Não há magia na noite da virada

Falta dois dias para terminar este ano de 2009. Nós contamos nossos dias, nossos meses, nossos anos. Não é algo recente. Moisés, aquele que a Bíblia diz que conduziu o povo hebreu pelo deserto, numa de suas orações pede o seguinte:

– Ensina-nos a contar os nossos dias, para que alcancemos coração sábio. (Salmo 90:12)

A passagem dos anos, o conhecido réveillon (Clique e veja mais), é um evento mundial. Não abrange todos os países porque há diferentes calendários, e diferentes tradições seguidas por outros povos e grupos isolados, entretanto, o 31/12 é de fato um grande evento mundial.

O que este evento nos ensina? Ensina que ainda vivemos e encaramos a vida como as fases dos jogos dos vídeos-games, ou os estágios dos RPG´s. As tarefas cumpridas num desafio.

Quando menino, os jogos tinham objetivos. Tinham metas. Tinha os vencedores e os perdedores. Haviam os que sabiam os movimentos a serem feitos, e os lugares a serem evitados. Hoje é diferente. Os RPG´s evoluíram, e há jogos que nunca terminam. Há objetivos a serem alcançados. Tal qual nós.

A diferença para a virada de ano, é que, nem sempre chegamos no dia 31/12 com todos os objetivos alcançados, mesmo assim, a virada acontece para todos. Aqueles que alcançaram continuam. Os que não alcançaram também. Qual a diferença então? Os que não alcançaram continuarão a buscar soluções para os problemas que não resolveu.  Enquanto os que alcançaram estarão procurando outras respostas.

Não acontece mágica, nem há magia na noite da virada. A vida não altera seu curso. Só o calendário volta a 31/01 só isto. A mudança que ocorre, só através dos conhecimentos astronômicos se pode compreender, que é definido como Movimento orbital que correspondente à translação em torno do Sol, cuja duração é de 365 dias, ou seja, um ano.

Além disso, não há nada de concreto sobre mudanças nas nossas vidas e nos nosso projetos, nos nossos planos.

Em 31/12, a única coisa que de fato acontece é a Terra terminar o seu movimento orbital, nada além do que isto. Mas, nós que gostamos de contar, gostamos de recomeçar, gostamos de mitificar épocas e eventos, esperamos e depositamos esperança neste momento. Esperamos que algo além aconteça.

O que se espera na virada? Muitos esperam um milagre. Muitos esperam que se esqueçam o que eles devem. Esperam que a vida seja diferente tão somente porque deixou-se de contar 31/12/XX para 01/01/YY, mas, nada fazem  para que o período que a Terra REINICIA em torno de sua orbita, seja diferente para ele também.

O caminho da Terra em torno do sol será o mesmo, exceto se houver algum evento externo, ou algum, aquecimento interno, para evitar e transtornar este trajeto.

Se você quiser que o próximo período seja diferente, faça você a diferença, não pense que haverá mágica ou magia. Mude sua orbita, sua translação, sua rotação, entre ou evite colisão com tudo que te fez perder este período de 2009. Há eventos externos, mas, todos podem ser modificados. Não espere por magia ou mágica, exceto as que você souber fazer.

Mudanças em 2010!

Só você pode fazer!

Como ter saúde pela contemplação do belo

Quem desce a rua Lafaiete Coutinho que passa em frente ao Fórum de Irecê vê um Outdoors que diz, que os governos Municipal, Estadual e Federal, investiram mais de 30 milhões de reais na saúde em Irecê. Lá pras bandas do Mercadão, há também outro outdoor em anuncia a construção de “xis” unidades de UTI.

Pra todos os lados que você anda, pode observar também o quanto se gasta com propagandas institucionais. Não é ruim que se faça propagandas. Não é errado divulgar o que se faz. É legal, segundo as regras vigentes! Deveria ser diferente. Não propagandas, mas informações à população do que existe e como usufruir. Nada além disso, que é obrigação, e para isto foram eleitos.

