IRPF 2017 apresenta tela de ERRO, mas, não informa que erro é!

Quando estudava no IFBA campus Irecê, algo no curso me complicava nas tarefas e provas: o querer fazer de meu jeito e como eu pensava que era fácil e mais rápido. Os professores exigiam as regras e o que hoje sempre digo: temos que ter referencial teórico, seguir a padronização existente; faz parte dos processos das boas prática da engenharia de software e da gerência de projeto, etc e etc. Que razão me faz lembrar disso? Um problema que hoje um cliente me apresentou.

Ele tem clientes, para os quais, ele faz o imposto de renda. Há certa praticidade na importação dos dados dos anos anteriores, no entanto, há um trabalho hercúleo a ser realizado. Este cliente, que tem clientes, importou os dados do ano de 2016; aproveitou o feriado e preparou 12 declarações. As gravou e hoje ao chegar em casa pretendia continuar os trabalhos e eis que o software do imposto de renda de 2017, dá erro! O pior! É não saber que erro é! A apresentação do erro na tela é isto abaixo na imagem. Sem a correta exibição textual e o correto tratamento de erro!


Nem há como ir no buscador WEB e procurar por algum tipo de erro. O que procurar? Que frase de erro procurar? Simplesmente não tem nada a ser procurado. Nestes momentos é importante o técnico ter ideias de como resolver a questão. Não sei se é arquivos corrompidos, banco de dados corrompido, acesso indevido de memória, versão de arquivo errada, … nada! Com esta tela de erro, não se tem nenhuma dica para se procurar uma solução. Mas, eu achei uma solução. Eis como resolvi este caso.

1 – Fiz cópia da pasta C:\Arquivos de Programas RFB\IRPF2017; Com a cópia realizada e os dados preservados fiz estes outros procedimentos. Se quiser vá logo lá embaixo e veja a solução.

2- Fiz o download e reinstalei o software. Porém, a reinstalação nova com a preservação dos dados não solucionou o problema;


3 – Renomeei a pasta. E, então, fiz uma instalação nova! O software até que funcionou, mas, não apresentava os dados existentes.

– Não adiantou copiar as pastas de dados já gravados;

– Não adiantou manter a estrutura de pastas e copiar somente os arquivos.

– Não adiantou copiar os dados das pastas copiadas e coladas nas pastas.

Quando as pastas eram copiadas para uma instalação limpa e nova, o software apresentava o ERRO, que não foi devidamente tratado pela equipe de software.

Como a cópia das pastas de dados causavam o defeito de mal funcionamento ao software, eu fiz alguns testes. Apaguei arquivos de configuração e percebi que os mesmos eram criados automaticamente.

SOLUÇÃO:

Fui à pasta C:\Arquivos de Programas RFB\IRPF2017\aplicacao\dados. E excluir os arquivos existentes nela. Veja a imagem abaixo, para a correta identificação:


Depois que excluir estes arquivos, o programa do IRPF 2017 voltou a funcionar com todos os dados anteriormente digitados. A vida de técnico é assim: mesmo não conhecendo ou tendo feito o programa, vamos em busca de solução.

POR FAVOR! Este caso é o que eu resolvi hoje! Não sou especialista em IRPF 2017.

Não sei a solução para todos os problemas do software.

Nada de perguntas difíceis nos comentários!

Na área de serviços: entre vingança e ganhar dinheiro, prefiro o dinheiro!

Quem vive e sobrevive na área de prestação de serviços, tal qual eu, sabe como é importante ter e manter uma carteira, ainda que pequena de clientes. Clientes que confiem e tenham credibilidade e segurança nos serviços prestados por você. Deve ser, uma boa relação de custo benefício. Já perdi clientes, que a justificaram a decisão com o argumento: “contratei uma empresa que faz o mesmo serviço, por preços menores”.

