Labutando com tablet Philco e com firmware Android

Faz mais de vinte dias que tento encontrar uma solução para um Tablet Philco que roda com a versão do Android 4.0.4. Infelizmente até agora nenhuma solução foi encontrada que resolva o problema do referido tablet.

 

O pior da situação é que outras pessoas no Brasil e no Mundo reclamam da situação. O tablet não consegue identificar as redes wi-fi. Primeiro, busquei informação com a Philco, fabricante do tablet. Uma das propostas veio em um arquivo PDF orientando o que está na imagem abaixo:

 

Fiz o download. Instalei a atualização do firmware. E, o tablet continua sem funcionar o wi-fi. Quando o botão de ligar o wi-fi é deslizado para ligar, aparece na tela uma pergunta: Ativar o Wi-fi?

Claro que eu quero ativar o Wi-Fi, mas, o aparelho não funciona o wi-fi com os firmwares disponibilizados pela Philco. Nestes momentos fica-se sem saber se o problema é de software ou de hardware. Fiz experiências diversas com o aparelho da Philco na imagem acima apresentado. E, a situação foi a seguinte:

Firmware A: Não identifica a wi-fi; mas, funciona a câmera, o toque e demais funcionalidades;

Firmware B: Não identifica a wi-fi; mas, funciona a câmera, o toque e demais funcionalidades;

Firmware C: Funciona o Wi-fi, mas, não funciona a câmera e fica travando constantemente;

Firmware D: Não funciona o Wi-Fi e a câmera.

Vou continuar a buscar por uma versão do Firmware que consiga fazer o hardware da Tablet Philco S0008A funcionar corretamente com a Wi-Fi, Câmera e toque corretamente, pois, me parece que surge uma “cultura” de que, não se tem direito a reclamar, quando um aparelho tem valor baixo, ou seja, melhor não consertar, vai lá e compra outro, é menos do que quinhentos reais.

 

 

Fazendo buraco de Irecê para as Filipinas e de Nanuque-MG até “quase” lá na China!

Quando criança ouvi muitas vezes frases que indicavam e instruíam sobre o outro lado do mundo! Uma frase muito comum era de que, ao começar a cavar um buraco, um poço, uma cisterna ou uma fossa se dizia: “Vai sair na China!”; outros dizem: “Vai sair no Japão”; alguns, apenas afirmam mais genericamente: “Vai sair do outro lado do mundo”.

Pois bem! Agora com os recursos da tecnologia, dos satélites e etc., já se pode saber exatamente onde iremos parar ou sair se furarmos um buraco e varar de um lado a outro. É o que é denominado de Antípoda. O mapa do tipo Antípoda pode ser visualizado neste link: Onde vou sair do outro lado do mundo?

Para utilizar o serviço de mapa antípoda, você precisa apenas do nome de sua cidade. Digite o nome e o Estado e clique em Find! Você também poderá utilizar a longitude e a latitude de sua cidade para fazer uma busca, mas, isto vai exigir pesquisar esta informação. Não é difícil basta usar um serviço de mapa online, e, até mesmo pesquisar no Wikipédia!

Outra maneira

Outra maneira de você ver o mapa antípoda de sua região ou cidade é utilizando o serviço da Wikipédia! Busque sua cidade no serviço da Wikipédia. Depois, ao lado direito, abaixo do mapa, você tem um ícone que te levará ao serviço de mapa Antípoda!

O serviço do Wikipédia utiliza o serviço do GeoHack. Na segunda consulta utilizei as informações de Nanuque, MG, cidade em que nasci. Abaixo está a imagem da localização de onde se sairá, se o buraco for cavado em Nanuque.

Não sei quanto a vocês, mas, os antigos lá de Nanuque, estavam “quase certos”. Cavando-se em Nanuque se sairá “quase” lá na China!

RESOLVER: é para esta realidade que devemos estar preparados e qualificados!

Faz alguns anos, lá no início do Android como sistema operacional de dispositivos móveis encontrei com um amigo no mercado. Este amigo tentou me convencer a mudar de foco em relação ao padrão vigente de sistema operacional. Tentou me convencer que era a hora de sair do Windows e focar os estudos no Linux/Android para que eu pudesse sobreviver num futuro próximo de dominação Linux/Androidiana!