Mas, das últimas vezes que fui ao Hospital Regional, tivemos que esperar cerca de duas horas para ser atendidos. Isto indica, e aponta, que não há grandes investimentos na contratação de pessoal, ou não se tem, encontrado profissionais dispostos a trabalhar aqui na cidade. Mesmo existindo mais de 30 milhões de investimento em saúde. Prédios não atendem sozinhos, não é?

O prédio do hospital foi aumentado em pelo menos duas vezes o seu tamanho original. A estrutura é elegante, com desenho de faixada bonita, acesso facilitado, controle das diversas entradas por turno. Recepcionistas para a ala adulta e pediatria em separado. No entanto, a demora no atendimento das emergências, que já me aconteceram três vezes, apontam-me a falta de investimento e contratação de médicos, médicas, pediatras, clínicos capazes de atender a quem chega nas emergências.

Ontem por exemplo na emergência do HRI havia sete pessoas. Todas mulheres. Todas esperavam o médico para serem atendidas.

  1. Ocorreu acidente grave? Não!
  2. Aconteceu crime e trouxeram os corpos pra cá? Não!
  3. O médico está em cirurgia? Não!
  4. O médico está no horário de descanso? Não!
  5. O médico está no hospital? Sim!
  6. Teve aumento do atendimento? Não! O fim de semana até que foi calmo!

Descartando as principais atividades que pudesse atrasar ou prejudicar o andamento do atendimento, eu perguntei:

– E porque não estamos sendo atendidos? – Ninguém soube informar, nem localizavam o médico.

Kátia necessitava de uma injeção de dipirona, buscopan, e ou qualquer outra substância que cessasse-lhe sua dor de cabeça, que as vezes a visita por ocasião de suas regras.

Se existisse uma farmácia aberta até a meia noite, não teria ido para lá. Procurei uma farmácia aberta, mas, não encontrei. Cheguei no Hospital por volta das 23:45 e saímos 1:38 da madrugada. É muito tempo para esperar para quem está sentido dor. Quase duas horas.

Eu desistir de ser atendido e pedi ao vigilante a devolução da ficha que foi preenchida. Ele quis saber para que eu queria a ficha. E Kátia respondeu:

– Eu vou embora! E estou voltando sem ser atendida. Porque vou deixar a ficha preenchida como se eu estivesse sido atendida? O governo pode pagar pouco, mas, mesmo sendo pouco, ele não me atendeu para ter uma ficha que diz que atendeu.

Em seguida chegou uma garota nos braços de seu esposo e do seu irmão. Acharam e chamaram o médico. Com esta situação, o médico apareceu. No final, depois de atender a todos, a moça que chegou ruim, carregada, e desacordada o médico apenas orientou:

– Leve pra casa! O remédio vai faze-la dormir. Quando ela acordar, o efeito do álcool terá passado. É só cachaça!

Enquanto não chegou esta carregada nos braços, este médico não veio atender quem estava sentado na emergência. Outra senhora reclamava de que estava lá a mais de hora, e que, haviam colocado outra pessoas na frente dela e da mãe de setenta e poucos anos.

– A mulher chegou, fingiu passar mal, e foi logo atendida. Minha mãe, que sofre, e não finge, não sabe ser atriz, eles não atendem! Isto é de uma injustiça e de uma falta de vergonha sem tamanho.

Mais de 30 milhões investido em saúde! Vamos todos sentar e contemplar as lindas obras enquanto esperamos ser atendidos. Esta é justamente a ideia defendida pela corrente filosofica Weiliana que assim se explica:

Ao ser desapegada, a pessoa é capaz de quebrar as correntes que a ligam a desejos e medos terrenos para transformar a concepção de tempo “histórico-linear” em “enterno-circular”; e para ser transformada pela contemplação da beleza da Terra. – Um processo de Contemplação

Só se for assim!