Preço a menor é um item dentre algumas outras condições e variáreis que fazem pessoas e empresas contratarem outros técnicos em detrimento aos meus serviços. Esta semana um colega me perguntou, se tal situação não me incomodavam. Eu disse a ele: – Não! Pois, tenho conduta técnica, moral, ética, profissional que agradam a outros, que valoriza por exemplo, o sigilo da informação, a honestidade profissional, o valor justo do serviço, e a qualidade técnica, a eficiência e a certeza de “não engano”.

Algumas vezes, me preocupa a reputação! Já escrevi aqui no blog, que uma empresa me dispensou sem explicações, e a justificativa foi: “preço baixo” da concorrência. Esta empresa, depois, quis que eu resolvesse um problema! Resolvi. Recebi. Sair. E, uma amiga se inquietou e sugeriu que eu deveria me vingar da empresa. Eu lhe respondi: Nestes casos (Serviços/Servidores), “entre sentir-se vingado e ganhar dinheiro, prefiro o dinheiro! ”

Além da amizade, cordialidade, cortesia, tecnicidade, qualidade, bom atendimento… etc., há também, a condição de viabilidade, saber ignorar atitudes, ações e reconhecer, que as pessoas, os administradores, os proprietários têm o direito de procurar serviços e prestadores diferentes de acordo com o que pensa, almeja e deseja. Na semana santa passada, fui re-chamado para prestar serviços a um cliente antigo que tentou outros técnicos e outras empresas. Porém, após três meses, me chamou e ainda disse em tom de risos e achaques: “só você que me suporta e faz as coisas do jeito que eu necessito”.

Na guerra dos navegadores, atualmente utilizo todos! Cada um para algo diferente!

A guerra: Qual é o melhor navegador está intensa, tensa e diversa. Ao usar o Microsoft Edge para instalar outros navegadores, uma página aparece informando isto:

Ao chegar na página do Google para fazer o download do Google Chrome se lê isto:

Tenho minhas preferências. Utilizo todos os navegadores possíveis: Microsoft Edge, Mozilla Firefox, Google Chrome, e Opera Neon. Cada um com uma atividade específica. Aproveito cada um no que cada um faz de melhor. Até já utilizei o Baidu Browse. As novidades do Microsoft Edge são atraentes, mas, ao utilizar certos websites de bancos, e, vários órgãos governamentais se tem a seguinte mensagem:


A sugestão é clara em dizer: este site é antigo, o Microsoft Edge é novo e não trabalha com ele. Para sites velhos, utilize o navegador velho: Internet Explorer. Fato é, que, o site do Banco do Brasil tem sugerido utilizar o Mozilla Firefox (52) ou o Google Chrome (57). E, de fato, tem funcionado com estes navegadores satisfatoriamente, o que anteriormente não funcionava corretamente.

Código malicioso modifica configurações da rede e opções da Internet

No dia-a-dia de um técnico de informática, em que atuamos em vários segmentos possíveis, muitas e muitas vezes, o mais desafiante é entender e conseguir encontrar onde está o erro. E, isto me aconteceu hoje pela manhã. Um cliente me acionou, pois, o seu acesso ao Banco Itaú estava com problemas. A tela do aplicativo do Itaú ao ser iniciado faz pelo menos três testes. Verifica a conexão com a internet; verifica os requisitos exigíveis do computador, e, verifica a situação de segurança.


Até ai, tudo bem! No entanto, na próxima tela, o aplicativo reclamava de falta de acesso à web, porém, não à falta de conexão à internet. Tanto! Que a navegação por meio dos navegadores estava funcionando. Porém, não no aplicativo do Itaú, que insistia em apresentar a tela seguinte como orientação ao usuário.


Caminhos que eu poderia ter tomado:

1 – Restaurado as configurações do Internet Explorer e também das configurações da Internet pelo Painel de Controle/Opções da Internet.

2 – Poderia ter restaurado o sistema para ontem (03/04/2017), quando estava tudo funcionando. Bastaria usar a tecla Windows+R, ter digitado rstrui.exe; OK, para o processo de restauração iniciasse.