Naquele dia, disse que, meu foco continuaria o mesmo, e o de sempre: Aparelhos com sistema operacional necessitam de intervenção técnica para reiniciar, formatar, restaurar, reinstalar, formatar… etc. E, a base que eu tinha no Windows seria suficiente para os demais sistemas operacionais. E, que eu necessitaria de algumas horas para entender e resolver problemas na plataforma Linux/Android. De vez em quando, recebo algum serviço em plataformas não Windows. Já resolvi problemas em Mac, Linux/Android aproveitando conhecimentos técnicos que tenho em Windows.

Desde ontem, estou com um tablet da marca M7s, com Linux/Android. Ele está travado numa tela do sistema operacional Android, que insiste em não permitir ao usuário utilizar o aparelho. Parece ser algo simples e comum. No entanto, nenhum conhecimento que tenho, nem tão pouco, outras dicas do suporte, foram suficientes para destravar o tablet.

Nestes casos, devo procurar uma solução, a não ser formatar e ou restaurar o equipamento ao recovery factory, que perderá todos os dados e aplicativos do proprietário, pois, não é possível acessar as configurações, realizar uma sincronização e um backup de dados e configurações.

Não desisti e por mais de 8 horas procurei uma solução nos manuais e fóruns sobre o sistema operacional Android. Encontrei a solução, unindo informações diferentes, que foram:

– Desativando os serviços do Google Play;

– Desativando e deletando as atualizações;

– Desinstalando atualizações recentes;

– Limpando o Cache;

– Reiniciando o Tablet;

– Restaurando as configurações…

– Alguma outra atividade que tenha esquecido de mencionar.

Em suma, os aparelhos, sejam da plataforma Windows, Android/Linux ou Mac, inevitavelmente necessitam de intervenção técnica. E, é para esta realidade, que devemos estar preparados e qualificados!

Depois do controle e intromissão do governo, chega as corporações também!

Não é de hoje que reclamo da intromissão do governo brasileiro sobre o cidadão e nativo, tanto quanto do naturalizado. A intromissão vai desde a proibição de usar, fazer, falar, ir e vir, etc. E, também não estamos isentos da realidade, amplamente explorada em filmes e séries que é, sermos controlados e ter que obedecer e prestar obediências às ordens das corporações. Afinal, tanto governo, quanto corporações, insistem na tese de que, não sabemos, e ou, não temos competência, tempo, disposição… etc., suficientes para tomar as decisões e realizar o que deve ser feito.

Um exemplo da intromissão das corporações, pode ser vista na imagem abaixo!

A Kaspersky, líder mundial em soluções de segurança, me ofereceu hoje (18/07/2017) a lista de softwares existentes em meu PC que necessitavam de atualizações. Esta mesma funcionalidade está presente em outros softwares de segurança tais como: Nod, Avast, AVG e Avira!

Depois do controle e intromissão do governo, chega as corporações também!

Não é de hoje que reclamo da intromissão do governo brasileiro sobre o cidadão e nativo, tanto quanto do naturalizado. A intromissão vai desde a proibição de usar, fazer, falar, ir e vir, etc. E, também não estamos isentos da realidade, amplamente explorada em filmes e séries que é, sermos controlados e ter que obedecer e prestar obediências às ordens das corporações. Afinal, tanto governo, quanto corporações, insistem na tese de que, não sabemos, e ou, não temos competência, tempo, disposição… etc., suficientes para tomar as decisões e realizar o que deve ser feito.

Um exemplo da intromissão das corporações, pode ser vista na imagem abaixo!

A Kaspersky, líder mundial em soluções de segurança, me ofereceu hoje (18/07/2017) a lista de softwares existentes em meu PC que necessitavam de atualizações. Esta mesma funcionalidade está presente em outros softwares de segurança tais como: Nod, Avast, AVG e Avira!

Você pode ser vítima de sua própria astúcia!