Saber matemática é mais fácil do que aprender Português.

A frase título do texto pode conter erros. E se eu for usar uma frase para explicar porque penso que é errado, escrevo outras sentenças erradas. Pois a língua portuguesa, no Brasil, é mais complicada e mais complexa do que aprender as mais diferentes teorias matemáticas, é mais difícil do que entender a idéia e a teoria dos números primos.

Partindo do título, o que há de complicado? Eu me recordo que existem regras para fazer tais comparativos. Eu devo saber usar a combinação de algumas palavras para a comparação ficar correta. Mas, não é só isto. Eu devo saber usar os diferentes tipos de porquês. Este “por que” é usado para alguma expressão, este outro “porque”, é para outra ocasião, e tem um outro “porquê”, quem sabe escrito assim: “por quê”, que se usam em situações diferentes.

A nossa língua portuguesa é complicada para usar desde os pronomes, e não apenas um grupo de pronomes, todos eles. Veja o exemplo dos pronomes relativos: que, quem, qual, cujo, onde, como, quando e quanto.

Para cada pronome, existe uma dica para saber como descobrir a maneira correta. Por isto, procuro, se possível, evitar tais construções nas frases, mas, o problema é responder provas com tais informações. Quer mais complicação? Tente explicar estas questões abaixo:

  1. Ela é uma pessoa muito receiosa ou receosa?
  2. É preciso que vocês viagem ou viajem hoje mesmo?
  3. Falávamos há cerca de ou acerca de suas idéias?
  4. Ele chegou atrazado ou atrasado à reunião?
  5. Ele não trabalha tão pouco ou tampouco estuda?
  6. O rei teve um mal ou mau pressentimento?
  7. Não sei porque ou por que ele não veio?
  8. etc..

Eu penso que algumas diferenças são fáceis de se entender, compreender e assimilar, mas, outras eu penso que é desnecessária. Qual a necessidade em diferenciar viagem, o substantivo, de viajem, o verbo? Qual a utilidade de existir a escrita diferente para mal, contrário ao bem, e mau contrário ao que é bom?  A expressão MAU é usado como ADJETIVO, e MAL é usado como ADVÉRBIO – grande coisa! Uma só forma de escrever não seria mais fácil detectar o que era adjetivo e o que é advérbio? Mas, não é só isto, veja as letras do Nogueira:

Você sabia que devemos escrever mal com “l” em mais duas outras situações?

1. Como conjunção subordinativa temporal, no sentido de “logo que, assim que, quando”: “Mal saiu de casa, foi assaltado” (=”Assim que saiu de casa, foi assaltado”), “Mal chegou à praia, começou a chover” (=”Logo que chegou à praia, começou a chover”).

2. Como substantivo, no sentido de “doença, problema, defeito”: “Está com um mal incurável” (=”…uma doença incurável”), “O seu mal é falar demais” (=”O seu defeito é falar demais”).

Se dependesse de mim, os gramáticos e teóricos que estudam e criam as leis e as regras, que devemos usar para escrever, ficariam todos desempregados.

Existem palavras que você só consegue escrever corretamente, se conhecer sua história e sua ligação com algum evento que certamente não ocorreu ontem, mas, você deve saber, deve conhecer, deveria ter lido nalgum lugar. Veja esta explicação do Nogueira em resposta à pergunta 4:

A grafia das palavras leva em conta não apenas o lado fonético.

O fonema “zê”, por exemplo, pode ser escrito de várias maneiras: com a letra “z” (zebra, azeitona, azar…); com a letra “s” (casa, gasolina, hesitar…); com a letra “x” (exame, êxito, exemplo…).

Isso significa que existe outro componente para explicar a grafia de uma palavra: a etimologia (=estudo da origem das palavras). Podemos, entretanto, aplicar um raciocínio prático: o da derivação.