No entanto, eu gostaria muito de descobrir em que configuração o usuário mexeu. Ou que configuração foi alterada por algum tipo de malwares, adwares, etc que provocou a situação. E depois de uns 40 minutos vasculhando as configurações de rede, protocolos, limpando “Cache DNS”, resetei o Winsock, encontrei nas configurações das opções de conexões da propriedade de Internet no Painel de Controle, nas configurações de LAN, a seguinte configuração:



Afinal, ainda que o aplicativo do Itaú seja do banco, o aplicativo herda ou utiliza as configurações existente no Sistema Operacional, e, se torna obrigatório o uso das configurações realizada pelo usuário. Em busca pelo domínio “marketingbrdigital.com.br”, o antivírus Kasperky Internet Security detecta o referido domínio como malicioso e perigoso.


Então fica explicado todas as mudanças. O usuário que não soube o que tinha acontecido, havia recebido um e-mail de um amigo. Ele me disse que era um arquivo compactado que ele não conseguia abrir. Ao olhar o arquivo se tratava de um código em Java Script, que foi executado e que alterou as configurações da rede. No entanto, além de executar o código, ele na tentativa de acessar o conteúdo do arquivo, desativou o antivírus, que insistia em detectar a maldade no arquivo, que ele pensava ser outro tipo.

É assim mesmo! Se as configurações não forem removidas; se os antivírus não forem desativados, se os coolers não pararem, se não ocorressem quedas de energia, se os HD não parassem, se ratos não roessem cabos, se, se, se … nós, os técnicos de informática ficamos sem trabalhar! Sem trabalho! Sem grana! Sem grana sem tudo!

Sorte? Competência? Sexto sentido? Providência ou Sobrenatural?

Estamos inevitavelmente em um ambiente em que eventos podem ter diversas explicações, avaliações, entendimento e estes eventos podem levar as mais diferentes pessoas a terem opiniões e visões, e, compreensão diferente do mesmo acontecimento.

Como técnico de informática, lido com dados sensíveis de empresas e pessoas. E, tenho que me precaver de eventos desastrosos. Afinal, eu sou a pessoa chamada para resolver problemas catastróficos em relação à dados, programas, sistemas, redes e equipamentos. Pois bem! Apesar de todo treinamento, estudo, preparo, acontecem eventos e coisas que podem nos pegar de surpresas, e, assim, a intervenção técnica arruinar algo que já estava em condições ruins.

Acompanhe este caso:

Nesta manhã chuvosa estou trabalhando em um servidor de uma empresa. Fiz o backup dos dados na unidade externa. Copiei todos os dados da unidade C. Não fiz seleção de pastas. Fui lá e copiei todo o conteúdo do C:\.

Inseri no USB o pendrive e reiniciei o computador. Ao ir fazer a exclusão das partições do disco, desconfiei que pudesse ter esquecido de copiar algo. Desliguei. Conectei um HD na SATA 1. Reiniciei a máquina e na tela de instalação do Sistema aperte F10. Fui ao prompt do MSDOS e executei um Xcopy . /s /d /e d:\empresa

Isto foi suficiente para copiar todo o conteúdo do HD para este outro HD. Procedi a exclusão da partição. Formatação. Reinstalação. Ativação… e quando fui copiar os dados do HD externo … o “bicho não funciona mais”.

E então, o que pensar sobre isto? Foi sorte? Competência? Sexto sentido? Providência? O sobrenatural me avisou de que algo daria errado?

Desvalorização não é apenas pagar um salário baixo!

No ano de 2014 uma clínica para a qual eu prestava serviços contratou uma empresa e dispensou os meus serviços. Eu fiquei mais preocupado do que chateado pela substituição. Fiquei preocupado com a incerteza dos motivos pelos quais haviam me dispensado. Procurei saber se havia ocorrido algum erro de minha parte; se minhas opiniões e conduta haviam causado transtornos à empresa; se havia desconfianças morais, ética ou profissional, etc. No final, um dos sócios me informou que o motivo da troca era tão somente preços de serviços.

