Infelizmente, os textos foram perdidos juntamente com o HD do servidor web onde eram armazenados. Ainda existe uma breve esperança de recuperação. No entanto, já estou fazendo um levantamento aqui na cidade com todos aqueles que sofreram ameaças e que foram chantageados pela empresa a pagar pelo software.
Eu, em particular, já estou procurando saber, se não foi mesmo a empresa quem tem distribuido estas licenças falsas para que os internautas a utilizem e depois, eles ligam ameaçando.
Se dentre todas as ligações que eles fazem, por exemplo, de cada 10 ligações, eles conseguem fazer com que 1 compre, ela arrecada R$ 600,00 (seiscentos reais), e o gasto é minimo, uma vez que o usuário fez o download do software. Isto é uma prática de marketing muito arriscada.
Com esta nova linha de denuncia, além da antiga denuncia de que o software, tras em sua constituição um backdoor, que tem como finalidade transmitir informações sigilosas dos utilizadores do software, sem o seu conhecimento, estamos criando o elo entre a empresa e a atividade de distribuição do software e as chaves piratas para que depois ligarem e ameaçarem e chantagear quem quer que seja.
Na versão 2008 há uma série de novidades quanto aos recursos dos clientes, inclusive, logo de inicio, é solicitado uma conexão com a internet para efetuarem a ação de transmissão de atualizações. Isto é a isca perfeita para a transferência dos dados, que nos dias seguintes, ajudará a empresa identificar e ligar para quem instalou o software com uma chave pirata, que ao que nos parece, foi ação da própria empresa.
Estamos empenhandos em meios legais em denunciar a empresa em orgãos competentes. Para isto, já entrei em contato com o Ministério da Justiça, e não demorou para que eles me enviassem um roteiro a ser seguido para uma denuncia eficiente.
O primeiro passo, é você entrar em contato com a ABES – Associação Brasileira das Empresas de Software. Segundo a informação do Ministério da Justiça, eles recomendam uma ação conjunta da seguinte maneira:
Enviar carta denuncia para eles. Os endereços estão logo abaixo:
ABES:
Av. Ibirapuera 2907 8º Andar Cj 811 – Moema
São Paulo SP
CEP 04029-200
Fone: 55 11 – 5044.7900
Fax : 55 11 – 5044.8338
Telepirata 0800-11-0039
SCN Quadra 02 Bloco D Entrada A – Sala 426 – CE. Encol.
Liberty Mall – Asa Norte
Brasília – DF
CEP 70712-903
Fone: 55 61 – 3031.9114
Fax : 55 61 – 3327.7903
Se preferir pode nos mandar um e-mail para:
- abes@abes.org.br
- administrativo@abes.org.br
- marketing@abes.org.br
E esperem nossas novas atividades. Estamos providenciando meios de expandir nossas denuncias destas chantagens e técnicas de marketing que a CompuFour tem utilizado para vender os produtos dela.
Além da ABES, existe também o site Reclame Aqui.
O site Reclame Aqui! é o espaço do consumidor na Internet. Aqui você pode exercer sua cidadania expressando sua reclamação quanto a atendimento, compra, venda, produtos e serviços.
O sistema de reclamações é aberto a qualquer cidadão que preencha corretamente o cadastro no site.
Sem qualquer custo a reclamação é publicada e um aviso é encaminhado via e-mail à parte reclamada, caso a empresa tenha seu Serviço de Atendimento ao Cliente Cadastrado no Reclame Aqui.
As empresas poderão responder a qualquer momento, publicando assim a resposta à reclamação do cidadão, bastando apenas estarem cadastradas no site.
UPDATE: 30/05/2010
Já escrevi outro texto explicando porque a Compufour está errada em ligar, ameaçar e coagir. Leia o texto e entenda. A Compufour me Ligou # Quem é que combate a pirataria?
Wagner diz:
Adriano -Guariba -SP diz:
Tenho uma pequena empresa que presta serviço de manutenção em informatica e segurança eletrônica, eu como a maioria dos brasileiros sair procurando no GOOGLE um software que pudesse responder a minha necessidade e encontrei este software em VARIOS SITES
Instalei o Aplicativos comerciais 2008. Instalei e não continuei por não atender plenamente meus serviços e acabei desinstalando e usando uma versão freeware chamado EasyStore 4.0, o que eu uso atualmente e não é pago, dois dias depois a ALINE vendedora me ligou me ameaçando em colocar minha empresa na justiça, confesso que quase paguei R$ 1.058,00 reais ,mas não vou pagar, primeiro porque baixei e não usei para fins de comercialização, apenas testei e desinstalei, eles pegaram as informações da minha empresa atraves do backdoor que deve ter enviado porque eles tinham até meu CNPJ e falei pra ela que não usava esse software que eu já tinha desistalado. Acabou que ela queria que eu pagasse R$1.058,00 reais por uma licença, ai ela disse que so a licença comum seria R$748,00 ..(( ate ligamos la e falamos que achei o dito software por R$350,00 na Internet ai ela disse que era a versão antiga ,,(sendo que a dita versão era 2008 …, e depois que não me preocupasse que iria encaminhar para o “jurídico” ))Eu confesso que fiquei assustado mas depois de esfriar a cuca vi que esquecia dos meus direitos e agora não vou pagar nada e agora mesmo vou a uma delegacia e registrar uma ocorrencia contra esta empresa vou falar a verdade, dizer que procurava o software para minha empresa e achei na internet e baixei como qualquer um pode baixar
renato diz:
Rodrigo - CE diz:
Eu cnosegui descobrir o site que contém a foto do senhor ladrão dono da Compufour.