Se a palavra “gás” se escreve com “s”, as palavras derivadas também deverão ser escritas com “s”: gasolina, gasômetro, gasoso… A palavra atrasado está no mesmo caso: trás, atrás, atrasar e atraso também devem ser escritas com “s”.

Não devemos confundir trás com traz. Se você ficou para trás, ficou com “s”; se você sempre traz os documentos consigo, traz com “z”. A forma verbal traz, do verbo trazer, deve ser escrita com “z”.

Não disse! Você tem que conhecer o dicionário inteiro, e além disso conhecer as muitas histórias que explicam a origem das palavras. Esse povo não tem é o que fazer! Certas questões matemática com um pouco de raciocino lógico você pode obter uma resposta coerente, com a língua portuguesa não!

As respostas das outras questões estão neste link: Sérgio Nogueira, que também serviu de base para o texto.

Natal: uma repetição que incomoda

Depois de uma semana fora do ar, por motivos diversos. Não foi por falta de conexão com a internet. Não foi por falta de computadores. A situação é mesmo pessoal, familiar e que você pode acompanhar no outro blog referente ao assunto: Kaio Borges – Lutas e Vitórias

Quem me conhece sabe que não sou dado a comemorações. Me tornei, neste aspecto um humano seco. Não gosto da época de Natal. Não gosto da época de carnaval. Nem das festas juninas. Nem das datas comemorativas. Não entro no mérito de debater este ou aquele argumento, na minha opinião, são épocas chatas. Só isto.

Quando ultrapassamos o dia 15 de novembro já começam a lançar comerciais natalinos. As músicas com idades que beiram a antiguidade tocadas com arpas, coral de crianças, vocais, e a musica So this is Christmas que inquire em inglês e também em versões em português: “então é Natal, e o que você fez?”. Nos levando a sentir, as vezes culpa, as vezes alivio, vai depender do que se possa responder à pergunta da música.

Mas, o chato é mesmo ter que ouvir as mesmas músicas por todo esse tempo. Mas, espere! Não acabou. Ainda existem as mensagens natalinas. A impressão que tenho é que todos querem dizer a mesma coisa, e dizem mesmo! Todos nos enviam cartões, e mensagens com as idéias repetidas tais como: “deixe Jesus nascer em seu coração”. O que me remete a pergunta: O que faz outras pessoas pensarem que Jesus não nasceu em meu coração?

Quando o assunto é o Papai Noel… iiiihh! lá vem mais repetições. A história do bom velhinho todos os anos se repete. Mas, tem fácil explicação: Há sempre novas crianças no mundo. Mas, todos os anos as receitas para a ceia de natal aparece. As receitas de rabanadas. Receitas de panetone. A receita de um como comprar presentes. Como não atolar em dívidas, como deixar um naco do décimo terceiro para a semana seguinte, como curtir as luzes, as competições americanas, em especial daquela família que tem mais de 250 mil luzes, dos presépios, as árvores gigantes, as novidades tecnólogicas, as crianças que canta numa janela no centro de uma cidade do sul… os corais dali, de acolá… estão vendo! É como os Zorra Total! Tudo no texto e decorado.

Esta é minha reclamação destas épocas. Não há novidades. Só repetição. E é uma repetição que incomoda. As músicas, as mensagens, os gestos, os meios, os métodos, etc. Os filmes na TV aberta, iiiih! Outra repetição chata. Todos querem reinterpretar e repetir a história do Charles Dickens. E repetem uma, duas, três, quatro filmes que no final, é a mesma história… que além de repetida, trata-se da mesma história em outras palavras e outras caras.

O comércio também repete a cada ano. A diferença é que o comércio a cada ano, deseja aumentar em pelo menos 5% suas vendas em relação ao ano anterior, e para isto, tem que repetir tudo que escrevi. Repetem as músicas, os causos, os meios, as táticas. Em todo caso, como hoje é o dia que é, não querendo ser repetitivo, mas, não sabendo como não sê-ló neste momento:

– Feliz Natal!