Infelizmente existem pessoas com comportamento indesejável exercendo certa profissão, que, ao contrário de fazê-lo crescer e o tornar nobre e pertencente ao grupo profissional, exerce a ação contrária, faz com que se desconfie da classe profissional, do grupo pertencente e ou manchando sua família, um seguimento ou toda a categoria. Exemplos não faltam.

Se uma igreja acolher um homossexual! Se uma igreja acolhe uma prostituta! Se uma igreja acolhe um assassino! Se uma igreja acolhe um corrupto! Se uma igreja acolhe um pedófilo! Se uma igreja acolhe um viciado em drogas! Se uma igreja acolhe um mau afamado… não importa se uma das missões dadas à igreja seja justamente acolher o pecador, o desviado, aquele que fez e praticou o mau, o pecado, o crime, o delito… a igreja é vista com descrédito e é vista como alcoviteira!

Se um policial age de forma violenta com o cidadão, o ofende, o maltrata. Se um policial extrapola e passa a abusar do poder que o Estado lhe confere, raramente se individualiza a culpa, logo, se declara que toda a PM é bandida; muitos já começam a campanha em favor da “desmilitarização da PM”.

Se um mecânico…; se um eletricista…; se um pastor…; se um padre…; se um vereador, deputado, senador… etc. É isto! Por esta condição e situação, os demais membros de um grupo ou categoria, sofrem por tabela, pela má fama e por um comportamento de uns poucos indivíduos; ou seja, todo um grupo, ser rotulado e classificado injustamente pela conduta de um. Por outro lado, não se tem uma solução simples, a não ser, haver uma união e ação coordenada par extirpar, isolar tais pessoas envolvida em ilícitos e ilegalidades da categoria ou classe. O problema é resolver isto, sem causar problemas outros, do tipo, difamação, injuria e calúnia.

Um risco que colegas de profissão podem cometer é querer tomar a iniciativa e divulgar atitudes, ações, insinuar situações, se autopromover sobre tais situações e se auto vangloriar: “eu não sou assim”; “eu não faço isto”; “não é assim que se faz”… e por que digo que é risco? Por que, mesmo não sendo, se pode se tornar vítima da condenação que ajudou a divulgar. E, a situação é a seguinte: um técnico de informática está sujeito a várias e diferentes situações. Eu já estive em situação de julgar e de ser julgado.

Semana passada, fiz um atendimento em que me disseram: “Isto passou a acontecer depois que aquele técnico daquela empresa veio aqui!”… Outra funcionária insinuou: “acho que ele tirou alguma peça do computador”; “a rede piorou muito depois que ele mexeu…” Eu poderia concordar com elas! Perpetuaria e ajudaria a ampliar a má fama da classe. Mas, antes de fazê-lo me certifiquei de que havia acontecido. E, nada do que encontrei na empresa, havia ligação com o trabalho deste outro técnico, que nem sei quem foi/é.

Faz alguns anos que fui chamado à delegacia para testemunhar sobre o roubo de um HD de 20 GB. A cliente acusava o técnico que havia feito a instalação de tê-la roubada. A mulher desabou no chão da delegacia de joelhos pedindo perdão quando lhe informei que o filho dela havia vendido o HD e as memórias para um amigo. E, havia sido eu quem tinha instalado no computador do outro amigo.

Já fui vítima de difamação também. Um cliente me chamou à empresa pois, outro técnico havia detectado que uma placa de vídeo, devidamente anotada na etiqueta do computador, não estava presente. Ele foi deselegante, frio, insensível e completamente grosseiro comigo, pois, julgava que eu lhe havia roubado. A situação inverteu-se quando pedi à secretária dele para pegar a Nvídia Gforce 128mb que lhe havia pedido para guardar pois estava com defeito. Entreguei-lhe e o relembrei: Lembra quando te notifiquei que tiraria a placa de vídeo, e usaria a placa onbord? – Ele ficou sem graça! Mas, nossa relação de serviço e pessoal se quebrou.

Aos aventureiros que pensam obter vantagens sobre a má fama de certas pessoas que trabalham inevitavelmente em alguma categoria, tome cuidado! Você pode ser vítima de sua própria astúcia!