificas.

Eu e os demais esperamos uma melhora significativa no quadro e no curso. Esta espera, fará com que tenhamos mais tempo para que o campus receba melhorias e investimentos.

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Dilma nos EUA e a conversa entre os IGUAIS!

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Em 1985/1986 eu adentrei às portas do Adventismo do Sétimo dia. Entre as muitas doutrinas e interpretações proféticas estudadas nos 19 anos em que fui sectário deste movimento alguns conhecimentos estão atualmente sendo sacudidos. Em especial o papel dos Estados Unidos da América no Mundo e nas interpretações das profecias de Daniel e do livro do Apocalipse. Por mais de uma década, eu e vários amigos estudávamos as profecias bíblicas e nestas, os Estados Unidos da américa era a representação da segunda besta do apocalipse, aquela que erige uma imagem à primeira besta.

Um dos pontos mais importantes da profecia é este:

“Quando as principais igrejas dos Estados Unidos, ligando-se em pontos de doutrinas que lhes são comuns, influenciarem o Estado para que imponha seus decretos e lhes apoie as instituições, a América do Norte protestante terá então formado uma imagem da hierarquia romana, e a aplicação de penas civis aos dissidentes será o resultado inevitável.” – O Grande Conflito p. 445. – (Grifo meu).

Em longos estudos debatíamos como é que a nação americana sairia de seus trilhos democráticos para se tornar o que a Ellen White afirmava em seus livros. Porém, os eventos recentes em que a sociedade americana tem guinado para um radicalismo social (Tea party), se percebe que é bem possível que exista mesmo uma mudança social e política.

Nas últimas décadas tenho acompanhado a história americana e nada mais me espanta. Atualmente a nação mais poderosa do norte tem se tornado aquilo que os esquerdistas brasileiros e o antiamericanismo latino tem se regozijado pois pensam e veem a decadência desta nação que já foi a maior potência deste mundo. Hoje, resta-lhe apenas o poderio bélico. Esta visão, em minha opinião é só um delírio esquerdista.

Muitos analistas[bb] estão sem saber apontar qual será a importância do país no futuro próximo do planeta. As eleições de agora apontam para um retrocesso quanto a vários pontos. A eleição do Barak Obama, segundo minha analise, não surtiu o efeito do Yes! We Can.  Obama Fracassou em sua missão que foi alimentada por fé e esperança. Vi na eleição dele uma tentativa de: “vamos tentar mais este, é nossa última esperança”. Porém, não esqueçamos que foi no governo dele que o terrorista foi localizado e executado.

No entanto, apesar da baixa popularidade[bb], parece-me que o povo americano sente saudades do pai e do filho Bush. Sentem e gostariam da volta do Clinton. Que o R. Reagan pudessem ressurgir. Eles desconfiam que é o Michael Jackson quem tinha razão: “But if Roosevelt was living He wouldn’t let this be.” (They Don’t Care About Us – Michael Jackson[bb]). Ou seja, os movimentos americanos apontam para o descontentamento político, cultural, social, econômico, bélico e todos os demais segmentos sociais, culturais, econômicos, e de valores éticos e morais. Nunca antes se via, ouvia e lia sobre os EUA em situação tão deplorável. Agora se vê, se ouve e se fala em pobres, desempregados, miséria, educação em ruínas, doenças, e, que em breve deixará de ser a nação mais rica, e poderosa do planeta.

Ditante de tudo isto acima citado, sabe o que não tem preço? Ler a declaração abaixo:

Temos que reconhecer a importância da economia dos Estados Unidos, que possui importantes características neste mundo multipolar que está surgindo: uma imensa flexibilidade, uma enorme liderança em ciência, tecnologia e inovação, e suas raízes democráticas“, disse Dilma ao ressaltar “o importante papel que a economia americana segue desempenhando na América Latina”. – Dilma exige pé de igualdade.

É uma frase bajuladora, uma água fria nos antiamericanos de plantão. O interessante é que a nação Norte Americana[bb] está em crise econômica, crise na educação, crise de potência, crise de cultura, crise de comércio, crise cambial, crise na politica[bb], crise em todos os seguimentos sociais, crise estrutural e, no entanto, é o país que os antiamericanos do passado precisam manter seus negócios, se inspiram, pedem ajuda, exige reação. Veja que coisa! QUEREM IGUALDADE!

O que mudou no cenário internacional para que estes anti-americanos vão lá exigir dos americanos do Norte igualdade, ao tempo que reconhece sua superioridade (uma imensa flexibilidade, uma enorme liderança em ciência, tecnologia e inovação, e suas raízes democráticas)?

Mas, como assim Dilma “de igual para igual”? Vossa excelência chega dizendo:

“Temos que reconhecer a importância da economia dos Estados Unidos, que possui importantes características neste mundo multipolar que está surgindo: uma imensa flexibilidade, uma enorme liderança em ciência, tecnologia e inovação, e suas raízes democráticas”

Para eles (os anti-americanos do norte) a presidente está falando GROSSO com “uzamericanos” (Quem inventou esta grafia?). Eu vejo a coisa do jeito de sempre, agora piorado, com a hipocrisia politica dos que pregavam contra o modelo americano, e ao tempo que desejam e mantém as mesmas relações de antes. E ainda vem com a balela: nós somos credores do FMI. Falamos grosso! E por fim, para acabar com o lero-lero de igualdade, eis o que está registrado de palavras da “presidenta”:

“Na América Latina há um espaço imenso para uma relação de sócios, mas sócios entre iguais, entre o país mais desenvolvido da região, que são os Estados Unidos, e os países latino-americanos” –

Que contraditório!