O Internet Explorer 7/8 não pôde ser instalado

Não faz muito tempo escrevi que Eu sei porque Eu sei porque o IE tá perdendo participação no mercado dos Browses!. E a reclamação era por causa das constantes mensagens quando eu tentava instalar o Internet Explorer 7 ou 8 em várias máquinas. Mas, as resposta da instalação continuava a ser esta:

“O Internet Explorer 7/8 não pôde ser instalado. É necessário reiniciar o computador para remover todas as alterações efetuadas pela instalação. Após reiniciar, clique no atalho "Solução de Problemas do Internet Explorer" na área de trabalho para obter mais informações."

Hoje encontrei um pequeno aplicativo que a Microsoft oferece que resolveu os problemas que andava tendo nos computadores resistentes a tal instalação.

Microsoft Fix 50228

Uma mão na roda para todos que desejam sepultar de vez o Internet Explorer 6. Neste link: Como resolver problemas na instalação do Internet Explorer 7, tem outras dicas e outros caminhos para resolver estes problemas. Mas, a execução do fix acima, tem sido suficiente para consertar o problemas e permitir a instalação do IE 7 e o IE 8. Agora vou contribuir para que o IE não perca mais porcentagens no mercado dos browsers.

Diminuir o CO2 é uma boa idéia de extermínio.

Há alguns amigos, que quanto nos encontramos é inevitável o debate de vários temas, inclusive algumas teorias novas em comparação a outras teorias antigas. Algumas teorias são caóticas, fantasiosas, e um monte de teorias modernas vão de encontro a outras tantas antigas e que estão em plena vigência.

A conferência climática em Copenhagen, é uma destas novas teorias que propagam pelo mundo. Agora querem todos acabar com a emissão de CO2 neste mundo. A continuar assim, todos iremos morrer de fome. E porque digo isto? Basta você lembrar do que aprendeu nos primeiros anos de estudos, que penso deve ter aprendido assim:

A fotossíntese é o processo através do qual as plantas, seres autotróficos (seres que produzem seu próprio alimento) e alguns outros organismos transformam energia luminosa em energia química processando o dióxido de carbono e outros compostos (CO2), água (H2O) e minerais em compostos orgânicos e produzindo oxigênio gasoso (O2). – Fotossíntese

O antes contribuinte para a vida e alimentação, de uns tempos pra cá virou o grande vilão do planeta, e agora querem, diminuir o Carbono. Consequentemente, matarão a todos nós.

Acabar com o CO2 é acabar com a vida. Eu aprendi isto na quinta série do ensino fundamental. O que é que aconteceu com a teoria que afirma isto?

Além dos fracassos anteriores, ECO 92, Kyoto não sei quando, e agora COP 15, é tudo uma hipócrita reunião de políticos internacionais. Nada do que foi acordado antes foi cumprido, e por fim, vem a descoberta de que os responsáveis por tais alardes andaram falsificando informações para aumentar a crise e mascarar informações para beneficiar as idéias e conceitos deles.

Das piores informações, a de que a pecuária brasileira é responsável por 50% das emissões de CO2, foi a maior de todas as besteiras que disseram nos últimos dias sobre o assunto.

Querem é nos matar de fome. Isto sim, está de acordo com as teorias deles. Só se salvará este mundo se metade dos seis bilhões morrerem. Se isto acontecer, é verdade que haverá mais bens para os que sobrarem, haverá mais alimentos para todos, haverá mais terras, riquezas, e oportunidades para todos. É isto! Querem nos matar!

Esta tese de diminuir as emissões de CO2 é uma boa idéia de extermínio, sem levantar suspeitas, pois, sem CO2 não há fotossíntese. Não há plantas. Não haverá oxigênio. Não haverá água. Não haverá vida.

Meus professores eram bons, e me ensinaram o que era correto e verdadeiro, esta tese nova, é uma furada!