O nome dele é Adalberto A. Hinkel. Aqui tem uma foto do safado: http://www.protesul.com/?ids=Mg8n77j2f&idn=41#. Ele é o velho baixinho de bigode na fotinha no centro do site com jaqueta de jumento. No site do Reclame Aqui tem gente que diz que ele é grosso com os clientes e, pelo jeito, as funcionárias também.
Mas sabem o que é isso? Eles encontraram as brechas nas Leis do Código do Consumidor e se aproveitaram de outra Lei para ganhar dinheiro no grito: a Lei do Direito autoral que , me parece, vale mais do que a do Consumidor.
Eles se uniram a uma empresa da mesma cidade deles, Concórdia-SC, a Protesul, que forneceu-lhes todo o aparato de como ganhar os processos e se especializaram em ganhar as causas.
Essa é uma quadrilha que se aproveita da Lei para fazer dinheiro. Mas a Lei é falha e o prejudicado somos nós que ficamos humilhados, extorquidos e com as mãos atadas, infelizmente. Mas estou disposto a denunciar e me colocar a disposição para encarar essa empresa podre.
Marcio diz:
Pagar o software dentro do prazo que a atendente estipulou para tentar ser ressarcido judicialmente depois ou aguardar uma possível intimação / ação judicial por parte da empresa deles?
Rodrigo Damasceno Nico diz:
Gostaria de saber como você tratou todo este imbróglio junto a empresa, a atendente Andreia esta ligando diversas vezes para mim de forma ameaçadora cobrando valores para adquirir o software e não mover uma ação judicial contra mim.
Ela me passou um prazo de até amanhã dia 26-08-10 para resposta? Por favor me informa os procedimentos que você esta utilizando contra esta ameaça de extorsão desta empresa.
Não pague. Nem tenha medo da justiça. Vá de peito aberto. E inverta a acusação. Eles tem que provar que o programa está no seu computador. E se, não existir o programa no seu computador, o que é que explicarão para a justiça? É no mínimo extorsão? 171! E outros crimes.
Tancredo diz:
Deivid diz:
Thiago diz:
Simone diz:
Gostaria de uma orientação… o que fazer???
- Pagar??
- Aguardar para ver se eles realmente irão entrar na justiça??
- Arrumar um bom advogado (foi o que a grossa da moça que ligou falou pra nós, antes de desligar na nossa cada)??
Alguém conhece alguma pessoa que foi intimado, processado, sei lá??
Isso que eles fazem é um crime!!! não pode ficar impune!!!!
Obrigada!
TIGER diz:
Luiz Humberto diz:
Sugiro tambem a todos que entrem em contato com o Dr. Luiz no video do youtube http://www.youtube.com/comment_servlet?all_comments=1&v=7SSRGMgf6XU
conforme informações ele já está movendo uma ação coletiva contra o pessoal dessa empresa, tbm. acho interessante entrar em contato com o pessoal da ABES e do PROCON da cidade (49) 3442-2423. Com certeza haverá mais denuncias contra o pessoal dessa empresa.
É uma pena (e isso não por motivo cultural não de não pagar, ja que tambem sou desenvolvedor) vc. ter que coagir a pessoa a comprar um software que praticamente nao lhe atende, mas só descobrir isso depois ? E ter que pagar por isso ? Vc. imagina se essa moda pega ? Vejam não estou discutindo o mérito da legalidade, mas sim da forma e abordagem para aquisição do software. Pra mim não importa se custa 1000 ou 500.000,00 sendo que o software atende. Mas se não atende como vc. forçar a alguem a comprar ? Por isso senhores cidadãos, peço a gentileza de evitarem este software pela pratica de comercialização dele. É dor de cabeça na certa.
coutinho diz:
coutinho diz:
COMPUFOUR E UMA GRANDE EMPRESA MAL DIRIGIDA
e-mail coutinho.juarez@yahoo.com.br
Antonio Carlos diz:
Simone diz:
Rodrigo diz:
Baixei da internet o programa para fazer um simples teste.
Cai na asneira de por os dados da minha empresa.
Recebi a ligação da mesma, peguei o número do telefone dela e disse que entraria em contato.
Até agora eles não me ligaram e eu também não entrei em contato com eles.
O que faço!? Não quero pagar por uma coisa que instalei por meia hora, achei horrivel e desinstalei.