A nova gestão contratada pela clínica avaliou que a empresa recém-chegada à Irecê, cobrava 60% a menos do que eu. E, o gerente me aconselhou: “Você tem que baixar os preços de seus serviços! A concorrência chegou com preços bem menores do que o praticado por você! ”

O levantamento feito com as notas de serviços de Adão Braga – Serviços, apontou que em média os serviços prestados à clínica saiam por uns R$ 80,00. A dita empresa cobrava pelos mesmos serviços numa faixa de preço que variavam de 25,00 até 45,00. E, por isto, a troca foi efetivada. Me chateei por ter sido dispensado por abandono; sem comunicação verbal, escrita, um SMS, uma ligação no celular, uma mensagem na rede social.


Antes, porém, o gerente quis saber o porquê eu cobrava os valores. Eu disse-lhe: São os valores compatíveis com o mercado de serviços. E, dei-lhe o seguinte exemplo: Quando comecei a prestar serviços aqui, a consulta com o “doutor” era de R$ 80,00 e os meus serviços tinham preços de 25,00 a 35,00. Em média, os meus serviços era quase 1/3 (um terço) do valor da consulta com os médicos da clínica. Atualmente (em 2014), a consulta aqui, custa 260,00. Assim, os serviços têm em média, preços entre 45 a 80,00 reais. Ou seja, mantenho a mesma razão e proporção.

Em tom de deboche e chacota me ofendeu dizendo: Mas, um técnico de informática quer fazer comparações com os serviços de um médico? Nem de longe e sonhando. Os doutores daqui da clínica fazem especializações constantes, estão sempre indo a congressos, se atualizando no que há de mais novo no mercado da medicina. Não tem como fazer comparações!

Eu retruquei que evidentemente, são áreas diferentes, mas, que na área da informática e das tecnologias, nós técnicos também não fazemos diferente não! Temos que estar sempre em atualizações, se especializando, fazendo cursos, congressos… e mais, a evolução das tecnologias é mais rápida do que na medicina. Hoje, para se atender eficientemente uma empresa, a maioria de nós técnicos temos que entender, conhecer, ter noções básicas, médias e avançadas sobre:

– Hardware: placa-mãe, processador, memória, chipset, hd, etc.;

– Software: instalação, configuração, uso, atalhos, procedimentos, aplicabilidade;

– Eletricidade: padronização, voltagem, polarização, corrente, etc.;

– Eletrônica: conhecer componentes do tipo: resistor, capacitores, fusíveis;

– Tipos de rede: ethernet, wi-fi, LAN, WAN, conexões diversas

– Segurança da informação: vírus, malwares, ramsonwares, backups, restauração, etc.;

– Programação: C; C#, Java, PHP, Delphi e as nova que surgem com frequência, etc.;

– Banco de dados: Microsoft SQL Server, Firebird, Oracle, MySQL, etc.;

– Protocolos: rede, comunicação, infraestrutura de dados, etc.;

E completei: Os médicos da clínica, por mais especializados que sejam, se, um cabo da impressora se desconectar ele fica sem poder imprimir laudos, receitas, exames. E, isto tudo, está englobado nos serviços que presto. Infelizmente, me parece, que alguns “gestores” desejam evidenciar o valor agregado de certas profissões, mas, são incapazes de reconhecer o valor de outras, como se, somente se, o setor e o que acontece na área de atuação dele, deva ser valorizado e reconhecido.

Um técnico em informática é o profissional que está apto a realizar configurações de sistemas informática, instalar equipamentos, verificar as causas de falhas na programação de computadores, etc. Esse profissional pode trabalhar em empresas do ramo ou prestar atendimento por conta própria.