Sigilo diz:
Sou revenda autorizada Compufour e me encomodei durante muito tempo. Decidi para de vender o software, pois na hora da venda, é tudo maravilha, mas quando preciso alguma coisa para um cliente, é fria, te tratam mal e não dão solução. Infelizmente, eles só pensam no dinheiro.
Acontece que até dezembro de 2010, vendia a versão 2010, e instalei em 13 clientes, todos por causa da NFe, hoje, recebi um e-mail dizendo que a versão ia parar de funcionar dia 31/03/2011 e estavam todos obrigados a instalar a versão 2011 por causa da NFe 2.0. Um absurdo, pois no contrato, que esta no manual, diz que a licença dá direito há 1 ano de suporte, mas como, se para alguns clientes, não fazem nem 3 meses que compraram. Outra coisa, é a coleta de dados dos clientes sem consentimento.
Compufour = só pensam em vender e ganhar dinheiro.
Márcio diz:
Não se preocupe, não acontece absolutamente nada durante ou após as ameaças além das próprias ameaças. Aparentemente, apenas alguns atendentes foram treinados para ameaçar. O objetivo deles é coagir você e constranger as outras pessoas que residem nos locais onde você informou os números telefônicos durante o cadastro de instalação do software com um único objetivo: pagar pelo sistema.
1º Ao receber a primeira ligação diga ao atendente que realmente não sabia que o software não podia ser baixado e que vai excluí-lo imediatamente. Obviamente o atendente dirá que não adiantará tal atitude obrigando-o a fazer o pagamento até às 17h daquele dia ou o departamento jurídico será acionado.
2º Diga que não poderá fazer o pagamento até a data estipulada e que fará o pagamento assim que conseguir o dinheiro pois não estava no seu orçamento o alto valor do(s) aplicativo(s).
3º Se estiver em um dia bom o atendente pedirá a data que o depósito será efetuado. É difícil isso acontecer e portanto pressionarão você a fazer o pagamento na data que ele estipular. Discorde – e irrite o atendente de forma inteligente – até que ele começe a ameaçar você de ser preso e processado, como é de costume deles. Se puder arrancar algumas palavras de baixo calão deles também é muito válido. Pergunte também se a ligação está sendo gravada e se poderá ter acesso a ela.
4º Um dos passos mais importantes. Após a discussão anterior peça para que ligue para você no dia seguinte para finalizarem a discussão e resolver o problema definitivamente. Nesse dia ou no próximo deixe que outra pessoa atenda o telefone. Avise essa outra pessoa para dizer que você não está em casa (de preferência que viajou). Nesse momento o atendente começará divulgar assuntos particulares seus para terceiros e muito provavelmente ameaçarão quem atendeu o telefone também, o que é crime bem semelhante às ligações que os presidiários fazem Brasil à fora.
5º No próximo dia ligarão novamente. Dessa vez atenda e diga que quer resolver o problema. Diga querer pagar usando seu cartão de crédito. Pedirão para informar os dados do cartão pelo telefone. Diga que por questão de segurança você não fará isso. Ficarão furiosos (Ótimo). Peça então que envie uma mensagem de solicitação formal de regularização da situação do software através do e-mail (informado durante o cadastro na instalação do software) solicitando os dados do seu cartão de crédito para que o pagamento seja efetivamente feito.
6º Assim que receber o e-mail construa um texto resposta contendo os seguintes elementos ou semelhantes:
– Pergunte como conseguiram os dados dos seus documentos pessoais se você não a autorizou a posse deles pela Compufour;
– Peça para confirmar que, por telefone, o atendente ameaçou você e seus familiares de serem presos, processados, etc;
– Peça também para confirmar que o antendente divulgou assuntos de sua particularidade para terceiros;
– Peça para confirmar que a ligação estaria sendo gravada e que se necessário você poderia ter acesso a ela.
7º Envie a mensagem e aguarde o retorno. Obviamente o antendente retornará por telefone, enfurecido, dizendo que não será possível fazer o solicitado. As ameaças dobrarão. Ouça tudo com calma e diga que o pagamento será feito somente após a confirmação dos tópicos mencionados na mensagem enviada. Se for preciso desligue o telefone antes de finalizar a conversa.
Se forem inteligentes não ligarão para você novamente e não responderão à sua mensagem. Caso encerrado.
Se não forem inteligentes responderão atendendo às solicitações da mensagem. Faça o pagamento conforme combinado e leve as mensagens impressas ao Juizado de Pequenas Causas mais próximo. Explique o fato acontecido, saia de lá com a data da audiência marcada e aguarde. O dinheiro que você “emprestou” à Compufour irá render muito …
Agora é sacanagem mas como já dizia Cícero: “Gentileza recebe-se com gentileza” se tiver um tempo instale o programa novamente, de preferência em uma lan-house ou usando algum proxy e informe os dados cadastrais da residência de algum juiz ou do ministério público mais próximo. Deixe a Compufour se divertir :)
coutinho diz:
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francisco diz:
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